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Por que a Banstur é seu melhor parceiro? (17 a 23/7)

"Credibilidade, lealdade e confiança são elementos fundamentais numa relação comercial, e eu encontrei na Banstur o terreno fértil para semear estes três elementos.
Assisti à Banstur nascer, crescer e se tornar uma grande empresa, que trouxe ao trade uma nova e importante fatia de consumidores do mercado paulistano e do interior, um inovador turismo cooperativo.
É um turismo que estimula a hospedagem durante a baixa temporada quando é possível oferecer qualidade e preços compatíveis, fórmula consagrada para o sucesso do Sistema Banstur junto aos seus associados e hotéis conveniados.
Por todas essas razões considero a Banstur meu melhor parceiro"
Aparecida Lira Cavalcanti - Gerente Comercial da Rede Luxor Hotéis

 

"Assisti em muito pouco tempo à rápida expansão da Banstur.
O sistema praticado pela Banstur reveste-se de um "modus operandi"de grande interesse social, igualado somente aos praticados nas sociedades mais desenvolvidas. Esse turismo comunitário permite a grande parcela da população participar e usufruir de um turismo moderno, flexível e, de baixo custo.
O Grupo Portobello Praia Hotel e Portobello Ondina Praia Hotel assim como a rede brasileira de hotéis vem sendo grandes beneficiários desse sistema, que representa hoje uma demanda de 160.000 diárias ano.
Conhecendo a idoneidade, o passado de realizações, a capacidade administrativa e operacional dos dirigentes da Banstur, posso afirmar que a Banstur trará em breve mais novidades para o turismo nacional. Em razãodo grande incremento dado ao turismo, particularmente na Bahia e, especialmente em Porto Seguro, e pelas qualidades inovadoras do sistema, considero a Banstur meu melhor parceiro"
Dr. Cícero Sena - Diretor Presidente do Grupo Portobello
Portobello Praia Hotel
Porto Seguro Portobello Ondina Praia Hotel
Salvador Portobello Hotéis e Turismo Ltda.
Portobello Viagens e Turismo Ltda.
Portobello Empreendimentos e Construções Ltda.

 

"O Turismo Nacional e o Turismo de Santa Catarina - Florianópolis, Itapema e Balneário de Camboriú - através de sua rede hoteleira descobriram uma nova força empresarial - o moderno turismo que se chama Banstur.
A Banstur consegue aglutinar, num sistema cooperativo de turismo, famílias inteiras, de todos os Estados brasileiros em suas programações de férias e lazer, hospedando esse contigente em mais de 120 hotéis conveniados. A hotelaria só ganha com esse turismo social.
A Banstur encaminha seus associados e clientes, em baixa e alta temporada, de domingo a domingo, com média de permanência de 6 dias.
Pela maneira correta nas tratativas comerciais, pela organização e prática moderna e avançada de turismo, considero a Banstur meu melhor parceiro".
Dr. Luiz Carlos Nunes Diretor do Hotel Beira Mar (Itapema)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Pontualidade nos compromissos, rigor operacional, agilidade e eficiência no sistema de reservas são qualidades comerciais da Banstur que conquistaram a diretoria e funcionários do Ponta das Canas Praia Hotel e do Chalés Ponta das Canas.  
   
  Operacionalmente, a Banstur concorre para equilibrar o fluxo da demanda de nossos hóspedes, sobretudo na baixa temporada.  
  Como o Hotel e os Chalés Ponta das Canas oferecem excelentes acomodações e área de lazer, passamos a nos beneficiar da fidelidade dos associados Banstur, que retornam em muitas outras oportunidades, indicando parentes e amigos.  
  O associado Banstur, por seu comportamento correto, pela forma tranquila de acomodar-se ao hotel e sempre em companhia de familiares, representa um modelo de hóspede que todo hotel deseja ter. Para a hotelaria da região de Florianópolis a Banstur representou a chegada de novos contingentes de hóspedes, durante o ano todo. Esse dinamismo empresarial contribuiu decisivamente para a Banstur ser meu melhor parceiro.  
   
  Tarsisio Schmitt  
  Diretor do Hotel Ponta das Canas e do Chalés Ponta da Canas  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  O Moinho Hotel (Campos do Jordão)  
     
    No momento em que passei a trabalhar com a Banstur tive um grande impulso nos negócios. A Banstur possibilitou eliminar a sazonalidade no hotel. Os associados Banstur ajudaram a divulga "O Moinho"entre seus parentes e amigos, formando uma corrente positiva, com novos hóspedes. A forma correta, justa e amiga como sempre fui tratado pela Diretoria da Banstur ensinaram-me a admirar essa bem sucedida empresa. A Banstur representou um divisor de águas para o "O Moinho. Antes e depois da Banstur. Por todas essas condições considero a Banstur meu melhor parceiro.  
  Ismael Antonio Gomes da Luz  
  Diretor Presidente do "O Moinho Hotel"  
  Presidente da Jordanense Malhas - Campos do Jordão  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Turismo no Brasil - Novos Rumos  
   
  Com uma receita de US$ 3,678 bilhões de divisas para o país e atuando sobre 53 segmentos diferentes da economia, a indústria do turismo, hoje, vem crescendo de maneira extremamente veloz em todo o mundo, garantindo um avanço econômico-social das mais diversas regiões e possibilitando, assim, a expansão do mercado de trabalho. Em 1998, 4,8 milhôes de turistas estrangeiros visitaram o país com a perspectiva atual de aumento para 5,3 milhões que repercutirão em um aumento superior a 10%.  
  Comparado a outros ítens importantes da pauta de exportações brasileira, o crescimento da receita gerada com o turismo é impressionante. Apenas entre 97 e 98, este aumento foi de 41%, 28 pontos percentuais acima do crescimento da receita do minério de ferro, exportado no mesmo período, e 30 pontos acima do valor gerado com a exportação de açúcar. Em volume de divisas, só perde para a soja.  
  A explicação para o desempenho do setor está na política adotada pelo governo Fernando Henrique Cardoso em 1995, quando entidades de classe e secretários de Indústria, Comércio e Turismo elaboraram o Plano Nacional de Turismo. A partir da elaboração deste Plano, o governo federal passou a abraçar o turismo como atividade estratégica de desenvolvimento e várias mudanças foram feitas favorecendo a indústria do turismo.  
  "Nós acreditávamos que turista tinha que cair do céu porque o Brasil era lindo por natureza. Com isso nós perdemos muito tempo. Agora, o governo federal entende que o turismo é um fato econômico e social e nós resolvemos sepultar os factóides e abraçar as causas estruturais", afirma o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Caio Luiz de Carvalho.  
  O turismo foi levado a status ministerial com a criação do Ministério da Indústria, Comércio e Turismo. Através das Câmaras Setoriais, houve condições de trabalhar o produto turístico brasileiro criando maiores estratégias que possibilitaram maior união entre a sociedade e as entidades de classe.  
  Investimentos – Primeiramente, constatou-se a necessidade de investimentos em infra-estrutura básica nas regiões turísticas, de forma a criar cenários para atrair investimentos privados e melhorar a qualidade de vida das populações que vivem nas regiões turísticas.  
  A melhoria da qualidade dos serviços prestados também foi buscada com mudanças no método de gestão dos municípios com potencial turístico e com a implantação do Programa Nacional de Municipalização do Turismo (PNMT). Este programa, juntamente com a orientação da Organização Mundial de Turismo, foi responsável nos últimos quatro anos, por uma revolução silenciosa que mudou a consciência da comunidade local ao mostrar a importância política do turismo para o desenvolvimento sustentado dos municípios.  
  Foram aplicados US$ 8 bilhões pelo governo federal e estados nos últimos quatro anos. Apenas no Nordeste, sete novos aeroportos foram construídos, 22 mil metros quadrados de patrimônio histórico foram restaurados, 17 projetos de saneamento básico foram executados e 280 quilômetros de estradas foram construídos. A partir dos investimentos públicos, mais US$ 6 bilhões de dólares serão investidos pela iniciativa privada em novos empreendimentos turísticos até 2002.  
  "Investimentos em infra-estrutura são fundamentais. O Brasil nunca será bom para o turista estrangeiro se não for bom primeiro para o brasileiro que mora aqui", afirma Caio Luiz de Carvalho. Para o presidente da Embratur, os investimentos foram responsáveis pela criação e manutenção de milhares de empregos no Brasil.  
  Só na iniciativa privada, 120 mil empregos diretos e 420 mil empregos indiretos serão criados. No setor hoteleiro, cerca de um milhão de empregos já são mantidos, direta ou indiretamente, pela indústria do turismo nacional.  
  De acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT), cada US$ 7 mil deixados no país repercute na manutenção de um emprego. Enquanto na indústria automobilística são necessários R$ 170 mil para gerar um emprego, no turismo apenas R$ 40 mil possibilitam um emprego direto num hotel; R$ 10 mil empregam uma pessoa num restaurante e R$ 50 podem garantir matéria-prima e emprego a um artesão.  
  A atual política de turismo vem promovendo também a descentralização da gestão nos 1.680 municípios com potencial turístico em todo o país, bem como a qualificação profissional daquelas pessoas que já atuavam no setor. Nos últimos dois anos 240 mil pessoas foram qualificadas. Com o Programa Nacional de Municipalização do Turismo (PNMT), agentes de desenvolvimento alemães vieram ao Brasil e formaram 360 agentes multiplicadores brasileiros. Hoje, o país já conta com 3.200 monitores municipais que atuam na conscientização da importância do turismo para as comunidades locais.  
  Em termos de legislação, algumas mudanças foram adotadas para melhorar o desenvolvimento no setor. Até 1996 era proibido, a navios de bandeira estrangeira, fazerem cabotagem na costa brasileira. Uma medida provisória, convertida em lei pelo Congresso Nacional, acabou com a proibição. Atualmente cerca de 40 transatlânticos freqüentam o litoral do Brasil.  
  A mudança da política cambial, no começo de 1999, provocou uma transformação no setor. Ficou mais barato para o turista estrangeiro vir ao Brasil e a meta de crescimento do turismo receptivo, que era de 5%, foi superada. Contabilizando apenas os argentinos, que são os turistas que mais visitam o Brasil, o número deve chegar a 1,6 milhão de pessoas.  
  Mas o turismo interno foi o principal beneficiado pela atual conjuntura. Se antes 52% dos pacotes turísticos vendidos para brasileiros eram para o exterior, com a mudança no câmbio a situação se inverteu. No ano passado, 60% dos pacotes vendidos foram para destinos nacionais e 40% para outros países. Com mais brasileiros viajando dentro do Brasil, a estimativa de crescimento do mercado interno ficou em torno de 20%.  
  Diante deste cenário, o setor do turismo pode ter, no ano de 2000, não só a sua melhor participação no PIB nacional, que vem aumentando progressivamente e em 1998 foi de 3,5%, mas também pode ter a menor diferença entre receita gerada por turistas estrangeiros no Brasil e despesas feitas por brasileiros no exterior. Enquanto de janeiro a setembro de 1998, a conta era deficitária em US$ 3,116 bilhões, no mesmo período do ano passado essa diferença era de US$ 1,02 bilhão.  
  O aumento do fluxo turístico interno pode ser verificado através do número de autorizações de vôos charters concedidas pelo Departamento de Aviação Civil (DAC). Em um ano, 1200 autorizações foram feitas, 970 dos vôos vinham apenas da Argentina. Apesar do alto número de autorizações concedidas, a participação deste tipo de transporte no Brasil ainda é pequena. Por isso, a Embratur estabeleceu como meta para o ano 2000 a implementação de uma política de charters. No Brasil apenas 7% do transporte de turistas é feita dessa forma, enquanto na Europa esse percentual chega a 56%.  
  Para garantir uma parcela do número total de viagens feitas no mundo, que deve triplicar nos próximos 20 anos, a Embratur vai mudar sua estratégia de marketing internacional e aplicar boa parte da verba de promoção do turismo no exterior, que este ano é de US$ 24 milhões, nos vizinhos do Mercosul. Uma campanha com o slogan "Se viajar é sua paixão, o Brasil é o seu destino" deve ser lançada ainda este ano.  
  Para o mercado europeu, a prioridade é investir na divulgação de produtos turísticos brasileiros a ser feita através dos catálogos utilizados pelas agências de viagem. A partir do ano 2000, com o Programa Avança Brasil, o governo brasileiro pretende investir mais em marketing e publicidade, além da continuidade do programa de promoção. Em dólares, o governo pretende investir cerca de US$20 milhões e o propósito maior do presidente do Instituto Brasileiro de Turismo é profissionalizar mais a cadeia produtiva para que se chegue ã excelência na prestação de serviços, possibilitando maior competitividade e investimentos por parte dos empresários do setor turístico nacional.  
  Mercosul - Pesquisa da Organização Mundial do Turismo (OMT) comprova que 80% das viagens feitas no mundo são de curta distância, o que eqüivale a uma média de cinco horas. Como conseqüência desta constatação, o governo brasileiro vem investindo bastante no Mercosul. Os resultados foram bastante positivos.  
  Num período de três anos, o Brasil deixou a 43a posição do ranking da OMT para a 29a posição. De 13 milhões de desembarques nacionais domésticos nos aeroportos brasileiros em 94, o país passou a contabilizar 26 milhões de desembarques no ano de 99 e com a possibilidade de chegar a 29 milhões em 2000.  
  Além da proximidade geográfica, outros fatores mostram que os países do Mercosul são bons alvos para incrementar o turismo brasileiro. Com exceção do Paraguai, todos os demais países apresentam níveis de riqueza e bem-estar da população superiores aos brasileiros. Pesquisa feita pela Universidade de Brasília (UnB) apontou que 60% dos paraguaios, 58% dos argentinos, 48% dos chilenos e 46% dos uruguaios já fizeram viagens internacionais de lazer mais de uma vez.  
  O mesmo estudo aponta que nenhum país domina as preferências da população destes países para viagens internacionais. Mesmo assim, o Brasil aparece como segundo colocado entre os países citados, apenas dois pontos percentuais atrás dos Estados Unidos.  
  Outra estratégia para impulsionar o turismo brasileiro, a ser adotada pela Embratur, será a elaboração de cerca de 200 produtos turísticos que tenham bom preço, qualidade de serviços, criatividade e identidade que os diferenciem das belezas naturais não trabalhadas, que são apenas as matérias-primas do turismo.  
  Esta medida procura seguir uma constatação da OMT de que, no futuro, os destinos de sol e praia ainda serão os preferidos pelos turistas, porém terão mais sucesso aqueles que oferecem diferenciais agregados, a exemplo do ecoturismo e o turismo cultural. Com a diversidade cultural e de ecossistemas, grande característica brasileira, não será difícil encontrar estes diferenciais. A Chapada Diamantina, o Pelourinho e Olinda são algumas opções.  
  "Sol, praia e céu azul existem em qualquer lugar. É preciso vender sol, praia e um diferencial. Tudo isso com qualidade, que em turismo é obrigatório. Esse é o caminho que o Brasil tem", afirma Caio Luiz de Carvalho, presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). "Além disso, o turista não quer mais ser apenas contemplativo. Ele quer ir a um museu e saber da história do quadro e não apenas ficar contemplando", completa.  
   
  Fonte: Embratur  

 

 

 

 

  Imposto Único pode tornar-se realidade (4 a 10/10/2002)  
     
  Autor: Dr.Marcos Cintra  
     
  A estrutura tributária brasileira baseia-se fortemente nos tributos declaratórios. Isto beneficia os grandes sonegadores, os que praticam as mais variadas formas de elisão fiscal e as grandes empresas, que contam com facilidades e recursos para fazerem "planejamento tributário".

Por outro lado, os micro e pequenos empresários e os assalariados são duramente apenados com elevadas cargas tributárias, uma vez que não têm como escapar da fúria fiscalista do governo.

A sociedade se frustrou pelo fato da reforma tributária não ter emplacado. A falta de uma proposta consensual, a ação de lobbies contrários às mudanças e a política fiscalista do governo, cuja prioridade sempre foi arrecadar, foram fatores que, temporariamente, enterraram-na.

Apesar dessa convergência de interesses contrários, o Imposto Único é uma importante demanda social que os congressistas e segmentos da sociedade organizada precisam discutir a fundo na Comissão Especial criada na Câmara dos Deputados.

O projeto do Imposto Único Federal – IUF – (PEC 474/01) consiste na criação de um imposto sobre as transações financeiras para substituir 11 impostos de competência federal. A intenção é aplicar uma alíquota de 1,7% no débito e 1,7% no crédito de cada operação bancária para gerar cerca R$ 190 bilhões/ano. Em compensação seriam eliminados o Imposto de Renda – Pessoa Física, o Imposto de Renda – Pessoa Jurídica, o IPI, a CPMF, a CSLL, a Cofins, o INSS patronal, o IOF, o ITR, o Salário-Educação e as contribuições do Sistema “S”.

A substituição dos onze tributos pelo IUF ocorrerá no sentido de garantir a maior neutralidade possível. O tributo irá alterar apenas as fontes dos recursos. A partilha entre os Estados e os municípios, assim como o financiamento dos fundos, programas e projetos, não se alterarão.

A alíquota de 3,4% (1,7% no débito e 1,7% no crédito) foi obtida visando manter o atual nível da arrecadação federal. Ou seja, o Executivo não perderá receita.

Estados e municípios poderão aderir ao sistema e substituir seus respectivos tributos pelo imposto sobre movimentação financeira. Para isto, o projeto prevê que cada um desses entes públicos realizem plebiscitos junto aos seus cidadãos.

No tocante a tributação do IUF sobre o mercado de capitais o projeto prevê sua incidência apenas sobre o rendimento real do capital, e não sobre o principal.

Conforme simulações técnicas, a implantação do IUF terá forte impacto positivo sobre a atividade produtiva brasileira. A extinção do Imposto de Renda e dos tributos incidentes sobre o consumo proporcionarão ganhos na renda disponível, com conseqüente impacto na demanda interna. Cairá também o impacto dos impostos sobre o custo de produção empresarial. Com menor custo de produção e maior consumo a economia brasileira poderá iniciar um processo de crescimento auto-sustentado e reverter o atual cenário de desemprego e empobrecimento da classe média.

Os trabalhos da Comissão Especial serão fundamentais para que o próximo presidente tenha em 2003 um projeto em condições de ser votado em Plenário, uma vez que a questão tributária deverá ser prioridade número 1 na agenda do país a partir do ano que vem.

Visando unir forças para contrabalançar os poderosos lobbies contrários às mudanças foi lançado em Brasília o Movimento Nacional pela Implantação do Imposto Único Federal (www.impostounicofederal.org.br). O movimento reúne entidades empresariais e 60 parlamentares, entre deputados e senadores, que irão coordenar as ações em prol do projeto em todos os Estados.

A expectativa é que as ações desse movimento, juntamente com os trabalhos da Comissão Especial, contribuam para que o IUF possa tornar-se realidade em 2003, lembrando que, segundo uma pesquisa recente do DataFolha, quase 70% das pessoas que conhecem o projeto são favoráveis à sua implantação.

Marcos Cintra, 57, é doutor em Economia pela Universidade de Harvard (EUA) e professor-titular e vice-presidente da Fundação Getulio Vargas. É deputado federal pela PFL/SP (nº 2522) e autor do projeto do Imposto Único.
 
     
   

 

 

 

 

  (17 a 23/1/2003)  
     
 
FAZENDO PARTE DA SUA VIDA
 
     
 

“A vida da minha família está marcada pelas boas recordações das férias que passamos graças à Banstur. São 15 anos viajando e se hospedando em bons hotéis, com economia. Nunca tivemos qualquer tipo de problema, nem com reservas.”

A declaração acima é do bancário Ubaldo Bispo dos Santos, um dos associados mais antigos da Banstur. Santos é uma das 110 mil pessoas diretamente beneficiadas pela Banstur, que completa 15 anos em 25 de janeiro.

Santos adquiriu em 1988 o primeiro dos seus três títulos Banstur. Assim como para milhares de outros banespianos, a Banstur se apresentava naquele ano para Santos como uma idéia inovadora, que vinha suprir a carência de que se ressentiam os funcionários do Banespa na área de turismo.

A fórmula de sucesso foi criada por um grupo de profissionais que trabalhavam no Banespa, e por isso conhecedores das dificuldades dos colegas. O objetivo era o de imprimir tal filosofia que tornasse a viagem de férias um hábito, quase uma obrigação. A Banstur nascia para auxiliar as pessoas a viajar.

“Uma das maiores vantagens do Sistema Banstur é poder pagar parcelado pela hospedagem”, diz o aposentado Mario Sergio Beltramini Torres, dono de um dos primeiros títulos emitidos pela Banstur, de número 172.

A questão econômica é sem dúvida um ponto alto do Sistema Banstur. Mas não é a única responsável pela consagração desta bem-sucedida fórmula de se fazer turismo, segundo o advogado Roberson Chrispim Valle.

“Um dos maiores atrativos da Banstur é a pré-seleção dos hotéis conveniados. Confio nessa seleção e nunca me decepcionei com a qualidade das acomodações”, afirma Valle, dono de um dos 50 mil títulos já vendidos pela Banstur em seus 15 anos de existência.

Ubaldo Santos concorda com Valle: “A qualidade dos hotéis é um ponto forte, assim como a confiabilidade que a empresa passa, pois, o que a Banstur se compromete a fazer pelo associado, ela faz”, complementa Santos.

CREDIBILIDADE NO MERCADO

A credibilidade conquistada junto aos associados se estende também em relação aos parceiros comerciais e ao mercado em geral.

“A Banstur é uma parceria séria, responsável, competente e está entre nossos 10 maiores clientes”, diz o diretor da operadora CVC, Valter Patriani. Ele destaca a seriedade da Banstur no ato da venda: “A Banstur se preocupa em dar informações corretas sobre os pacotes turísticos, o que agrada muito ao cliente”.

Opinião semelhante tem o diretor da operadora de turismo Visual, Afonso Gomes Louro:“A venda realizada pela Banstur não dá problemas, porque sua equipe é muito bem treinada. Isso evita dores de cabeça para nós e para os clientes”.

Louro destaca ainda o aspecto comercial propriamente dito: “A Banstur tem um potencial enorme, está entre nossos principais clientes porque realiza um trabalho muito bem-feito e é extremamente correta nas relações com seus parceiros”.

O presidente da Flot Operadora Turística, Antonio Aulísio, considera a Banstur “uma empresa de grande responsabilidade junto aos seus clientes quanto aos produtos que vende”.

Aulísio vê como um dos pontos mais positivos da parceria, que já dura cinco anos, o prestígio adquirido pela Flot sendo uma operadora recomendada por uma empresa do porte da Banstur:“Criamos a confiabilidade mútua, agora passaremos a estreitar os laços comerciais e, por que não dizer, de amizade com a Banstur, criando produtos exclusivos para seu público e propiciando vantagens de serviços e de preços”.

PARCERIA COM OS HOTELEIROS

Os hoteleiros são outra parte fundamental do mercado turístico incrementado pela Banstur nesses 15 anos de vida. A seriedade dessa rede de 150 hotéis conveniados no Brasil (além de 38 hotéis cinco estrelas credenciados) e 5 mil credenciados no exterior também contribui para o sucesso da Banstur.

“A parceria com a Banstur é uma garantia de trabalhar com uma empresa sólida, com total credibilidade no mercado”, diz o diretor-comercial do Solar Porto de Galinhas (PE),Otaviano Maroja.

Para Maroja, a parceria de 15 anos só tem a crescer: “A Banstur atua num segmento de mercado atrativo e possui um sistema cooperativo muito bom, no qual o associado paga em pequenas prestações as sete diárias a que tem direito por ano”.

Já o proprietário do Hotel Saveiros (SP), Ignácio Strass, atribui à atenção que a Banstur oferece e ao bom atendimento do seu hotel o sucesso da parceria que dura 15 anos.

“Recebemos muitos associados da Banstur, o que nos gera uma ocupação muito interessante durante o ano inteiro. O balanço que fazemos desses anos todos é muito positivo, pois, nesse período, o Saveiros e a Banstur cresceram juntos”, diz Strass.

Tarcísio Schmitt, proprietário do Hotel Chalé Ponta das Canas (SC), destaca a seriedade e a transparência da Banstur:“A Banstur sempre honrou seus compromissos da maneira mais responsável”.

Schmitt diz que o relacionamento com a Banstur é muito próximo na negociação, para que todos ganhem, sobretudo o associado Banstur:“Fomos sempre muito bem tratados e nunca houve grandes discordâncias, nada que não pudesse ser resolvido e melhorado”.

Segundo Schmitt, neste momento em que muito se fala de questões sociais,“deve-se lembrar que a Banstur desenvolve um trabalho social importantíssimo há 15 anos”. Essa afirmação resume uma verdade. A de que o Sistema Banstur é atualíssimo e de extrema conotação social. Quando criada, há 15 anos, a Banstur estava muito à frente do seu tempo. E hoje continua na vanguarda do mercado turístico brasileiro.


O SUCESSO DA BANSTUR EM NÚMEROS
• 50 MIL TÍTULOS VENDIDOS
• 110 MIL PESSOAS BENEFICIADAS DIRETAMENTE
• 1,8 MILHÃO DE HÓSPEDES NOS HOTÉIS CONVENIADOS
• 3 MILHÕES DE DIÁRIAS UTILIZADAS
• 9 MILHÕES APARTAMENTOS BLOQUEADOS PARA RESERVAS
• 150 HOTÉIS CONVENIADOS NO BRASIL
• 5 MIL HOTÉIS CREDENCIADOS NO EXTERIOR
• 90 CIDADES TURÍSTICAS NO BRASIL E 500 NO EXTERIOR

 
     
   
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H O M E N A G E M (17 a 23/10/2003)
 

Da esquerda para a direita, Marcelo Leone, Aldo Leone, Olga Leone e Aldo Leone Filho

Agaxtur celebra meio século de pioneirismo no turismo brasileiro

A Banstur congratula-se com a Agaxtur Turismo, pelos 50 anos de serviços prestados à comunidade, e por ser uma importante parceira comercial, com fornecimento de produtos turísticos para os associados e clientes Banstur.

Uma viagem a Calábria, terra natal de Aldo Leone, fundador da Agaxtur, inspirou a criação de uma das maiores operadoras de turismo do País

Início da década de 50. A Europa vivia o pós-guerra em polvorosa. Uma viagem de onze meses pela Itália a bordo de um Alfa Romeo conversível. Esse foi o cenário que inspirou Aldo Leone a criar, em outubro de 1953, aos 26 anos de idade, na cidade de Santos, a Agência Auxiliar de Turismo - Agaxtur.

Meio século depois de sua fundação, a família Leone comemora a façanha de já ter embarcado quase um milhão de passageiros em viagens pelo Brasil e pelo mundo. As intempéries da economia não foram suficientes para abalar a solidez da empresa, que sobreviveu aos altos e baixos do turismo ao longo desses cinqüenta anos de existência.

Empreitar-se no segmento de viagens foi uma aventura inspirada no próprio exercício de viajar. "O entusiasmo para fazer do turismo o meu negócio veio com algumas viagens realizadas nos anos 50", conta Aldo Leone. Um desses destinos foram a Argentina e o Chile. "Uma viagem de carro, cheia de aventuras em estradas, na época, pouco recomendáveis", rememora, frisando que "aos 21 anos de idade tudo se agüentava".

A segunda viagem inspiradora foi para a Itália. "Fui rever parentes e a minha pátria. Embarquei no Santa Cruz, um dos primeiros navios do pós-guerra, da Companhia Italmar. Percorri toda a Itália com meu primo, a bordo de um Alfa Romeo conversível, e fomos até a Calábria, onde nasci", lembra com nostalgia o fundador da Agaxtur.

Um exemplo bem sucedido de empresa sob gestão familiar, a Agaxtur foi a pioneira em trazer para a costa brasileira, 40 anos atrás, os glamourosos cruzeiros marítimos. "O objetivo da Agaxtur, desde a sua criação, tem sido encantar o turista brasileiro com a possibilidade de conhecer o Brasil e as maravilhas do mundo", pontua Aldo Leone Filho, Vice-Presidente da Agaxtur.

Ainda celebrando seu cinqüentenário, a Agaxtur inaugura, este mês, em Salvador, sua nova filial, a primeira fora do Estado de São Paulo, que será comandada por Andréa Leone Bastos, filha de Aldo Leone, e Luciano Costa Bastos, que há dois anos administram, na capital baiana, a Sol Turismo, uma empresa de turismo receptivo.

As comemorações ainda incluem o lançamento do livro "50 Anos de Turismo", de autoria do Sr. Aldo Leone, que foi lançado no último dia 14 de outubro.

A empresa acaba de lançar também sua Temporada Al Mare 2003/2004, com os tradicionais navios Costa Allegra e Costa Tropicale, além do Island Escape e do Melody.

O endereço da nova filial da Agaxtur em Salvador é Avenida Anita Garibaldi, 1815 sala 209-A, no bairro de Ondina. Em São Paulo, a matriz da empresa fica na Av. Europa, 884, nos Jardins.

Os produtos turísticos da Agaxtur (navios, pacotes para destinos nacional e internacional) encontram-se disponíveis através da Banstur Operadora.

Fonte
Fábio Camargo
ML&A Comunicações
Av. Brig. Faria Lima, 1903, conj. 81
01451-000 - São Paulo - SP
Tel. (55 11) 3816-2820 r. 201
Fax. (55 11) 3034-0992
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Hotel Zanon - Águas de Lindóia - SP (19 a 24/12/2003)
 
"O relacionamento entre o Hotel Zanon e a Banstur é excelente. A Banstur sempre nos atendeu bem, e sua carteira de clientes é, para nós, altamente qualificada. Também destacamos a seriedade da Banstur, uma empresa idônea como o Hotel Zanon. É uma parceria que realmente desejamos ter longa vida".
Márcia Regina Coelho Silveira (sócia-proprietária do Hotel Zanon)
 
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Catussaba Hotel - Salvador (BA) (26 a 31/12/2003)
 
O acordo firmado com a Banstur tem nos gerado um movimento crescente. O público da Banstur é muito interessante porque são pessoas que gostam de viajar e que efetivamente viajam. Para nós, do Catussaba, é uma satisfação poder oferecer a esse público um algo a mais, a um preço atraente e acessível.”
Thomaz A. Falzoni, gerente comercial do Catussaba Hotel
 
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Atlantica Hotels (2 a 8/1/2004)
 
"A parceria com a Banstur é muito bem-vinda, porque proporciona uma boa divulgação para nós da Atlantica Hotels. Oferecemos não só tarifas vantajosas
para o associado da Banstur, mas, principalmente, hotéis de nível superior, seja na classe luxo ou econômica."
Simone Bonilha, executiva de contas da rede Atlantica Hotels
 
Reservas de hospedagem é com a Banstur!
www.banstur.com.br
 
CENTRAL DE RESERVAS
ASSOCIADO NÃO-ASSOCIADO
(11) 3123-8002
reservas@banstur.com.br
(11) 3123-8003
viagens@banstur.com.br

 

Hotel Saveiros - Ubatuba - SP (9 a 15/1/2004)
 
“Somos parceiros da Banstur desde que ela foi fundada, há 15 anos. Essa união tem se mostrado muito boa para todos, ou seja, para o nosso hotel, para a Banstur e aos seus associados, muitos deles freqüentadores assíduos do Saveiros, se hospedando aqui três, até quatro vezes ao ano.Trata-se de um convênio muito sério, em que se cumprem todos os compromissos de parte a parte, e isso é um dos fatores mais importantes.Além disso tudo, a Banstur ajuda a divulgar o Saveiros, em seus materiais informativos e promocionais.”
Ignácio Strass, proprietário do Hotel Saveiros
 
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