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DEPOIMENTOS
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As
Matérias publicadas no Banstur Online são de inteira
responsabilidade das respectivas Assessorias de Imprensa. A
Banstur atua apenas como veículo de informação
e não se responsabiliza por informações
e/ou datas publicadas.
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Por
que a Banstur é seu melhor parceiro? (17
a 23/7)
| "Credibilidade,
lealdade e confiança são elementos fundamentais numa relação
comercial, e eu encontrei na Banstur o terreno fértil para
semear estes três elementos. |
| Assisti
à Banstur nascer, crescer e se tornar uma grande empresa,
que trouxe ao trade uma nova e importante fatia de consumidores
do mercado paulistano e do interior, um inovador turismo
cooperativo. |
| É
um turismo que estimula a hospedagem durante a baixa temporada
quando é possível oferecer qualidade e preços compatíveis,
fórmula consagrada para o sucesso do Sistema Banstur junto
aos seus associados e hotéis conveniados. |
| Por
todas essas razões considero a Banstur meu melhor parceiro" |
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| Aparecida
Lira Cavalcanti - Gerente Comercial da Rede Luxor Hotéis |

| "Assisti
em muito pouco tempo à rápida expansão da Banstur. |
| O
sistema praticado pela Banstur reveste-se de um "modus
operandi"de grande interesse social, igualado somente
aos praticados nas sociedades mais desenvolvidas. Esse turismo
comunitário permite a grande parcela da população participar
e usufruir de um turismo moderno, flexível e, de baixo custo. |
| O
Grupo Portobello Praia Hotel e Portobello Ondina Praia Hotel
assim como a rede brasileira de hotéis vem sendo grandes
beneficiários desse sistema, que representa hoje uma demanda
de 160.000 diárias ano. |
| Conhecendo
a idoneidade, o passado de realizações, a capacidade administrativa
e operacional dos dirigentes da Banstur, posso afirmar que
a Banstur trará em breve mais novidades para o turismo nacional.
Em razãodo grande incremento dado ao turismo, particularmente
na Bahia e, especialmente em Porto Seguro, e pelas qualidades
inovadoras do sistema, considero a Banstur meu melhor parceiro" |
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| Dr.
Cícero Sena - Diretor Presidente do Grupo Portobello |
| Portobello
Praia Hotel |
| Porto
Seguro
Portobello
Ondina Praia Hotel |
| Salvador
Portobello
Hotéis e Turismo Ltda. |
| Portobello
Viagens e Turismo Ltda. |
| Portobello
Empreendimentos e Construções Ltda. |

| "O
Turismo Nacional e o Turismo de Santa Catarina - Florianópolis,
Itapema e Balneário de Camboriú - através de sua rede hoteleira
descobriram uma nova força empresarial - o moderno turismo
que se chama Banstur. |
| A
Banstur consegue aglutinar, num sistema cooperativo de turismo,
famílias inteiras, de todos os Estados brasileiros em suas
programações de férias e lazer, hospedando esse contigente
em mais de 120 hotéis conveniados. A hotelaria só ganha
com esse turismo social. |
| A
Banstur encaminha seus associados e clientes, em baixa e
alta temporada, de domingo a domingo, com média de permanência
de 6 dias. |
| Pela
maneira correta nas tratativas comerciais, pela organização
e prática moderna e avançada de turismo, considero a Banstur
meu melhor parceiro". |
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| Dr.
Luiz Carlos Nunes
Diretor
do Hotel Beira Mar (Itapema) |

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Pontualidade
nos compromissos, rigor operacional, agilidade e eficiência
no sistema de reservas são qualidades comerciais da Banstur
que conquistaram a diretoria e funcionários do Ponta das
Canas Praia Hotel e do Chalés Ponta das Canas. |
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Operacionalmente,
a Banstur concorre para equilibrar o fluxo da demanda de
nossos hóspedes, sobretudo na baixa temporada. |
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Como
o Hotel e os Chalés Ponta das Canas oferecem excelentes
acomodações e área de lazer, passamos a nos beneficiar da
fidelidade dos associados Banstur, que retornam em muitas
outras oportunidades, indicando parentes e amigos. |
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O
associado Banstur, por seu comportamento correto, pela forma
tranquila de acomodar-se ao hotel e sempre em companhia
de familiares, representa um modelo de hóspede que todo
hotel deseja ter.
Para
a hotelaria da região de Florianópolis a Banstur representou
a chegada de novos contingentes de hóspedes, durante o ano
todo.
Esse
dinamismo empresarial contribuiu decisivamente para a Banstur
ser meu melhor parceiro. |
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Tarsisio
Schmitt |
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Diretor
do Hotel Ponta das Canas e do Chalés Ponta da Canas |
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O
Moinho Hotel
(Campos do Jordão) |
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No
momento em que passei a trabalhar com a Banstur
tive um grande impulso nos negócios. A Banstur possibilitou
eliminar a sazonalidade no hotel. Os associados
Banstur ajudaram a divulga "O Moinho"entre
seus parentes e amigos, formando uma corrente positiva,
com novos hóspedes. A forma correta, justa e amiga
como sempre fui tratado pela Diretoria da Banstur
ensinaram-me a admirar essa bem sucedida empresa.
A
Banstur representou um divisor de águas para o "O
Moinho. Antes e depois da Banstur. Por
todas essas condições considero a Banstur meu melhor
parceiro. |
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Ismael
Antonio Gomes da Luz |
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Diretor
Presidente do "O Moinho Hotel" |
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Presidente
da Jordanense Malhas - Campos do Jordão |
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Turismo no Brasil - Novos Rumos |
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Com
uma receita de US$ 3,678 bilhões de divisas para
o país e atuando sobre 53 segmentos diferentes da
economia, a indústria do turismo, hoje, vem crescendo
de maneira extremamente veloz em todo o mundo, garantindo
um avanço econômico-social das mais diversas regiões
e possibilitando, assim, a expansão do mercado de
trabalho. Em 1998, 4,8 milhôes de turistas estrangeiros
visitaram o país com a perspectiva atual de aumento
para 5,3 milhões que repercutirão em um aumento
superior a 10%. |
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Comparado
a outros ítens importantes da pauta de exportações
brasileira, o crescimento da receita gerada com
o turismo é impressionante. Apenas entre 97 e 98,
este aumento foi de 41%, 28 pontos percentuais acima
do crescimento da receita do minério de ferro, exportado
no mesmo período, e 30 pontos acima do valor gerado
com a exportação de açúcar. Em volume de divisas,
só perde para a soja. |
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A
explicação para o desempenho do setor está na política
adotada pelo governo Fernando Henrique Cardoso em
1995, quando entidades de classe e secretários de
Indústria, Comércio e Turismo elaboraram o Plano
Nacional de Turismo. A partir da elaboração deste
Plano, o governo federal passou a abraçar o turismo
como atividade estratégica de desenvolvimento e
várias mudanças foram feitas favorecendo a indústria
do turismo. |
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"Nós
acreditávamos que turista tinha que cair do céu
porque o Brasil era lindo por natureza. Com isso
nós perdemos muito tempo. Agora, o governo federal
entende que o turismo é um fato econômico e social
e nós resolvemos sepultar os factóides e abraçar
as causas estruturais", afirma o presidente
do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Caio
Luiz de Carvalho. |
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O
turismo foi levado a status ministerial com a criação
do Ministério da Indústria, Comércio e Turismo.
Através das Câmaras Setoriais, houve condições de
trabalhar o produto turístico brasileiro criando
maiores estratégias que possibilitaram maior união
entre a sociedade e as entidades de classe. |
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Investimentos
– Primeiramente, constatou-se a necessidade
de investimentos em infra-estrutura básica nas regiões
turísticas, de forma a criar cenários para atrair
investimentos privados e melhorar a qualidade de
vida das populações que vivem nas regiões turísticas.
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A
melhoria da qualidade dos serviços prestados também
foi buscada com mudanças no método de gestão dos
municípios com potencial turístico e com a implantação
do Programa Nacional de Municipalização do Turismo
(PNMT). Este programa, juntamente com a orientação
da Organização Mundial de Turismo, foi responsável
nos últimos quatro anos, por uma revolução silenciosa
que mudou a consciência da comunidade local ao mostrar
a importância política do turismo para o desenvolvimento
sustentado dos municípios. |
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Foram
aplicados US$ 8 bilhões pelo governo federal e estados
nos últimos quatro anos. Apenas no Nordeste, sete
novos aeroportos foram construídos, 22 mil metros
quadrados de patrimônio histórico foram restaurados,
17 projetos de saneamento básico foram executados
e 280 quilômetros de estradas foram construídos.
A partir dos investimentos públicos, mais US$ 6
bilhões de dólares serão investidos pela iniciativa
privada em novos empreendimentos turísticos até
2002. |
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"Investimentos
em infra-estrutura são fundamentais. O Brasil nunca
será bom para o turista estrangeiro se não for bom
primeiro para o brasileiro que mora aqui",
afirma Caio Luiz de Carvalho. Para o presidente
da Embratur, os investimentos foram responsáveis
pela criação e manutenção de milhares de empregos
no Brasil. |
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Só
na iniciativa privada, 120 mil empregos diretos
e 420 mil empregos indiretos serão criados. No setor
hoteleiro, cerca de um milhão de empregos já são
mantidos, direta ou indiretamente, pela indústria
do turismo nacional. |
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De
acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT),
cada US$ 7 mil deixados no país repercute na manutenção
de um emprego. Enquanto na indústria automobilística
são necessários R$ 170 mil para gerar um emprego,
no turismo apenas R$ 40 mil possibilitam um emprego
direto num hotel; R$ 10 mil empregam uma pessoa
num restaurante e R$ 50 podem garantir matéria-prima
e emprego a um artesão. |
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A
atual política de turismo vem promovendo também
a descentralização da gestão nos 1.680 municípios
com potencial turístico em todo o país, bem como
a qualificação profissional daquelas pessoas que
já atuavam no setor. Nos últimos dois anos 240 mil
pessoas foram qualificadas. Com o Programa Nacional
de Municipalização do Turismo (PNMT), agentes de
desenvolvimento alemães vieram ao Brasil e formaram
360 agentes multiplicadores brasileiros. Hoje, o
país já conta com 3.200 monitores municipais que
atuam na conscientização da importância do turismo
para as comunidades locais. |
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Em
termos de legislação, algumas mudanças foram adotadas
para melhorar o desenvolvimento no setor. Até 1996
era proibido, a navios de bandeira estrangeira,
fazerem cabotagem na costa brasileira. Uma medida
provisória, convertida em lei pelo Congresso Nacional,
acabou com a proibição. Atualmente cerca de 40 transatlânticos
freqüentam o litoral do Brasil. |
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A
mudança da política cambial, no começo de 1999,
provocou uma transformação no setor. Ficou mais
barato para o turista estrangeiro vir ao Brasil
e a meta de crescimento do turismo receptivo, que
era de 5%, foi superada. Contabilizando apenas os
argentinos, que são os turistas que mais visitam
o Brasil, o número deve chegar a 1,6 milhão de pessoas. |
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Mas
o turismo interno foi o principal beneficiado pela
atual conjuntura. Se antes 52% dos pacotes turísticos
vendidos para brasileiros eram para o exterior,
com a mudança no câmbio a situação se inverteu.
No ano passado, 60% dos pacotes vendidos foram para
destinos nacionais e 40% para outros países. Com
mais brasileiros viajando dentro do Brasil, a estimativa
de crescimento do mercado interno ficou em torno
de 20%. |
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Diante
deste cenário, o setor do turismo pode ter, no ano
de 2000, não só a sua melhor participação no PIB
nacional, que vem aumentando progressivamente e
em 1998 foi de 3,5%, mas também pode ter a menor
diferença entre receita gerada por turistas estrangeiros
no Brasil e despesas feitas por brasileiros no exterior.
Enquanto de janeiro a setembro de 1998, a conta
era deficitária em US$ 3,116 bilhões, no mesmo período
do ano passado essa diferença era de US$ 1,02 bilhão. |
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O
aumento do fluxo turístico interno pode ser verificado
através do número de autorizações de vôos charters
concedidas pelo Departamento de Aviação Civil (DAC).
Em um ano, 1200 autorizações foram feitas, 970 dos
vôos vinham apenas da Argentina. Apesar do alto
número de autorizações concedidas, a participação
deste tipo de transporte no Brasil ainda é pequena.
Por isso, a Embratur estabeleceu como meta para
o ano 2000 a implementação de uma política de charters.
No Brasil apenas 7% do transporte de turistas é
feita dessa forma, enquanto na Europa esse percentual
chega a 56%. |
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Para
garantir uma parcela do número total de viagens
feitas no mundo, que deve triplicar nos próximos
20 anos, a Embratur vai mudar sua estratégia de
marketing internacional e aplicar boa parte da verba
de promoção do turismo no exterior, que este ano
é de US$ 24 milhões, nos vizinhos do Mercosul. Uma
campanha com o slogan "Se viajar é sua paixão,
o Brasil é o seu destino" deve ser lançada
ainda este ano. |
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Para
o mercado europeu, a prioridade é investir na divulgação
de produtos turísticos brasileiros a ser feita através
dos catálogos utilizados pelas agências de viagem.
A partir do ano 2000, com o Programa Avança Brasil,
o governo brasileiro pretende investir mais em marketing
e publicidade, além da continuidade do programa
de promoção. Em dólares, o governo pretende investir
cerca de US$20 milhões e o propósito maior do presidente
do Instituto Brasileiro de Turismo é profissionalizar
mais a cadeia produtiva para que se chegue ã excelência
na prestação de serviços, possibilitando maior competitividade
e investimentos por parte dos empresários do setor
turístico nacional. |
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Mercosul
- Pesquisa da Organização Mundial do Turismo (OMT)
comprova que 80% das viagens feitas no mundo são
de curta distância, o que eqüivale a uma média de
cinco horas. Como conseqüência desta constatação,
o governo brasileiro vem investindo bastante no
Mercosul. Os resultados foram bastante positivos. |
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Num
período de três anos, o Brasil deixou a 43a posição
do ranking da OMT para a 29a posição. De 13 milhões
de desembarques nacionais domésticos nos aeroportos
brasileiros em 94, o país passou a contabilizar
26 milhões de desembarques no ano de 99 e com a
possibilidade de chegar a 29 milhões em 2000. |
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Além
da proximidade geográfica, outros fatores mostram
que os países do Mercosul são bons alvos para incrementar
o turismo brasileiro. Com exceção do Paraguai, todos
os demais países apresentam níveis de riqueza e
bem-estar da população superiores aos brasileiros.
Pesquisa feita pela Universidade de Brasília (UnB)
apontou que 60% dos paraguaios, 58% dos argentinos,
48% dos chilenos e 46% dos uruguaios já fizeram
viagens internacionais de lazer mais de uma vez. |
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O
mesmo estudo aponta que nenhum país domina as preferências
da população destes países para viagens internacionais.
Mesmo assim, o Brasil aparece como segundo colocado
entre os países citados, apenas dois pontos percentuais
atrás dos Estados Unidos. |
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Outra
estratégia para impulsionar o turismo brasileiro,
a ser adotada pela Embratur, será a elaboração de
cerca de 200 produtos turísticos que tenham bom
preço, qualidade de serviços, criatividade e identidade
que os diferenciem das belezas naturais não trabalhadas,
que são apenas as matérias-primas do turismo. |
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Esta
medida procura seguir uma constatação da OMT de
que, no futuro, os destinos de sol e praia ainda
serão os preferidos pelos turistas, porém terão
mais sucesso aqueles que oferecem diferenciais agregados,
a exemplo do ecoturismo e o turismo cultural. Com
a diversidade cultural e de ecossistemas, grande
característica brasileira, não será difícil encontrar
estes diferenciais. A Chapada Diamantina, o Pelourinho
e Olinda são algumas opções. |
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"Sol,
praia e céu azul existem em qualquer lugar. É preciso
vender sol, praia e um diferencial. Tudo isso com
qualidade, que em turismo é obrigatório. Esse é
o caminho que o Brasil tem", afirma Caio Luiz
de Carvalho, presidente do Instituto Brasileiro
de Turismo (Embratur). "Além disso, o turista
não quer mais ser apenas contemplativo. Ele quer
ir a um museu e saber da história do quadro e não
apenas ficar contemplando", completa. |
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Fonte:
Embratur |
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Imposto
Único pode tornar-se realidade (4
a 10/10/2002) |
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Autor:
Dr.Marcos Cintra |
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A
estrutura tributária brasileira baseia-se fortemente
nos tributos declaratórios. Isto beneficia os
grandes sonegadores, os que praticam as mais variadas
formas de elisão fiscal e as grandes empresas,
que contam com facilidades e recursos para fazerem "planejamento
tributário".
Por outro lado, os micro e pequenos empresários
e os assalariados são duramente apenados com
elevadas cargas tributárias, uma vez que não
têm como escapar da fúria fiscalista do
governo.
A sociedade se frustrou pelo fato da reforma tributária
não ter emplacado. A falta de uma proposta consensual,
a ação de lobbies contrários às
mudanças e a política fiscalista do governo,
cuja prioridade sempre foi arrecadar, foram fatores
que, temporariamente, enterraram-na.
Apesar dessa convergência de interesses contrários,
o Imposto Único é uma importante demanda
social que os congressistas e segmentos da sociedade
organizada precisam discutir a fundo na Comissão
Especial criada na Câmara dos Deputados.
O projeto do Imposto Único Federal IUF
(PEC 474/01) consiste na criação
de um imposto sobre as transações financeiras
para substituir 11 impostos de competência federal.
A intenção é aplicar uma alíquota
de 1,7% no débito e 1,7% no crédito de
cada operação bancária para gerar
cerca R$ 190 bilhões/ano. Em compensação
seriam eliminados o Imposto de Renda Pessoa Física,
o Imposto de Renda Pessoa Jurídica, o
IPI, a CPMF, a CSLL, a Cofins, o INSS patronal, o IOF,
o ITR, o Salário-Educação e as
contribuições do Sistema S.
A substituição dos onze tributos pelo
IUF ocorrerá no sentido de garantir a maior neutralidade
possível. O tributo irá alterar apenas
as fontes dos recursos. A partilha entre os Estados
e os municípios, assim como o financiamento dos
fundos, programas e projetos, não se alterarão.
A alíquota de 3,4% (1,7% no débito e 1,7%
no crédito) foi obtida visando manter o atual
nível da arrecadação federal. Ou
seja, o Executivo não perderá receita.
Estados e municípios poderão aderir ao
sistema e substituir seus respectivos tributos pelo
imposto sobre movimentação financeira.
Para isto, o projeto prevê que cada um desses
entes públicos realizem plebiscitos junto aos
seus cidadãos.
No tocante a tributação do IUF sobre o
mercado de capitais o projeto prevê sua incidência
apenas sobre o rendimento real do capital, e não
sobre o principal.
Conforme simulações técnicas, a
implantação do IUF terá forte impacto
positivo sobre a atividade produtiva brasileira. A extinção
do Imposto de Renda e dos tributos incidentes sobre
o consumo proporcionarão ganhos na renda disponível,
com conseqüente impacto na demanda interna. Cairá
também o impacto dos impostos sobre o custo de
produção empresarial. Com menor custo
de produção e maior consumo a economia
brasileira poderá iniciar um processo de crescimento
auto-sustentado e reverter o atual cenário de
desemprego e empobrecimento da classe média.
Os trabalhos da Comissão Especial serão
fundamentais para que o próximo presidente tenha
em 2003 um projeto em condições de ser
votado em Plenário, uma vez que a questão
tributária deverá ser prioridade número
1 na agenda do país a partir do ano que vem.
Visando unir forças para contrabalançar
os poderosos lobbies contrários às mudanças
foi lançado em Brasília o Movimento Nacional
pela Implantação do Imposto Único
Federal (www.impostounicofederal.org.br).
O movimento reúne entidades empresariais e 60
parlamentares, entre deputados e senadores, que irão
coordenar as ações em prol do projeto
em todos os Estados.
A expectativa é que as ações desse
movimento, juntamente com os trabalhos da Comissão
Especial, contribuam para que o IUF possa tornar-se
realidade em 2003, lembrando que, segundo uma pesquisa
recente do DataFolha, quase 70% das pessoas que conhecem
o projeto são favoráveis à sua
implantação.
Marcos Cintra, 57, é doutor em Economia pela
Universidade de Harvard (EUA) e professor-titular e
vice-presidente da Fundação Getulio Vargas.
É deputado federal pela PFL/SP (nº 2522)
e autor do projeto do Imposto Único.
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(17
a 23/1/2003) |
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| FAZENDO
PARTE DA SUA VIDA |
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A
vida da minha família está marcada pelas
boas recordações das férias que
passamos graças à Banstur. São
15 anos viajando e se hospedando em bons hotéis,
com economia. Nunca tivemos qualquer tipo de problema,
nem com reservas.
A
declaração acima é do bancário
Ubaldo Bispo dos Santos, um dos associados
mais antigos da Banstur. Santos é uma das 110
mil pessoas diretamente beneficiadas pela Banstur,
que completa 15 anos em 25 de janeiro.
Santos adquiriu em 1988 o primeiro dos seus três
títulos Banstur. Assim como para milhares de
outros banespianos, a Banstur se apresentava naquele
ano para Santos como uma idéia inovadora, que
vinha suprir a carência de que se ressentiam
os funcionários do Banespa na área de
turismo.
A fórmula de sucesso foi criada por um grupo
de profissionais que trabalhavam no Banespa, e por
isso conhecedores das dificuldades dos colegas. O
objetivo era o de imprimir tal filosofia que tornasse
a viagem de férias um hábito, quase
uma obrigação. A Banstur nascia para
auxiliar as pessoas a viajar.
Uma das maiores vantagens do Sistema Banstur
é poder pagar parcelado pela hospedagem,
diz o aposentado Mario Sergio Beltramini Torres,
dono de um dos primeiros títulos emitidos pela
Banstur, de número 172.
A questão econômica é sem dúvida
um ponto alto do Sistema Banstur. Mas não é
a única responsável pela consagração
desta bem-sucedida fórmula de se fazer turismo,
segundo o advogado Roberson Chrispim Valle.
Um
dos maiores atrativos da Banstur é a pré-seleção
dos hotéis conveniados. Confio nessa seleção
e nunca me decepcionei com a qualidade das acomodações,
afirma Valle, dono de um dos 50 mil títulos
já vendidos pela Banstur em seus 15 anos de
existência.
Ubaldo Santos concorda com Valle: A qualidade
dos hotéis é um ponto forte, assim como
a confiabilidade que a empresa passa, pois, o que
a Banstur se compromete a fazer pelo associado, ela
faz, complementa Santos.
CREDIBILIDADE
NO MERCADO
A
credibilidade conquistada junto aos associados se
estende também em relação aos
parceiros comerciais e ao mercado em geral.
A Banstur é uma parceria séria,
responsável, competente e está entre
nossos 10 maiores clientes, diz o diretor da
operadora CVC, Valter Patriani. Ele destaca a seriedade
da Banstur no ato da venda: A Banstur se preocupa
em dar informações corretas sobre os
pacotes turísticos, o que agrada muito ao cliente.
Opinião semelhante tem o diretor da operadora
de turismo Visual, Afonso Gomes Louro:A venda
realizada pela Banstur não dá problemas,
porque sua equipe é muito bem treinada. Isso
evita dores de cabeça para nós e para
os clientes.
Louro destaca ainda o aspecto comercial propriamente
dito: A Banstur tem um potencial enorme, está
entre nossos principais clientes porque realiza um
trabalho muito bem-feito e é extremamente correta
nas relações com seus parceiros.
O presidente da Flot Operadora Turística, Antonio
Aulísio, considera a Banstur uma empresa
de grande responsabilidade junto aos seus clientes
quanto aos produtos que vende.
Aulísio vê como um dos pontos mais positivos
da parceria, que já dura cinco anos, o prestígio
adquirido pela Flot sendo uma operadora recomendada
por uma empresa do porte da Banstur:Criamos
a confiabilidade mútua, agora passaremos a
estreitar os laços comerciais e, por que não
dizer, de amizade com a Banstur, criando produtos
exclusivos para seu público e propiciando vantagens
de serviços e de preços.
PARCERIA
COM OS HOTELEIROS
Os
hoteleiros são outra parte fundamental do mercado
turístico incrementado pela Banstur nesses
15 anos de vida. A seriedade dessa rede de 150 hotéis
conveniados no Brasil (além de 38
hotéis cinco estrelas credenciados) e 5
mil credenciados no exterior também contribui
para o sucesso da Banstur.
A parceria com a Banstur é uma garantia
de trabalhar com uma empresa sólida, com total
credibilidade no mercado, diz o diretor-comercial
do Solar Porto de Galinhas (PE),Otaviano Maroja.
Para Maroja, a parceria de 15 anos só tem a
crescer: A Banstur atua num segmento de mercado
atrativo e possui um sistema cooperativo muito bom,
no qual o associado paga em pequenas prestações
as sete diárias a que tem direito por ano.
Já o proprietário do Hotel Saveiros
(SP), Ignácio Strass, atribui à atenção
que a Banstur oferece e ao bom atendimento do seu
hotel o sucesso da parceria que dura 15 anos.
Recebemos muitos associados da Banstur, o que
nos gera uma ocupação muito interessante
durante o ano inteiro. O balanço que fazemos
desses anos todos é muito positivo, pois, nesse
período, o Saveiros e a Banstur cresceram juntos,
diz Strass.
Tarcísio Schmitt, proprietário do Hotel
Chalé Ponta das Canas (SC), destaca a seriedade
e a transparência da Banstur:A Banstur
sempre honrou seus compromissos da maneira mais responsável.
Schmitt diz que o relacionamento com a Banstur é
muito próximo na negociação,
para que todos ganhem, sobretudo o associado Banstur:Fomos
sempre muito bem tratados e nunca houve grandes discordâncias,
nada que não pudesse ser resolvido e melhorado.
Segundo Schmitt, neste momento em que muito se fala
de questões sociais,deve-se lembrar que
a Banstur desenvolve um trabalho social importantíssimo
há 15 anos. Essa afirmação
resume uma verdade. A de que o Sistema Banstur é
atualíssimo e de extrema conotação
social. Quando criada, há 15 anos, a Banstur
estava muito à frente do seu tempo. E hoje
continua na vanguarda do mercado turístico
brasileiro.
O SUCESSO
DA BANSTUR EM NÚMEROS
50 MIL TÍTULOS VENDIDOS
110 MIL PESSOAS BENEFICIADAS
DIRETAMENTE
1,8 MILHÃO DE HÓSPEDES NOS HOTÉIS
CONVENIADOS
3 MILHÕES DE DIÁRIAS
UTILIZADAS
9 MILHÕES APARTAMENTOS BLOQUEADOS PARA
RESERVAS
150 HOTÉIS CONVENIADOS
NO BRASIL
5 MIL HOTÉIS CREDENCIADOS NO EXTERIOR
90 CIDADES TURÍSTICAS
NO BRASIL E 500 NO EXTERIOR
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BANSTUR
VENDAS E REPRESENTAÇÕES LTDA.
Fone: (11) 3123-8005 / 3123-8000 R: 333 e 336
ou e-mail:
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Largo
do Arouche, 24 - 2º andar - São Paulo -
SP - CEP 01219-010
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| H
O M E N A G E M (17
a 23/10/2003) |
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| Da
esquerda para a direita, Marcelo Leone, Aldo
Leone, Olga Leone e Aldo Leone Filho |
Agaxtur
celebra meio século de pioneirismo no turismo
brasileiro
A
Banstur congratula-se com a Agaxtur Turismo, pelos
50 anos de serviços prestados à comunidade,
e por ser uma importante parceira comercial, com fornecimento
de produtos turísticos para os associados e
clientes Banstur.
Uma
viagem a Calábria, terra natal de Aldo Leone,
fundador da Agaxtur, inspirou a criação
de uma das maiores operadoras de turismo do País
Início
da década de 50. A Europa vivia o pós-guerra
em polvorosa. Uma viagem de onze meses pela Itália
a bordo de um Alfa Romeo conversível. Esse
foi o cenário que inspirou Aldo Leone a criar,
em outubro de 1953, aos 26 anos de idade, na cidade
de Santos, a Agência Auxiliar de Turismo - Agaxtur.
Meio
século depois de sua fundação,
a família Leone comemora a façanha de
já ter embarcado quase um milhão de
passageiros em viagens pelo Brasil e pelo mundo. As
intempéries da economia não foram suficientes
para abalar a solidez da empresa, que sobreviveu aos
altos e baixos do turismo ao longo desses cinqüenta
anos de existência.
Empreitar-se
no segmento de viagens foi uma aventura inspirada
no próprio exercício de viajar. "O
entusiasmo para fazer do turismo o meu negócio
veio com algumas viagens realizadas nos anos 50",
conta Aldo Leone. Um desses destinos foram a Argentina
e o Chile. "Uma viagem de carro, cheia de aventuras
em estradas, na época, pouco recomendáveis",
rememora, frisando que "aos 21 anos de idade
tudo se agüentava".
A
segunda viagem inspiradora foi para a Itália.
"Fui rever parentes e a minha pátria.
Embarquei no Santa Cruz, um dos primeiros navios do
pós-guerra, da Companhia Italmar. Percorri
toda a Itália com meu primo, a bordo de um
Alfa Romeo conversível, e fomos até
a Calábria, onde nasci", lembra com nostalgia
o fundador da Agaxtur.
Um exemplo bem sucedido de empresa sob gestão
familiar, a Agaxtur foi a pioneira em trazer para
a costa brasileira, 40 anos atrás, os glamourosos
cruzeiros marítimos. "O objetivo da Agaxtur,
desde a sua criação, tem sido encantar
o turista brasileiro com a possibilidade de conhecer
o Brasil e as maravilhas do mundo", pontua Aldo
Leone Filho, Vice-Presidente da Agaxtur.
Ainda
celebrando seu cinqüentenário, a Agaxtur
inaugura, este mês, em Salvador, sua nova filial,
a primeira fora do Estado de São Paulo, que
será comandada por Andréa Leone Bastos,
filha de Aldo Leone, e Luciano Costa Bastos, que há
dois anos administram, na capital baiana, a Sol Turismo,
uma empresa de turismo receptivo.
As
comemorações ainda incluem o lançamento
do livro "50 Anos de Turismo", de autoria
do Sr. Aldo Leone, que foi lançado no último
dia 14 de outubro.
A
empresa acaba de lançar também sua Temporada
Al Mare 2003/2004, com os tradicionais navios Costa
Allegra e Costa Tropicale, além do Island Escape
e do Melody.
O
endereço da nova filial da Agaxtur em Salvador
é Avenida Anita Garibaldi, 1815 sala 209-A,
no bairro de Ondina. Em São Paulo, a matriz
da empresa fica na Av. Europa, 884, nos Jardins.
Os
produtos turísticos da Agaxtur (navios, pacotes
para destinos nacional e internacional) encontram-se
disponíveis através da Banstur Operadora.
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Fonte
Fábio Camargo
ML&A Comunicações
Av. Brig. Faria Lima, 1903, conj. 81
01451-000 - São Paulo - SP
Tel. (55 11) 3816-2820 r. 201
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de hospedagem é com a Banstur! |
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BANSTUR
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(11) 3123-8003 ou viagens@banstur.com.br
Largo do Arouche, 24 - 2º andar - São Paulo
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| Hotel
Zanon - Águas de Lindóia - SP
(19
a 24/12/2003) |
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"O
relacionamento entre o Hotel Zanon e a Banstur é
excelente. A Banstur sempre nos atendeu bem, e sua carteira
de clientes é, para nós, altamente qualificada.
Também destacamos a seriedade da Banstur, uma
empresa idônea como o Hotel Zanon. É uma
parceria que realmente desejamos ter longa vida". |
| Márcia
Regina Coelho Silveira (sócia-proprietária
do Hotel Zanon) |
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