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Aproveite as férias com saúde
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Conheça os direitos do viajante
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O que fazer com os animais de estimação durante as férias?
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Como passar um dia ao sol sem estragar a sua pele
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Nas viagens longas de férias, evite o inchaço nas pernas e a TVP
Minha bagagem não chegou: o que devo fazer?
Dicas para curtir com segurança as férias sobre duas rodas

 

 

 

Aproveite as férias com saúde
 
Gripe, febre, desarranjo intestinal e mal-estar podem estragar uma viagem de férias. Por isso, antes de fechar as malas, o turista precisa se prevenir para aproveitar bem o tempo livre. Durante o passeio, também deve tomar alguns cuidados para não levar de lembrança de lugares paradisíacos doenças como hepatite A, febre amarela, febre tifóide, malária, meningite meningogócita A + C, raiva. Para evitar essas e outras doenças existe a Medicina de Viajantes, cujo trabalho tem basicamente caráter preventivo.

"Embora novo no Brasil, este ramo da Medicina já existe há muito tempo em alguns países como Austrália, França, Inglaterra e Estados Unidos", explica Jessé Alves, do Núcleo de Medicina do Viajante do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e representante brasileiro da Sociedade Latino-Americana de Medicina do Viajantes, lançada em dezembro com apoio dos laboratórios Aventis Pasteur e GlaxoSmithKline.

As doenças cardiovasculares são as que mais atingem os viajantes, seguidas das doenças infecciosas e tropicais.
Segundo a Enciclopédia Médica Cirúrgica, as diarréias representam 50 a 68% dos problemas de saúde deste grupo, seguido das infecções respiratórias (14 a 31%) e de febre (12 a 15%).

Para evitar esse quadro, o especialista em Medicina de Viagem avalia as condições físicas do paciente antes da partida, quando prescreve um programa de vacinação e informa as precauções a serem tomadas. O trabalho se desenvolve a partir do local da visita, tempo de permanência, época do ano, meio de transporte, hábitos locais, tipo de turismo desenvolvido (de lazer, negócios, ecoturismo), características do viajante (origem, idade, doenças pré-existentes).

DOENÇAS EVITADAS COM VACINAS
O calendário oficial de vacinas no Brasil inclui a maioria das vacinas indicadas para os viajantes, principalmente para crianças (sarampo, caxumba, rubéola, difteria, tétano, coqueluche, tuberculose, poliomielite, hepatite B, Haemophilus influenzae tipo b - Hib). Entretanto certas
particularidades devem ser observadas:

  • Sarampo, caxumba e rubéola - Muitas pessoas chegaram à fase adulta sem terem sido imunizadas porque, há 20 anos não existiam vacinas contra essas doenças. Por isso se recomenda a vacinação de jovens e adultos. Os pais devem antecipar a vacina para crianças que vão para áreas com altas taxas de sarampo (alguns países da África e da Europa Ocidental), que podem receber a vacina monovalente a partir dos 6 meses de idade, e a tríplice viral a partir dos 12 meses de idade.
  • Difteria-tétano - As crianças já são imunizadas no calendário oficial de vacinas. Mas, os adultos e os idosos devem ficar atentos e em dia com a dose de reforço dupla Adulto (DT), tomada a cada 10 anos.
  • Febre-amarela - Existente na África e na América do Sul, esta doença prevalece nos estados brasileiros do Acre, Amapá, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima, Amazonas, Goiás, Pará e Distrito Federal. Disponível nos postos de saúde, a vacina deve ser tomada 10 dias antes da viagem.
  • Meningite meningocócica A + C - Os peregrinos a Meca e Medina precisam tomar a vacina, conforme as leis da Arábia Saudita. A imunização é indicada para aqueles que se dirigem ainda para a região sub-saárica da África, conhecida como "cinturão da meningite"
  • Varicela (catapora) - A vacina pode ser administrada a partir de 12 meses de idade. É recomendada a pessoas que nunca contraíram a doença em qualquer viagem e localidade.
  • Gripe (influenza) - Quando a viagem acontecer durante a temporada de gripe (em geral do final do outono ao início da primavera do país de destino), o turista deve se imunizar contra o vírus, junto com a vacina contra
    pneumococo, principalmente os idosos. Surtos de influenza têm sido registrados em navios de cruzeiros, muitos deles de luxo.
  • Raiva - A vacinação profilática pré e pós-exposição contra raiva é indicada para países da África e do sul e sudeste da Ásia onde a raiva canina é comum e a profilaxia pós-contato muitas vezes é de difícil obtenção e má qualidade. Exploradores, guias e praticantes de ecoturismo devem ser vacinados, porque o vírus é disseminado por animais selvagens. O morcego é o principal portador do vírus da raiva e pode transmiti-lo por mordidas ou pelas fezes.
  • Hepatite A -Por se tratar de uma doença transmitida via alimentos e água contaminada, recomenda-se a vacinação, principalmente para locais sem saneamento básico - praias desertas, matas, vilarejos. Quanto maior a idade em que essa doença é adquirida, maior é a gravidade do quadro.
  • Febre Tifóide - A vacina é indicada para quem viaja a países em desenvolvimento da Ásia, África e América do Sul. No Brasil, as áreas mais afetadas estão nos estados do Norte e Nordeste, onde existe maior problema de saneamento básico.

DOENÇAS TRANSMITIDAS POR INSETOS, ALIMENTOS E ÁGUA

Não existem vacinas contra várias doenças transmitidas por insetos - como dengue, malária, etc. No caso da malária, a prevenção é feita com base em medicamentos derivados de quinino. Para as demais doenças, o viajante deve usar sempre um bom repelente (com no mínimo 30% de DEET), sobre o protetor solar, e reaplicar o produto a cada 4 horas.

Outra proteção é o uso de roupas leves e frescas de, preferência, impregnadas com um inseticida, a permetrina.
O produto pode ser utilizado sobre o mosquiteiro do quarto de dormir.

As doenças transmitidas por alimentos e água são as mais comuns entre os viajantes, com destaque para a diarréia.

Para evitar essas doenças, o viajante deve beber apenas líquidos engarrafados industrialmente, nunca tomar nada com gelo, usar copos e canudos, evitar alimentos codimentados, crus ou mal cozidos, comer frutas e legumes bem lavados.

O viajante deve procurar um médico quando a diarréia for provocada por uma infecção. Isto acontece quando ela durar mais do que uma semana, for acompanhada de febre alta, muco (catarro), pus ou sangue nas fezes. Outros sintomas são cólicas constantes e forte, além de vômitos que impeçam a pessoa de tomar líquidos.

Fonte: Aventis Pasteur - Nora Ferreira (Lu Fernandes Escritório de Comunicação) - 3814-4600 - noraferreira@lufernandes.com.br
GlaxoSmithKline - Mariana Oliveira (FSB) - (21) 2141-6172 - mariana.oliveira@fsb.com.br

 

 

Viagens e passeios em portadores de Diabetes
 
Viajar é sempre bom, seja a passeio, estudo ou trabalho.
Muitas pessoas acreditam que, por serem diabéticas, têm dificuldade de empreender viagens por receio, insegurança e mesmo apreensão de poder apresentar variações da glicemia em virtude de enfrentar novos hábitos alimentares, variar os exercícios habituais, etc. No entanto, com adequado planejamento pode-se durante a viagem cuidar do controle do diabetes da mesma maneira que se faz rotineiramente.
 
Algumas recomendações deverão ser observadas:
Planejar a sua viagem com antecedência.
Consultar seu médico antes de viajar para que lhe forneça relatório de seu estado de saúde, esquema, variações e quantidade de medicamentos que serão utilizados acrescidos dos nomes genéricos: por exemplo, Diabinese (clorpropamida), Biohulin (Insulina humana) NPH ou N. Além disso, poderá fornecer endereços e telefones de médicos e hospitais das regiões de destino, se necessário.
Se for com companhia, procure, além de certificar-se, orientá-la quanto ao reconhecimento, condutas e medicamentos básicos utilizados em hipoglicemia e comas. Forneça o telefone de seus familiares e médico.
Procure levar consigo os materiais necessários (enumerados abaixo) para eventuais ocorrências, e não deixar para adquirí-los no local de destino. É preferível viajar com certa garantia.
  1.
Cartão de identificação, placas ou pulseiras com nome, telefone de contato, medicamentos em uso, etc.
  2.
Quantidade de comprimidos necessária para o tempo de viagem (acrescer 30%).
  3.
Insulina (acrescer 1 frasco de reserva), seringas/agulhas e/ou canetas (muito práticas nessas ocasiões). Leve 1 frasco de Insulina regular (R) ou Lispro para emergência mesmo que habitualmente não as utilize.
  4.
Quantidade suficiente de fitas para glicose na urina e/ou no sangue e cetona na urina (se for o caso). Caso utilize aparelhos de leitura de glicemia (glicosímetros), levar bateria sobressalente principalmente em viagens prolongadas.
  5.
Álcool e algodão (atualmente em embalagens individuais muito práticas - Alcohol swabs). Lancetas para colher sangue do dedo.
  6.
Tabletes de glicose, açúcar comum (100g) e/ou alimentos de fácil transporte (chocolate, biscoitos, frutas secas, queijos) para que possam ser ingeridos no caso de atraso de refeições e em exercícios não habituais (por exemplo, em longas caminhadas ingerir esses alimentos proporcionalmente e/ou reduzir a Insulina).
  7.
1 ou 2 frascos de Glucogen que poderão ser injetados à semelhança da insulina quando a glicose ou outros alimentos não forem suficientes para corrigir a hipoglicemia. É bom lembrar que este medicamento é raramente encontrado.
  8.
Bloqueador solar potente, para evitar queimaduras solares (elevam a glicemia).
  9.
Levar calçados ou tênis confortáveis e já em uso. Evite levar calçados novos pois estes poderão causar danos aos seus pés, principalmente em longas caminhadas.
   
  Transporte do material
  Procure sempre levar a mão os materiais acima descritos em uma pequena bolsa (se for térmica é melhor), pasta, frasqueira ou mesmo recipiente de isopor, para que possa estar sempre à disposição, quando necessário.
  Não transportar e nem despachar esse material dentro de malas pelo fato de ficar indisponível principalmente em viagens longas, pela possibilidade de extravio de bagagens e pela grande variação de temperatura em porta-malas de carros, em carros fechados sob o sol e em compartimentos de carga de aviões (fatores quepodem alterar a potência da insulina principalmente).
  Fazer adaptações e modificações alimentares quando praticar exercícios não habituais.
   
  Viagens para locais em que existe diferença de fuso horário
  Os pacientes que utilizam insulina devem saber a diferença de horas, para mais ou para menos, do local de destino para que possam ajustar a dose de insulina no novo horário. Este ajuste se faz somente no 1º dia e na 1ª insulina da manhã.
  Essa nova dose de insulina é aproximada, razão pela qual o controle da ingestão alimentar, a cada 3 horas, e a determinação (em maior número de vezes no 1º dia da chegada) da glicose no sangue e/ou na urina é recomendável. Para os que utilizam comprimidos não há necessidade de qualquer adaptação.
  Seu médico poderá orientar-lhe nessa modificação. No entanto, vamos exemplificar.
  Viagens para o oeste (por ex.: EUA, México, Caribe)
  Ganha-se tempo. Atrasa-se o relógio. Ao chegar, aumenta-se a insulina aplicando na hora habitual.
  Calcula-se a nova dose adaptada de insulina, somente para a 1ª aplicação, com a seguinte fórmula:
Dose adaptada = Dose habitual X (24 + nº de fusos)
  24

Assim, se estiver utilizando 20 unidades de Insulina NPH, N ou L, ao chegar no local de destino com 3 horas a menos, a sua 1a. dose será:
22 = 20 X (24 + 3)
  24
Viagens para o leste (por ex.: Europa)
Perde-se tempo. Adianta-se o relógio. Ao chegar, reduz-se a insulina aplicando na hora habitual.
Calcula-se a nova dose adaptada de insulina, somente para a 1ª aplicação, com a seguinte fórmula:
Dose adaptada = Dose habitual X (24 - nº de fusos)
  24
Assim, se estiver utilizando 20 unidades de Insulina NPH, N ou L, ao chegar no local de destino com 4 horas a menos, a sua 1ª dose será:
17 = 20 X (24 - 4)
  24
Do segundo dia em diante, deverá voltar a aplicar 20 unidades de Insulina NPH, N ou L, e continuar fazendo os ajustes necessários de acordo com alimentação e exercício, sempre monitorados com exames de sangue e/ou urina. Reforçamos que as unidades de insulina utilizadas em outros horários não devem ser modificadas por causa do fuso horário. Dessa forma, terá uma boa viagem. Aproveite!
 
LEITURA RECOMENDADA
MANUAL DE DIABETES, 3º ED., 1998, ED. SARVIER SP – Costa, A.A., e Almeida Neto J.S.
 
DR. ARUAL AUGUSTO COSTA
Especialista titulado em Endocrinologia e Metabologia pela AMB
Autor do livro "MANUAL DE DIABETES"
Pertence ao corpo diretivo da ADIABC, ANAD E FENAD
 
Endereços úteis:
ANAD - Associação Nacional de Assistência ao Diabético
R: Eça de Queiroz, 198 – São Paulo
Fone: (11) 5572-6559
Editora Sarvier
R: Dr. Amâncio de Carvalho, 459 – São Paulo
Fone: (11) 5571-3439

ADIABC
R: Almeida Garret, 51 - Vila Guiomar - Santo André - SP
Fone: (11) 4992-5303 / 6702-4827 / 9862-9199


RECOMENDAÇÕES PARA PRATICAR O ECOTURISMO
 

Para visitar e conhecer as belezas das inúmeras regiões brasileiras é preciso ter resistência física, amar e respeitar a natureza deixando apenas rastros em suas incontáveis trilhas e caminhos. Conviver com a natureza sem agredi-la, é a melhor forma de praticar o ecoturismo.

Qual a diferença entre ecoturismo, turismo de aventura e turismo rural?
Apesar de estarem ligadas a atividades na natureza, cada uma dessas formas de turismo tem suas características próprias. A utilização de maneira sustentável do patrimônio natural e cultural, com benefícios econômicos para o meio ambiente e para a comunidade local fazem parte da essência do ecoturismo. Já o turismo de aventura envolve a prática de esportes ao ar livre, como mergulho, montanhismo, rafting, mountain biking, com equipamentos específicos. No turismo rural, fazendas são adaptadas para receber hóspedes, que participam de atividades típicas (ordenha de vaca) e de lazer (pesca em represa, cavalgada). O termo ecoturismo, porém, acaba sendo usado para designar os três casos. A Embratur calcula que meio milhão de brasileiros é adepto das viagens ecológicas.

Que roupa usar para andar nas trilhas?
Da cabeça aos pés, você deve estar vestido de maneira adequada para um passeio que pode levar o dia inteiro. Um boné protege o rosto do sol. Camisetas de algodão ou blusas de tecido que absorve o suor, como o supplex, são uma boa escolha. Nas trilhas abertas, prefira as bermudas, mas se o trekking for em mata fechada, opte por calças para evitar arranhões. Ao andar nas montanhas, vista-se em camadas, com um casaco impermeável por cima de tudo. Vai fazer rafting ou mergulhar em cachoeiras? Então inclua uma muda de roupa extra, embalada em saco plástico e guardada na mochila. Se pretende caminhar bastante, escolha botas confortáveis, isto é, amaciadas e folgadas. Use duas meias, uma fina e outra mais espessa por cima, para evitar bolhas. Muitas agências de ecoturismo enviam aos clientes uma lista das roupas apropriadas para cada tipo de roteiro.

Preciso freqüentar um curso ou basta um treinamento para fazer canyoning e rapel?
Depende do grau de dificuldade do programa. Grande parte dos passeios oferecidos pelas agências de ecoturismo pode ser feita por iniciantes e, nesse caso, as instruções são dadas pouco antes da descida. Um rapel de 10 a 20 metros de altura, por exemplo, como no Poço do Diabo, não exige experiência prévia. Já um canyoning na Cachoeira da Fumaça, com queda de 300 metros e paredão de rocha sem vegetação, é indicado para esportistas com prática. A Associação Brasileira de Canionismo (www.abcanion.com.br) indica boas escolas em diversos Estados do país. Mas, lembre-se: mesmo com um curso, nunca se deve descuidar dos equipamentos e procedimentos de segurança.

Não estou em grande forma física. Posso participar de uma caminhada ainda assim?
A caminhada (ou trekking) é uma atividade que pode ser praticada por qualquer pessoa, de crianças a idosos. Isso porque há variações no grau de dificuldade e no tempo de duração - escolha o tipo mais adequado a seu preparo físico. O trekking leve, por exemplo, é feito em trilhas já demarcadas e em trechos curtos. Boas opções para os iniciantes estão no Parque Nacional da Chapada Diamantina. O trekking médio pode durar um dia inteiro, com paradas para refeições e banhos de cachoeira. No trekking pesado andam-se horas ou até dias, e o caminho inclui trilhas fechadas e obstáculos naturais, nos quais muitas vezes é preciso recorrer a técnicas de escalada. Mas antes de pôr o tênis na trilha, prepare o corpo: exercícios de alongamento são necessários mesmo para os mais experientes. Todos os músculos devem ser aquecidos, principalmente dos pés e das pernas. Durante a caminhada, mantenha um ritmo regular. Não tenha pressa e prefira passadas longas às curtas, que consomem mais energia.

Que cuidados tenho de tomar para evitar acidentes em cachoeiras?
Até as menores quedas d'água precisam ser encaradas com atenção. Nunca mergulhe de cabeça sem verificar qual é a exata profundidade do poço. Cuidado com as pedras escorregadias - as de cor preta são as piores. Molhadas, viram o atalho mais rápido para um tombo. Se não quiser andar descalço, prefira as botas com velcro em vez do tênis. Ao sentir que lhe falta apoio, não hesite em andar de quatro. Assim, o estrago será menor em caso de queda. Para atravessar rios e corredeiras, use uma corda. E desista de freqüentar cachoeiras em dias de chuva.

O que devo comer antes e durante uma caminhada?
Um café da manhã reforçado garante energia para o dia todo. Risque do seu cardápio alimentos gordurosos, condimentados, enlatados, doces e refrigerantes. Para um trekking leve, prefira frutas naturais (mexerica, banana, maçã) ou cristalizadas (ameixa, figo). Os sanduíches devem ser preparados no dia da viagem, sem maionese ou requeijão, que podem ser substituídos por margarina ou algum tipo de geléia. Bolachas, barra de cereais e um chocolate completam o menu. É melhor comer em intervalos menores e em pouca quantidade do que se empanturrar no almoço. Ao fim da caminhada, abasteça o corpo com uma refeição quente e completa. Mantenha o organismo hidratado - beba um copo de água a cada meia hora, num total de pelo menos 2 litros por dia. Não vale completar a medida com álcool.

E se eu encontrar um bicho perigoso no meio da trilha?
Um dos últimos animais que os ecoturistas querem ver pelo caminho são cobras - e as chances de vê-las são mesmo poucas. Esses répteis evitam cruzar trilhas movimentadas, mas se acontecer, o melhor é fingir-se de samambaia e deixá-los seguir em frente. Ande sempre calçado e observe bem onde pisa e põe a mão. Aranhas gostam de se esconder dentro dos tênis. Sacuda o calçado antes de colocá-lo nos pés. Guias sabem como reagir diante da presença da fauna selvagem. Por isso, é bom estar acompanhado de um profissional experiente. As chances de encontrar jaguatiricas e onças são mínimas. Em todo caso, saiba que costumam usar cavernas como abrigo. Restos de carcaças ou pegadas na entrada das cavernas são sinais de ocupação. Mesmo que você encontre animais aparentemente mansos na trilha, mantenha distância. Não ofereça comida e muito menos tente acariciá-los. Os macacos, por exemplo, são imprevisíveis.

Vou ser devorado por insetos durante as caminhadas?
Pernilongos, abelhas, formigas, borrachudos, vespas e marimbondos podem, com uma simples picada, estragar as férias - quem tem pele sensível ou é alérgico sabe disso. Repelentes, mangas longas e calças compridas mantêm os temíveis ferrões afastados. Algumas pessoas conseguem bons resultados ao tomar vitaminas do complexo B todos os dias, uma semana antes e durante a viagem. O cheiro exalado pelo corpo espantaria os insetos, mas há controvérsias sobre a eficácia do método. Marimbondos tornam-se especialmente agressivos nos dias mais quentes. Por isso, desvie assim que vir uma casa de marimbondo. Elas são construídas em árvores e lembram um formigueiro. Se ainda assim você for atacado por algum inseto, lave bem o local com sabão. Tire o ferrão com uma pinça ou agulha e besunte-se de pomada própria para picadas. Na falta do medicamento, use álcool ou aguardente para massagear o local atingido.

Posso levar meu filho para me acompanhar numa viagem ecológica?
O contato com a natureza é sempre saudável. Muitas crianças têm até mais disposição e coragem do que adultos para fazer as atividades típicas de um roteiro de ecoturismo. No entanto, é preciso analisar o perfil do pequeno viajante e o grau de exigência do passeio escolhido. Seu filho vai agüentar o ritmo da caminhada ou pedirá colo depois de dez minutos? Leve em conta, também, a infra-estrutura do local visitado - há serviço médico por perto? Lembre-se, ainda, de que a mochila tem de estar equipada com o que uma criança pode necessitar. Apesar de haver casos de guris de 7 anos que já fazem rapel, os especialistas recomendam 16 anos como a idade mínima para a prática desse esporte, bem como de canyoning e caving. A partir dos 12 anos, eles podem fazer bóia-cross, rafting e mergulho.

Quais são as regras de conduta numa viagem de ecoturismo?
"Não tire nada além de fotos, não deixe nada além de pegadas, não mate nada além do tempo." Guias e praticantes do ecoturismo repetem essa frase como um mantra da natureza. E com razão. Ninguém gosta de encontrar embalagem de comida jogada na trilha ou latinhas de refrigerante boiando num rio. Por isso, é sempre bom seguir estas dicas de conduta ecoturística:

  • Todo e qualquer lixo deve ser embrulhado e trazido de volta para ser despejado em local adequado
  • Nada de queimar ou enterrar a sujeira produzida
  • Nas caminhadas, siga pelas trilhas principais ou pelas já abertas. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição de raízes e plantas
  • Evite fazer fogueiras, mas, se não tiver alternativa, use os galhos já caídos e ao fim apague bem as cinzas
  • Cuidado com as bitucas de cigarro, que podem provocar um estrago em regiões muito secas
  • Ao visitar cavernas, não toque - e muito menos leve de suvenir - em estalactites ou estalagmites. Essas belas esculturas naturais precisaram de milhares de anos para se formar
  • Deixe o cãozinho ou o gato em casa
  • Não grite na mata, para não assustar a fauna.

Estou perdido na mata. O que fazer?
Se você estava com um grupo e se afastou, procure não se movimentar muito, para facilitar o resgate. Os locais por onde você passar devem ser sinalizados, usando galhos e gravetos para criar setas indicando a direção seguida. Com um apito, emita sons repetidos. Faça uma fogueira e alimente-a com folhas verdes, que produzem mais fumaça. Acha que ninguém vai procurá-lo tão cedo? Então siga o curso de um rio, onde pode encontrar uma cabana ou um povoado. Mas para evitar uma situação tão extrema, tome alguns cuidados:

  • Contrate sempre o serviço de um guia local experiente através das agências de turismo
  • Nunca se aventure sozinho e deixe os parentes avisados sobre seu roteiro. O planejamento da viagem é essencial. Pesquise na internet, converse com quem já fez o passeio antes e consiga um mapa detalhado do local
  • Calcule bem o tempo, para não ser pego de surpresa pela noite no meio da mata
  • Numa caminhada em grupo por uma trilha fechada, siga em fila indiana, com o mais experiente na frente e o segundo mais preparado por último. Ninguém deve se distanciar sem avisar ao guia ou ao líder.

O que preciso saber para explorar cavernas?
Antes de se aprofundar em grutas e abismos, é indispensável estar bem preparado para a empreitada. A prática do caving - como também é chamada a exploração de cavernas - exige boa forma física, para passar por fendas estreitas e nadar em lagos submersos, como os da Fazenda Pratinha. Siga estas dicas:

  • Nunca entre numa caverna sozinho
  • A companhia de um guia é imprescindível para driblar situações de risco e impedir que os turistas se percam entre salões e corredores
  • Verifique as condições climáticas para não ser surpreendido pelo repentino aumento do nível dos rios subterrâneos causado pelas chuvas
  • Se você nunca entrou numa caverna, comece com as abertas ao público, que têm estrutura para visitação. A região Chapada Diamantina, em Lençóis e no município de Iraquara concentra cavernas de vários níveis de dificuldade. Como a Caverna Lapa Doce e a Torrinha.

Que itens não posso deixar de levar na minha mochila?
Antes de fazer a mochila, avalie a real necessidade de cada coisa. Do contrário, com excesso de peso nas costas você vai ter ímpetos de atirar metade da bagagem no primeiro cânion que encontrar. Os itens indispensáveis são: lanterna, estojo de primeiros-socorros, cantil, canivete, apito para emergência, isqueiro (ou fósforos), bússola, uma muda de roupa seca, lanche, protetor solar, repelente de insetos e celular com uma bateria extra. Distribua o peso de maneira equilibrada e procure guardar tudo dentro da mochila, sem prender nada do lado de fora, para não se enroscar em galhos. As mãos devem ficar livres - para manejar a máquina fotográfica, claro.

Fonte
http://www.lencois.ba.gov.br

 

 

  Bagagem Permitida  
   
  Nas viagens aéreas, o passageiro adulto e menor a partir de 02 (dois) anos, tem direito a 20 (vinte) quilos, de bagagem na classe econômica e a 30 (trinta) quilos, nas classes primeira e executiva, exceto nos vôos para os Estados Unidos que permitem o transporte de até 64 (sessenta e quatro) quilos por passageiro, conforme descrito abaixo:  
   
  - Duas (2) malas de tamanho usual com no máximo 32 (trinta e dois) quilos cada.  
  - Objetos, malas ou volumes que excedam a quantidade de 2 (dois) volumes ou malas por passageiro, serão cobrados como excesso de bagagem, mesmo que a soma dos volumes não atinja 64 (sessenta e quatro) quilos.  
   
  O passageiro pode transportar uma pequena mala de mão, de dimensões e peso reduzidos, até 5 (cinco) quilos, contendo objetos de uso pessoal. Em caso de dano ou extravio da bagagem etiquetada por culpa da empresa prestadora de serviço, seu valor será ressarcido nos termos do Artigo 260 do Código Brasileiro de Aeronáutica.  
   
  Nas viagens rodoviárias, o passageiro terá direito a transportar bagagem cujo peso não exceda a 20 (vinte) quilos, mais uma pequena mala de mão ou sacola de dimensões e peso reduzidos, até 5 (cinco) quilos, contendo objetos de uso pessoal. Em caso de dano ou extravio da bagagem etiquetada, por culpa da empresa prestadora do serviço, seu valor será ressarcido nos termos do Decreto 68.961, que regulamenta o transporte rodoviário.  
   
  Quando da hospedagem em hotéis, em caso de dano ou extravio da bagagem mantida no apartamento , o ressarcimento será de responsabilidade do hotel, mediante constatação dos fatos. Valores, equipamentos valiosos, etc., devem ser mantidos no cofre do hotel, ou depósito (Almoxarifado) , que o mesmo indicar.  
   
  Nas viagens marítimas, não é rigoroso o limite de peso para bagagens, como nas viagens aéreas. Preocupe-se se houver trechos aéreos no programa de viagem. Em caso de dano ou extravio da bagagem etiquetada, por culpa da empresa prestadora do serviço, seu valor será ressarcido nos termos do Artigo 5º, 7º e 8º da Convenção de Athenas. Os navios possuem cofres de segurança, normalmente na recepção, que podem ser alugados para a guarda de dinheiro e objetos de valor. Recomendamos não deixar objetos de valor nas cabines.  
   
  O transporte de objetos, equipamentos valiosos, jóias e papel moeda, em nenhuma hipótese devem ser mantidos nas bagagens, devendo permanecer de posse do passageiro, não havendo nenhuma responsabilidade da Agência/Operadora por quaisquer danos, furtos ou extravio.  
   
  Mais Informações (11)  
  3123-8003 ou e-mail: viagens@banstur.com.br  
   

 

Conheça os direitos do viajante
O órgão oficial que atende queixas, reclamações e sugestões de passageiros é o Departamento de Aviação Civil (DAC), por meio das Seções de Aviação Civil (SACs), instaladas em cada aeroporto.
Telefone DAC: (21) 3814-6900 (horário de atendimento: de segunda à sexta das 12:00 h às 18:30 h).
Site Oficial: www.dac.gov.br
Telefone Seção de Aviação Civil em Congonhas: (11) 240-0666 e Guarulhos: (11) 6445-2585

Quando o vôo atrasa ou há interrupção:
Por mais de quatro horas em aeroporto de escala dão ao passageiro o direito de endosso do bilhete - que permite viajar em outra companhia ou devolução imediata do valor pago. Todas as despesas decorrentes do atraso ou da interrupção do vôo devem correr por conta da empresa aérea. O prazo para fazer as reclamações é de dois anos. É necessário apenas provar o atraso, o que é possível com a própria passagem e informações sobre o horário em que o vôo atrasado de fato ocorreu.
 
Overbooking:
Ocorre quando é vendido um número de passagens maior que o de lugares disponíveis no avião. A prática acontece porque às vezes passageiros confirmados em um vôo simplesmente não comparecem. Assim, essa venda adicional de passagens compensaria as ausências.
Em setembro de 2000, o governo e as companhias aéreas firmaram um acordo para regulamentar as compensações em caso de overbooking. A partir de dezembro, os passageiros que ficarem de fora de um vôo com overbooking optam por uma série de benefícios oferecidos pelas companhias.
Eles podem escolher entre uma quantia em dinheiro ou serviços da própria empresa, como uma passagem adicional, upgrade para classe superior e pagamento de excesso de bagagem.
Em todos os casos, além da compensação, ele continua tendo o direito de embarcar em outro vôo com o mesmo bilhete. O consumidor também terá a garantia de hospedagem, alimentação e transporte pagos pela companhia aérea enquanto não embarca em outro vôo.
As empresas, por sua vez, ganham o direito de recomprar lugares nos vôos - acomodando passageiros que precisam embarcar imediatamente e recompensando quem aceita deixar o avião.
O acordo tem duração de um ano. No fim deste período, será realizada uma versão definitiva do texto.
 
Quanto à sua bagagem:
O passageiro tem direito a levar 20 kg de bagagem na classe econômica e 30 kg ou 40 kg na primeira classe e na executiva. Nas linhas internacionais, a franquia segue normas dos países de destino. Nas linhas regionais, a franquia é de 10 kg em aviões com até 20 assentos e de 20 kg em aviões com mais de 20 assentos.
As tarifas para excesso de bagagem variam de acordo com o valor do bilhete aéreo, mas geralmente correspondem a 1% do valor do bilhete. As franquias de bagagem não incluem o transporte de animais de estimação, o que obriga o pagamento de novas taxas por excesso de peso.
Em caso de dano ou sinais de violação da bagagem, o passageiro deve entrar em contato com a empresa aérea. Se a bagagem for extraviada, a empresa aérea indeniza o passageiro com um valor máximo de US$ 400 em vôos internacionais.
Em vôos nacionais, a indenização será feita com base no Código Brasileiro de Bagagem. Se a localização da bagagem demorar mais de três dias ou se houver extravio definitivo, o passageiro pode processar a empresa e fazê-la pagar uma multa.
Todo passageiro tem a opção de declarar os valores atribuídos a sua bagagem antes do embarque, e pagar uma taxa suplementar estipulada pela empresa, uma espécie de seguro. Neste caso, o passageiro deverá receber o valor declarado e aceito pela empresa. Sempre que houver um valor declarado, a empresa tem o direito de verificar o conteúdo da bagagem. Se o passageiro não fizer a declaração especial de interesse na entrega e não pagar taxa suplementar, não terá direito à indenização integral.
 
Atendimento especial:
Os portadores de deficiências físicas têm direito, durante a viagem, à assistência plena da empresa aérea, do administrador aeroportuário e das empresas de serviços auxiliares. O deficiente deve informar antecipadamente à empresa aérea suas necessidades durante a viagem.
Portadores de deficiência devem ser embarcados com uma antecedência mínima de 20 minutos em relação aos demais passageiros. Cadeiras de rodas e aparelhos necessários a deficientes serão transportados gratuitamente na cabine de passageiros do avião e caso não haja espaço disponível serão considerados bagagem prioritária.
O atestado de sanidade animal é obrigatório para o transporte de cão treinado para auxiliar portador de deficiência visual. O animal pode viajar na cabine de passageiros, no chão da aeronave, preso a uma coleira e com protetor no focinho.
A Banstur deseja à você sempre uma Boa Viagem!
 
Reservas para passagens aéreas, ligue: (11)
3123-8003 ou e-mail: viagens@banstur.com.br

 

Dicas de Férias
 
Férias, verão e carro quebrado
O Instituto de Humanização do Trânsito e Transporte (IHTT) pediu ao seu consultor técnico, Clóvis Morote, que listasse os principais problemas que comprometem desemprenho dos veículos nas estradas e como resolve-los. Clóvis Morote trabalhou como supervisor de atendimento a clientes da Ford por 20 anos.
"Os problemas são sempre os mesmos, geralmente muito simples, e exigem pequenas ações para serem resolvidos", diz o engenheiro Ricardo Teixeira, presidente do IHTT.
1.
Luz vermelha no painel - não ande com o veículo se acender alguma luz vermelha no painel. Andar alguns quilômetros pode sair muito caro.
2.
Bomba de gasolina - alguns veículos possuem sistema de desativação da bomba de gasolina por segurança. A bomba pode ser desativada em pequenas colisões ou quando o carro cai em algum buraco. Basta seguir o manual do veículo que você mesmo poderá localizar a válvula e reativá-la.
3.
Fusível queimado - Se o carro parar de repente, verifique se é o fusível da bomba de gasolina que queimou. Se for o caso, troque-o e continue viagem.
4.
Estepes - Verifique, antes de viajar, se o estepe está no local. Tem motorista que só descobre que o estepe foi roubado na hora que precisa dele, numa emergência. Se o estepe estiver no local, aproveite e mande-o ser calibrado, um pouco acima do que você adota nos seus pneus.
5.
Chave reserva - Faça uma chave reserva e a leve com você ou com seu marido (ou mulher). Uma chave perdida poderá comprometer radicalmente sua viagem. Ainda mais as chaves modernas, que têm um chip de segurança.
6.
Faça você mesmo - Cheque se os pára-brisas estão funcionando. Não espere começar a chover na estrada. Verifique a validade do Extintor de incêndio, para evitar multa. Confira se o triângulo está onde se espera. Faça o mesmo com o macaco. Peça ao frentista, na hora de abastecer, para verificar água.
7.
Não saia para a estrada se ... estiver com vazamento de óleo nas rodas. Pode ser problemas com freios.
 

 

  Dicas para viagens ao exterior  
     
  Alfândega  
  O turista procedente do exterior, que ingressar no país via aérea, está isento de impostos referentes a roupas e objetos de uso pessoal em quantidades compatíveis com a duração e finalidade da viagem; livros e objetos até o limite de US$ 500 (quinhentos dólares americanos) por pessoa, ou equivalente em outra moeda.  
     
  Carros  
  Verifique marca e modelo antes de reservar, pois quanto mais simples o modelo, menos você vai gastar. Faça sempre um seguro, mas verifique se se cartão de crédito já não oferece o produto. O cartão Visa Gold cobre o seguro de seus clientes nos Estados Unidos e Canadá. Deixe para abastecer fora da locadora, a gasolina é mais barata. Respeite as leis de trânsito e os limites de velocidade no exterior pois as multas são caras. Em alguns países o leasing (arrendamento) de um carro zero quilômetro é mais barato do que o aluguel, mas isso só vale para períodos de quinze dias ou mais.  
     
 

Dinheiro
 
  Evite carregar notas de valores altos, leve um ou mais cartões de crédito internacionais. Traveller's cheques são seguros e bem aceitos, mas para trocar é necessária a apresentação do passaporte ou xerox. Nunca transporte todo o dinheiro num só lugar. Troque pequenas quantias no aeroporto para despesas de táxi e gorjetas, só depois procure taxas de câmbio melhores.  
     
 

Hotéis

 
  Lembre-se que o horário de entrada (check in) é 14:00hs e de saída (check out) é 12:00hs. Se fizer ligação do quarto será cobrada uma taxa. O serviço de lavanderia costuma ser caríssimo. Hotéis americanos deixam ferro de passar no quarto para hóspedes. As taxas do canal de televisão pago (pay channel) são caras. Guarde dinheiro e objetos de valor no cofre do hotel.  
     
  Passeios  
  Verifique se o lugar que quer conhecer é seguro ou não. Confira os horários e costumes locais (shoppings, restaurantes etc). Qualquer problema ou dúvida peça ajuda a um policial. Guarde os recibos das compras e não se esqueça que as taxas (impostos) não estão no valor da etiqueta. Quando sair, leve o telefone e endereço do hotel. Nas grandes cidades prefira o transporte coletivo. O trem é uma grande vantagem, viajando à noite é possível dormir a bordo e economizar hotel. A noite e o dia seguinte contam apenas como uma diária do passe.  
     
  Saúde  
  Leve os próprios medicamentos, já que é dificil comprar remédios sem receita médica no exterior. Faça um seguro saúde, sua garantia em casos de emergência  
     
  Transporte de animais  
  O transporte de animais é possível desde que sejam atendidas as seguintes exigências; fornecimento de atestado de sanidade animal obtido junto à Secretaria Estadual de Agricultura ou em um posto do departamento de defesa animal, embalagem de transporte adequada ao tipo e tamanho do animal, solicitação de reserva de 48 horas e receita do veterinário indicando a quantidade de tranquilizante ministrada ao animal quando o transporte for na cabine dos passageiros.  
     
   

 

  Hotéis para pets  
     
  As férias já começaram e você não vê a hora de colocar o pé na estrada. O destino está escolhido, e as malas, quase prontas. Só falta mesmo decidir quem fica em casa cuidando do animal de estimação da família.  
     
  Mas e se todos forem viajar? Você já sabe o que vai fazer com o seu pet durante as férias?  
  Nem sempre é possível levar seu pet junto com você nas viagens. Nos campings, por exemplo, costuma-se não aceitar animais de estimação. E ainda são poucos os hotéis que aceitam pets nos quartos dos hóspedes. Por isso, a solução muitas vezes é deixar seu querido amigo em hotéis especializados em receber hóspedes de quatro patas.  
 

Primeiro, procure saber se os canis de hospedagem da sua cidade oferecem boas instalações. Confira se os estabelecimentos possuem médico veterinário responsável, equipe de plantão, área livre para exercícios e boas referências.

 
  Se possível, visite pessoalmente os estabelecimentos para se conhecer a infra-estrutura do lugar. Você deve verificar os seguintes itens:  
 
Limpeza (asseio é fundamental)
 
 
Odor (não pode haver mau cheiro)
 
 
Ventilação e temperatura (boxes que permitam boa circulação do ar e que não sejam muito quentes nem muito frios)
 
  Observe ainda a área externa do hotel, checando se é bem cercada e segura. Alguns cães, desesperados, podem tentar escapar. Se você achar que seu animal pode ser capaz de fazer isso, não deixe de falar com o responsável pela hospedagem.  
  Tire previamente todas as suas dúvidas sobre a hospedagem. Há diferentes serviços e opções, como quanto à alimentação, por exemplo. Há hotéis que incluem em seus pacotes a ração para o animal e há outros que solicitam ao próprio dono que a entreguem junto com o pet.  
  Definido o hotel, você só precisa fazer "a mala" de seu pet. Deixe com ele sua cama e brinquedos favoritos. Também entregue ao proprietário do hotel uma lista com os hábitos mais comuns do seu animal de estimação e o telefone do veterinário do seu pet.  
 

O proprietário do hotel deverá solicitar um comprovante de vacinação de seu animal. Se ele não cobrar este documento, desconfie. Esta é uma obrigação dele. E, finalmente, nunca hospede seu animal em uma clínica veterinária, pois o risco de contrair doenças é muito alto. Pelas dependências da clínica circulam diariamente cães doentes, com as mais variadas patologias.

 
     
   

 

  O que fazer com os animais de estimação durante as férias?  
     
 

Chega a temporada de férias e todos começam a planejar suas viagens, para a praia, para a montanha, para o sítio da família ou para o exterior. A empolgação é enorme, até que alguém se lembra do que fazer com seu animal de estimação.

Porém, muitas são as opções existentes: levar os pets para as férias; deixá-los com dogsitter/catsitter, vizinhos, amigos e parentes ou utilizar serviços de hospedagem.

 
  A seguir, uma lista de opções que podem se encaixar à sua situação:  
  Levar os amigos para as férias  
 

Esta é a opção preferencial de um crescente número de pessoas que já começam a surgir no Brasil os estabelecimentos hoteleiros que aceitam animais.

Quando vamos para um sítio, para a casa de praia ou outro local de propriedade da família, fica um pouco mais fácil. Mas devemos lembrar que alguns cuidados devem ser tomados, como manter porteiras e portões fechados e verificar se há outros animais presentes. Em várias situações podem acontecer incidentes desagradáveis, como briga por território, um coice inesperado, algumas galinhas mortas. E, até mesmo, uma inesperada gravidez!

Procure levar alimentação e alguns brinquedos do seu animal, para que ele não estranhe muito o novo local.

 
     
  Hospedagens  
 

Procure saber se em sua cidade ou região existem canis de hospedagem com boas instalações. Confira se os estabelecimentos possuem médico veterinário responsável, equipe de plantão, área livre para exercícios e boas referências.

Nunca hospede seu animal em uma clínica veterinária, pois o risco de contrair doenças é muito alto. Pelas dependências da clínica circulam diariamente cães doentes, com as mais variadas patologias.

 
     
  Dogsitter e catsitter  
 

Estes são profissionais ainda raros aqui no Brasil. Nas principais capitais já existem algumas pessoas se dedicando a este trabalho.

São pessoas que vão às residências de proprietários de pets no período de viagens, cuidam dos animais e saem para passeios enquanto seu donos estão em férias.

Nos Estados Unidos já existem até associações de classe destes profissionais que tanto facilitam a vida dos proprietários de animais de estimação.

 
     
  Vizinhos, amigos e parentes  
  É a opção mais econômica, mas é preciso ter a sorte de possuir um vizinho, parente ou amigo tão prestativo e que seja aceito pelo seu animal de estimação, principalmente se ele for um cão. Passe instruções detalhadas sobre os hábitos e costumes de seu pet.  
   

 

  Overbooking  
     
  O "overbooking", palavra de origem inglesa indica idéia de número acima do que foi relacionado. A palavra é utilizada mundialmente para indicar situação onde um passageiro é impedido de viajar por conta do excesso de lotação no vôo, ou seja, quando a venda de passagens aéreas e a apresentação dos passageiros para embarque ocorrem em número superior ao dos lugares da aeronave.  
  Na ocorrência de fato dessa natureza, os consumidores que sofrem prejuízos têm seus direitos resguardados pela legislação, em especial pelo Código de Defesa do Consumidor, Lei nº. 8078/90.  
  No intuito de desestimular essa prática e minimizar, prevenir e até evitar problemas e prejuízos aos consumidores, diversas entidades, órgãos e empresas firmaram compromisso para os casos de "overbooking".  
  No compromisso procurou-se resguardar os interesses dos consumidores por meio de mecanismos para a solução, de plano, de eventuais problemas verificados na prática, que muitas vezes necessitavam inclusive de discussão na esfera judicial.  
  A compensação, dentre outros interesses resguardados no compromisso, prevê a possibilidade de oferecimento de valor crescente para troca por outro vôo, crédito compensatório sem limite máximo: em dinheiro, na aquisição de outro bilhete, em "up grade" (substituição por outro bilhete em classe superior de conforto), para o pagamento de excesso de bagagem etc.  
  O compromisso só é aplicável aos passageiros que optarem pelas propostas apresentadas pela transportadora e durante sua vigência, até 30 de novembro de 2001, oportunidade na qual poderá ser renegociado.  
  Para maiores detalhes fica disponibilizado abaixo o inteiro teor do compromisso e a relação dos seus subscritores..  
  TERMO DE COMPROMISSO  
  Aos onze dias do mês de setembro do ano de dois mil, na Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, com sede no Páteo do Colégio, nº 148 – 1º andar - Centro, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, de um lado o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor – DPDC (Secretaria de Direito Econômico –SDE, Ministério da Justiça); o Departamento de Aviação Civil - DAC,(Comando da Aeronáutica, Ministério da Defesa); o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC; a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo - PROCON; o Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor - BRASILCON, e de outro o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias – SNEA e as transportadoras aéreas filiadas, e a Junta de Representantes das Companhias Aéreas Internacionais do Brasil - JURCAIB, todos devidamente representados, e considerando  
 
que o "overbooking" reclama a atuação conjunta dos órgãos públicos, dos transportadores aéreos e entidades de defesa do consumidor no sentido de evitá-lo; e ainda
 
 
a necessidade de estabelecer regras para a compensação em situações de "overbooking";
 
 
a necessidade de oferecer alternativas ao passageiro preterido para embarque;
 
 
a necessidade de uniformizar, entre as transportadoras aéreas, o modo de composição com os passageiros optantes;
 
  decidem CELEBRAR o presente TERMO DE COMPROMISSO, mediante as Cláusulas e condições abaixo:  
  CLÁUSULA PRIMEIRA  
  O presente TERMO estabelece as regras comuns aplicáveis aos casos de "overbooking" , com a finalidade de atender ao usuário portador de bilhete válido com reserva confirmada , que tenha comparecido para "check-in" no prazo e condições requeridas, e que deixou de embarcar no vôo a que tinha direito ou ainda àquele usuário sujeito ao risco de não embarcar, em razão do excesso de passageiros.  
  Subcláusula Primeira  
  Este TERMO aplica-se indistintamente ao transporte aéreo doméstico e internacional, explorado por empresas nacionais e estrangeiras, ressalvada a legislação internacional aplicável no local de embarque.  
  Subcláusula Segunda  
  Este Termo vigorará pelo prazo de 1 (um) ano, a contar de 1 de dezembro de 2000, e obrigará as partes signatárias ao seu cumprimento a partir daquela data, ficando o Termo aberto a aditamentos e adesões por outras associações, facultado às empresas signatárias a aplicação de suas disposições em período anterior a sua vigência.  
  Subcláusula Terceira  
  Este Termo se aplica, no que couber, aos vôos "charter" das empresas regulares.  
  CLÁUSULA SEGUNDA  
  Verificando-se uma situação de "overbooking" em determinado vôo, os transportadores se comprometem a oferecer aos passageiros a alternativa da compensação na forma das Subcláusulas a seguir.  
  Subcláusula Primeira  
  A compensação consiste na oferta de um valor crescente, por parte do transportador, aos passageiros optantes, em troca da aceitação destes em realizar em outro vôo a viagem inicialmente reservada para o vôo em que se verificou o "overbooking".  
  Subcláusula Segunda  
  Ao iniciar a oferta da compensação, o transportador deverá especificar os vôos alternativos, com a indicação dos horários de partida e de chegada, eventuais escalas e conexões e do nome do transportador que os realiza.  
  Subcláusula Terceira  
  A compensação será oferecida aos passageiros em condições de embarcar no vôo ofertado - portadores de bilhete válido com reserva confirmada, que tenham comparecido para "check-in" no prazo e condições requeridas - e que dela pretendam usufruir, não se restringindo unicamente aos passageiros impedidos de embarcar em razão do "overbooking".  
  Subcláusula Quarta  
  Os passageiros optantes terão o seu embarque suspenso até à sua reacomodação em outro vôo e até que sejam finalizadas as providências da compensação.  
  CLÁUSULA TERCEIRA  
  A compensação poderá ser feita por uma das seguintes formas:  
  I-

Crédito compensatório de, no mínimo e sem limite máximo, 105 DES (Direitos Especiais de Saque) para trechos até 1.100 Km e 175 DES para trechos superiores a 1.100 Km, sob a forma de "Miscellaneous Charges Order" - MCO que poderá ser convertido, a critério do passageiro:

  1. em dinheiro;
  2. na aquisição de outro bilhete de passagem aérea, a ser utilizado pelo passageiro;
  3. em "up grade" para classe superior àquela para a qual o passageiro tiver bilhete de passagem, em outro vôo;
  4. no pagamento de excesso de bagagem;
 
  II- Em serviços; em "up grade"; em bilhete de passagem aérea; mediante acordo entre o passageiro e o transportador.  
  Subcláusula Primeira  
  O valor estabelecido será revisado trimestralmente, tendo por parâmetro o DES e expresso em reais.  
  Subcláusula Segunda  
  Os transportadores aéreos deverão, obrigatoriamente, informar aos passageiros as modalidades de compensação, até mesmo a opção de recebimento em numerário.  
  CLAÚSULA QUARTA  
  O crédito compensatório sob a forma de MCO terá a validade de um ano, a contar da data de sua emissão, e será utilizado a critério do passageiro, em uma das modalidades previstas na Cláusula Terceira.  
  CLÁUSULA QUINTA  
  O valor do crédito compensatório sob a forma de MCO, no caso de transporte internacional, será expresso em dólar americano e, no caso de transporte doméstico será expresso em real, sem correção.  
  CLÁUSULA SEXTA  
  Além do valor ofertado e aceito a título compensatório, o passageiro não acomodado manterá o direito à utilização do seu bilhete de passagem.  
  CLÁUSULA SÉTIMA  
  Na ocorrência do "overbooking", aceita a oferta de compensação do transportador, este poderá exigir a respectiva quitação, por instrumento que designará o valor pago, a data e o local do pagamento, assinado pelo passageiro, importando para o transportador a exoneração de qualquer outra responsabilidade perante o passageiro, que nada mais poderá reclamar, relativamente ao objeto deste Termo.  
  CLÁUSULA OITAVA  
  Correrão por conta do transportador as despesas com alimentação, transporte de e para o aeroporto, hospedagem e telefonemas em número razoável, não incluídas no valor da compensação, vedado ao passageiro pleitear o seu recebimento em dinheiro ou o reembolso daquelas que eventualmente realizar diretamente.  
  CLÁUSULA NONA  
  No caso de recusa da compensação, dentre outras hipóteses, receberão a prioridade de embarque: os menores de 18 anos desacompanhados; os maiores de 65 anos; as gestantes; os portadores de deficiência; os membros da mesma família que viajarem juntos; o passageiro em trânsito; e o passageiro deportado.  
  CLÁUSULA DÉCIMA  
  Os direitos e obrigações previstos neste Termo aplicam-se exclusivamente aos passageiros optantes.  
  CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA  
  Institui-se, nesta data, a Comissão de Avaliação do presente Termo, que será constituída por representantes das entidades signatárias.  
  Subcláusula Primeira  
  A Comissão de Avaliação, de posse da documentação enviada pelas empresas aéreas, realizará reuniões trimestrais para analisar os casos de "overbooking" ocorridos, bem como a aplicação das regras estipuladas pelo Termo e demais aspectos pertinentes.  
  Subcláusula Segunda  
  Ao término do prazo previsto na Subcláusula Segunda da Cláusula Primeira, e quando da renegociação do presente Termo, as partes se comprometem a apreciar a inclusão de disposição sobre eventual sanção pecuniária a ser aplicada em caso de descumprimento dos procedimentos aqui previstos.  
  CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA  
  As regras estabelecidas neste Termo serão amplamente divulgadas por meio de material explicativo a ser distribuído ao público usuário.  
 

Brasília, 11 de Setembro de 2000.

Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor - DPDC
Departamento de Aviação Civil - DAC
Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC
Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo -PROCON
Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor - BRASILCON
Junta de Representantes das Companhias Aéreas Internacionais do Brasil - JURCAIB
Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias – SNEA

 
  Fonte: PROCON  
   

 

  Tempo de vôo  
     
  Internacional Doméstico  
  DE Para o Rio DE Para o Rio  
  Bueno Aires 2:50 Belém 3:15  
  Caracas 5:40 Belo Horizonte 0:45  
  Frankfurt 12:20 Brasília 1:25  
  Lisbon 9:40 Fortaleza 3:50  
  London 12:30 Foz do Iguaçu 2:50  
  Los Angeles 14:00 Manaus 3:50  
  New York 9:30 Porto Alegre 1:45  
  Paris 11:20 Recife 2:30  
  Rome 11:50 Salvador 1:45  
  Zurich 11:00 São Paulo 0:50  
  Dados da Embratur  
   

 

  Acerte na mosca
Uma tabela para você não errar na hora de comprar presentes no exterior
 
     
  Para facilitar a vida e evitar erros na hora da compra, segue uma tabela de conversão de tamanhos.  
  Faça a sua conversão  
 
TERNOS
Brasil EUA Inglaterra França Itália Argentina
46 36 36 46 46 46
48 38 38 48 48 48
50 40 40 50 50 50
52 42 42 52 52 52
 
     
 
CAMISAS
Brasil EUA Inglaterra França Itália Argentina
38 15 15 38 38 38
39 15,5 15,5 39 39 39
40 16 16 40 40 40
41 16 16 41 41 41
42 16,5 16,5 42 42 42
 
     
 
CALÇADOS MASCULINOS
Brasil EUA Inglaterra França Itália Argentina
38 7 7 4 38 4
39 7,5 7,5 5 39 5
40 8,5 8,5 6 40 6
41 9,5 9,5 7 41 7
42 10 10 8 42 8
43 11 11 9 43 9
 
     
 
VESTIDOS
Brasil EUA Inglaterra França Itália Argentina
36 6 8 36 38 38
38 8 10 38 40 40
40 10 12 40 42 42
42 12 14 42 44 44
44 14 16 44 46 46
 
     
 
BLUSAS E CAMISETAS FEMININAS
Brasil EUA Inglaterra França Itália Argentina
38 10 32 38 38 38
40 12 34 40 40 40
42 14 36 42 42 42
44 16 38 44 44 44
 
     
 
CALÇADOS FEMININOS
Brasil EUA Inglaterra França Itália Argentina
35 6,5 4,5 37,5 37/38 37
36 7,5 5,5 38,5 39/40 38,5
37 8,5 6,5 39,5 40/41 39
38 9 7 40,5 41/42 39,5
39 10 8 41,5 42/43 40
 
     
 
CALÇADOS INFANTIS
Brasil EUA Inglaterra França Itália Argentina
24-25 7,5 7-8 24 25-26 24-25
26-27 8,5 8-9 26 27-28 26-27
28 9,5 10 27 29 28
29 10,5 11 28 30 29
30 11,5 12 29 31 30
31 12,5 12-13 30 32 31
 
   

 

  Cuidado ao alugar um imóvel para temporada  
     
  Não alugue um imóvel para as férias sem fazer contrato, adverte advogado  
     
 

“Alugar um imóvel para temporada de férias requer cuidados e contrato bem específico”, adverte Milton Zlotnik, especialista em Defesa do Consumidor e Direito Imobiliário. Segundo Zlotnik, a maioria dos aluguéis para temporada são fechados por telefone ou por contratos “de boca”, causando muita dor de cabeça ao consumidor.

Alguns cuidados devem ser tomados, como informar-se da localização do imóvel e conhecer, se possível, antes a casa/apartamento, para realizar uma vistoria detalhada, de preferência com a presença do proprietário. Zlotnik ressalta que o cuidado com o contrato é essencial, porque se o período de locação for superior a três meses não é considerado contrato de temporada.

As mesmas recomendações valem para a contratação de serviços de acampamento, opção bastante procurada pelos pais quando seus filhos saem em férias. "No geral", prosssegue ele, "este tipo de entretenimento oferece muito e cumpre pouco".

Zlotnik recomenda também que, "além do cuidado com o contrato, conhecer o acampamento e suas atividades é fundamental, já que o Procon tem sido bastante procurado para solucionar pendengas nesse tipo de contrato".

Para suas férias com muita tranqüilidade, contate sempre uma Agência de Viagens credenciada à ABAV.

 
   

 

  "Bagagem"  
     
  “Objetos que não podem ser transportados como 'BAGAGEM'”  
  (Conforme regulamentação da IATA – Internacional Air Transport Association)  
     
  Fósforos e isqueiros (carregadores de isqueiros-fluído). Eles deverão ser carregados nos bolsos (calças, casaco, paletó etc.), junto ao passageiro.  
  Amostras ou documento de negócios.  
  Materiais magnéticos, oxidantes, radioativos e polimerizáveis.  
  Gases comprimidos.  
  Produtos venenosos ou corrosivos.  
  Instrumentos musicais volumosos.  
  Lâmpadas fotoflash.  
  Armas de fogo (exceto as portadas por autoridades competentes ou as de esporte, desmontadas, devidamente acondicionadas), as quais serão transportadas no compartimento de bagagem.  
  Explosivos, munições e fogos.  
  Líquidos e sólidos inflamáveis.  
  Peróxidos orgânicos.  
     
  “Objetos que só podem ser levados como "Bagagem de Mão.”  
  Dinheiro, papéis negociáveis, ações e outros valores.  
  Jóias  
  Notebook  
  Agenda Eletrônica  
  Filmadora  
  Máquina Fotográfica  
  Celular desligado e seus acessórios  
     
  “Franquia de bagagem”  
     
 

Nos vôos domésticos e do Mercosul, o passageiro tem direito a levar uma bagagem de mão que não exceda o peso de 5(cinco) quilos. A soma do comprimento, da largura e da altura não deve ultrapassar 115 centímetros.

Nos vôos operados com equipamentos F100, o passageiro tem direito a despachar 20 (vinte) quilos de bagagem.

Nos vôos operados com equipamentos A319/A320, o passageiro poderá despachar 30 (trinta quilos na Super Classe e 20 (vinte) quilos na classe econômica.

Nos vôos operados com equipamentos A330, o passageiro poderá despachar 40 (quarenta) quilos na primeira classe, 30 (trinta) quilos na classe executiva e 20 (vinte) quilos na classe econômica.

Nos vôos para Paris e Miami, o passageiro tem direito a despachar 2 (duas) bagagens com 32 (trinta e dois) quilos cada uma. A soma do comprimento, da largura e da altura não pode ultrapassar 158 centímetros. Como bagagem de mão, também poderá levar 2 (dois) volumes com 5 (cinco) quilos cada um, não podendo ultrapassar 115 centímetros lineares.

 
     
  “OBSERVAÇÕES”  
   
 

ARTIGOS FRÁGEIS OU PERECÍVEIS:

Somente serão aceitos se devidamente embalados, podendo ser recusada sua aceitação como bagagem.

ANIMAIS VIVOS:

Deverá ser feita consulta junto à central de reservas com 72 horas de antecedência, ficando condicionada a aceitação em função do tipo de aeronave, tamanho do animal e tempo de vôo, sendo proibido o seu transporte na cabine de passageiros.

ARTIGOS ELETRÔNICOS:

Equipamentos como máquina fotográficas, telefones celulares e seus acessórios, walkman, filmadoras, agendas eletrônicas e notebooks devem ser transportados obrigatoriamente como bagagem de mão, uma vez que a companhias aéreas não assume nenhuma responsabilidade por perdas ou danos de bagagem registrada do pagamento que contenha tais artigos.

 
  Boa Viagem !!!  
   

 

  Como passar um dia ao sol sem estragar a sua pele  
     
 

A maioria das pessoas já sabe que para um bronzeamento saudável, só deve tomar sol antes das 10 ou depois das 16 horas. Mas na prática, são poucas as pessoas que durante seus dias de férias ou num fim de semana ensolarado conseguem respeitar esses limites.

Confira a forma de se proteger:

1. Passe o filtro solar pelo menos meia hora antes de se expor ao sol e com o corpo nu, para que você não esqueça partes sensíveis e para que as substâncias ativas do filtro não diminuam seu poder de ação com o suor. Não esqueça de regiões como pés, orelhas, nuca e lábios. Espere secar antes de colocar o bíquini e a canga. Para o rosto, use um filtro que garanta proteção mais elevada do que para o corpo, já que aí a pele é mais sensível.

2. Use boné, camiseta e óculos escuros. O boné protegerá o rosto, os óculos protegerão os olhos, e as fibras da camiseta funcionarão como outro filtro solar principalmente para os ombros, barriga e costas.

3. Escolha um guarda sol de acordo com seu tecido: o de náilon permite a passagem de até 60% dos raios solares. Prefira os de algodão, de cores claras e tramas fechadas.

4. Redobre a atenção quando estiver na água. Você percebe menos a ação dos raios solares enquanto se refresca no mar ou na piscina.

5. Borrife água doce após o banho de água salgada, pois esta última deixa seu corpo ressecado e mais receptivo às radiações solares. Depois seque seu corpo, para evitar que as gotas funcionem como lentes de aumento. Repasse o filtro solar.

6. Passe e repasse seu protetor. Para garantir maior proteção, a maioria dos filtros solares deve ser reaplicada a cada duas horas, depois de mergulhos longos ou de exercícios físicos intensos.

Atenção:

1. Use o produto certo para se proteger do sol na praia ou na piscina. O hidratante com protetor solar que usamos diariamente não será o suficiente para conter a força do mar, sol e ventos.

2. Você não vai ficar branquela com um FPS alto. Não se esqueça de que, para ser saudável, o processo de bronzeamento deve ser lento e gradual, o que se consegue com a ajuda de fatores de proteção elevados. Para escolher o FPS certo, observe a coloração e sensibilidade da sua pele.

3. Mesmo já bronzeado, não dispense o filtro solar.

4. Pessoas que tomam certos medicamentos - como diuréticos, antibióticos, antifúngicos e anticoncepcionais - ficam com a pele mais suscetível aos raios ultravioleta A, o que pode desencadear reações alérgicas. Portanto, se você se encaixa em um desses casos, redobre seus cuidados.

 
     
   

 

 
Dicas para obter os menores preços das tarifas aéreas e conseguir disponibilidade nos vôos (12 a 18/09/2003)
 
   
 

I - Destinos: Para viagens internacionais, prefira vôos que partam de cidades que disponham de aeroportos internacionais, e evite conexões domésticas.
II - Datas:
Evite alta estação, feriados e fins de semana, que sempre apresentam menos opções de vôos, tarifas mais caras e vôos sempre lotados.
III - Cia. Aérea:
Selecione as Companhias que atendam o destino pretendido, compare os preços, o equipamento (avião) e o conforto.

Menores tarifas para ESTADOS UNIDOS e CANADÁ

Baixa estação: 24 Fev a 24 Jun e 26 Jul a 4 Dez;
Embarques: entre domingo e 5ª feira;
Permanência: entre 7 dias e 2 meses;
Crianças 2 a 11 anos: 75% da tarifa aérea do adulto;
Bebês com até 2 anos: 10% da tarifa aérea do adulto.

Menores tarifas para AMÉRICA DO SUL
Baixa estação: 24 Fev a 24 Jun e 01 Ago a 9 Dez;
Embarques: entre domingo e 5ª feira;
Permanência: entre 5 dias e 2 meses;
Crianças 2 a 11 anos: 67% da tarifa aérea do adulto;
Bebês com até 2 anos: 10% da tarifa aérea do adulto.

Menores tarifas para EUROPA
Baixa estação: 1 Mar a 20 Jun e 1 Out a 11 Dez;
Média estação: 1 Fev a 29 Fev e 1 Ago a 30 Set;
Embarques: entre domingo e 5a. feira;
Permanência: entre 7 dias e 3 meses;
Crianças 2 a 11 anos: 67% da tarifa aérea do adulto;
Bebês com até 2 anos: 10% da tarifa aérea do adulto
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Nas viagens longas de férias, evite o inchaço nas pernas e a TVP (21 a 27/11/2003)
 

Quem já reservou a passagem de avião ou ônibus para as férias deve ficar atento para os riscos de Trombose Venosa Profunda (TVP), principalmente se a viagem for longa. Também conhecida como a “Síndrome da classe econômica”, a TVP consiste na formação de coágulos nas veias profundas da perna, que provocam o entupimento das veias e podem se deslocar ao pulmão (embolia pulmonar). Em pesquisa recente, o Australian Department of Health and Aging, o ministério da saúde australiano, apurou que as chances de trombose aumentam durante viagens de longa duração ou nas duas semanas seguintes. Calcula-se que, no mundo, num grupo de 100 mil pessoas, 160 delas desenvolverão a TVP.

“Ainda que a trombose e as embolias geralmente ocorram com pessoas geneticamente predispostas, o risco existe para qualquer um obrigado a passar muito tempo na mesma posição. O problema pode surgir do aumento da coagulabilidade do sangue e/ou pela falta de movimentação das pernas”, explica o cirurgião vascular Kasuo Miyake, de São Paulo.

Para prevenir esses males – e também outros incômodos mais comuns, como as dores e o inchaço nas pernas, Miyake tem algumas dicas:

  • Hidratar-se bem, evitando bebidas alcoólicas. Passar longos períodos sem beber água pode acentuar os riscos da TVP;
  • Evitar deixar as pernas paradas e na mesma posição por muito tempo. O ideal é movimentar a panturrilha (a barriga da perna) com freqüência durante a viagem;
  • Em viagens de carro, o motorista deve fazer uma parada a cada duas horas, para movimentar as pernas e relaxar um pouco;
  • Para quem tem predisposição à TVP (coagulopatia, por exemplo, uma alteração genética da coagulação), a prevenção deve ser feita com auxílio do médico, que vai receitar um anticoagulante do tipo heparina.
Fonte
Ex-Libris Assessoria – (11) 3266-6088 // 9125
Paula Idoeta (11) 9143-8082 // Flávia Arakaki
 

 

Minha bagagem não chegou: o que devo fazer?
 

Consultora explica os direitos do turista e os procedimentos a serem tomados

Nada é mais irritante do que viajar e, ao chegar ao aeroporto de destino, ficar esperando na esteira pelas malas que não aparecem. Vários podem ser os motivos do extravio: não terem sido embarcadas, estarem misturadas com a bagagem que seguirá viagem até o destino final do vôo e, o pior, terem sido embarcadas em um avião errado. "Nessas horas, o mais sensato é manter a calma, tomar as devidas providências e não deixar que o contratempo estrague toda a viagem", aconselha a consultora Yara Balestrero.

Ao constatar o extravio, o passageiro deve comunicar o ocorrido imediatamente ao funcionário da empresa que permanece próximo à esteira ou antes da porta da sala de desembarque. "Ele preencherá uma ficha formalizando a reclamação. Por isso, no check in é bom que o passageiro declare o que há na mala para facilitar o reembolso caso haja desaparecimento", explica a consultora.

A companhia aérea tem 24 horas para entregar a bagagem ao passageiro onde este estiver hospedado. Não é obrigatório, mas algumas empresas dão ao passageiro uma pequena quantia, para que este possa comprar material de higiene e algumas peças de roupas. Se a mala não for encontrada em até 30 dias, é considerada extraviada, e nesse caso será feito um reembolso pela companhia aérea. Existem também seguros complementares para perda de bagagem que, de certa forma, podem ajudar na hora do sufoco. Usualmente os seguros reembolsam o mesmo valor que a companhia aérea, respeitando-se os limites estipulados nas apólices.

É preciso que o passageiro fique atento e respeite todos os procedimentos. "Dinheiro, jóias, papéis negociáveis, entre outros objetos de valor, devem ser levados na bagagem de mão, pois as empresas não se responsabilizam por eles e não reembolsam o valor dos mesmos", alerta Yara.

O Brasil é um dos países que mais respeita os direitos dos passageiros, segundo a consultora. "Somos o segundo país no mundo a adotar um plano de assistência aos familiares de vítimas de acidentes aéreos", diz. Tanto as empresas brasileiras quanto as que operam vôos para o país estão sujeitas à legislação brasileira.

Os passageiros também têm direitos no caso de atraso ou cancelamento de vôos e de overbooking - desde acomodação em outro avião até o reembolso das despesas de estadia e traslado de ida e volta ao hotel. “O próprio bilhete é um seguro que garante o embarque em outro vôo”, diz Yara. As normas não valem para vôos fretados. Nesse caso, os passageiros terão que buscar seus direitos junto à agência de viagem.

Fonte
Paulo Flores: (11) 287-1997 / 9998-7043 - Denis Dana: (11) 9949-6535
Ex-Libris Assessoria e Edições:Av. Paulista, 509, conj. 602 - São Paulo - SP - CEP: 01311-000
Tels.: (11) 3283-4631 / 3284-2054 / 3284-7633

Honda dá dicas para curtir com segurança as férias sobre duas rodas
 

Durante todo o ano, principalmente antes de pegar a estrada, a revisão da motocicleta é essencial, incluindo itens que podem ser checados pelo próprio motociclista

Realizar as revisões periódicas em uma das concessionárias da marca conforme o Manual do Proprietário, verificar sempre que possível alguns itens essenciais, e atentar para os procedimentos de segurança são a certeza de aproveitar ao máximo a sensação de liberdade e o prazer de pilotar uma motocicleta Honda também nas férias. Veja abaixo algumas orientações dos técnicos da Moto Honda da Amazônia:

Vestuário
Primeiramente, o motociclista deve estar atento às roupas e acessórios que serão utilizados por ele e pelo garupa. O capacete tem de estar dentro do prazo de validade e deve ser ajustado de forma a não ficar nem apertado, nem folgado. A viseira também exige cuidados: precisa estar sempre limpa e protegida de riscos. No lado externo, pode ser aplicado um produto que impede o acúmulo de água da chuva, enquanto no lado de dentro é aconselhável utilizar um anti-embaçante.

Roupas de cor clara, que facilitam a visualização por outros motociclistas, principalmente no período noturno, calças e jaquetas confeccionadas com tecido grosso, couro ou material similar, são indispensáveis. Sapatos que protejam o calcanhar ou botas, luvas e capas de chuva não devem ser esquecidas.

O usuário precisa ainda ser racional com a bagagem, pois o excesso de peso também compromete a segurança. Os pertences podem ser acomodados em uma mochila, presa nas costas do piloto ou do garupa, ou numa bolsa, devidamente fixada no bagageiro da motocicleta. Uma boa dica é embalar o conteúdo da bagagem, bem como documentos pessoais e da motocicleta, em sacos plásticos para evitar que venham a molhar em caso de chuva.

Itens de segurança
A começar pela parte elétrica, é necessário observar se todas as luzes (de freio, piscas, lanterna, farol e painel) da motocicleta estão funcionando, lembrando que se tratam de itens de segurança, podendo inclusive acarretar multas caso haja inspeção policial e estejam irregulares.

A mesma atenção deve ser dada à avaliação dos pneus, cabos da embreagem, do acelerador e do sistema de freios, que têm de estar devidamente regulados e lubrificados. Se o freio for hidráulico, deve-se ainda analisar o nível do fluido que, se estiver abaixo do mínimo estipulado, pode sinalizar vazamento ou desgaste excessivo da pastilha.

Para obter um bom aproveitamento da corrente de transmissão, é necessário que sua folga e o lubrificante sejam conferidos diariamente, uma vez que, se esses itens não estiverem de acordo com o Manual do Proprietário, há sérios riscos de danos e acidentes. Eventuais reparos devem ser realizados na rede de concessionárias de acordo com as orientações da montadora.

Deve-se atentar também para a troca do filtro de óleo e limpeza do filtro de ar. Para não comprometer a lubrificação do motor, o primeiro deve ser trocado a cada 6.000 quilômetros. Já o filtro de ar, por absorver muitas impurezas, tem que ser limpo para evitar maior desgaste dos anéis e cilindros do motor. Se o mesmo for de espuma, é necessário lavar com querosene e reaplicar óleo de motor, espremendo para tirar o excesso.

Por fim, verifique o nível do óleo lubrificante do motor. Realize o preenchimento até o nível recomendado ou sua troca completa, conforme a necessidade, sempre seguindo os procedimentos descritos no Manual do Proprietário. Lembre-se também de verificar o nível do líquido de arrefecimento, caso a motocicleta seja dotada de radiador.

Além de tomar todos esses cuidados em relação a cada componente da motocicleta, é importante que o usuário leve consigo um kit extra, composto de jogo básico de ferramentas, câmara de ar, lâmpada de farol e da lanterna traseira para o caso de qualquer imprevisto.

Na estrada
Ao programar o roteiro, é importante conferir se existem postos de combustível e restaurantes no caminho. A cada parada para abastecer, recomenda-se checar o nível do óleo - para evitar vazamentos, o limite máximo não deve ser ultrapassado - e a calibragem dos pneus. No caso de viagem com garupa, o pneu traseiro deve receber pressão maior, especificada no Manual do Proprietário, para compensar o peso extra.

A manutenção preventiva também deve estar aliada a uma atitude consciente na hora da pilotagem. Viajar com o farol aceso em qualquer hora do dia e observar se há óleo na pista em trechos com tráfego intenso de caminhões são maneiras simples de realizar uma jornada mais segura.

Parar a cada 90 minutos para movimentar os músculos ajuda a evitar os efeitos da fadiga e da ação do vento. Alongar-se durante as paradas e fazer exercícios de relaxamento também são formas de garantir maior comodidade ao piloto, além de melhorar seu rendimento.

A fábrica recomenda ainda que a cada 3.000 quilômetros ou seis meses, o proprietário leve a motocicleta à rede de concessionárias Honda. Treinadas continuamente e com um estoque de peças genuínas para atender às necessidades dos clientes, cada uma delas está apta a realizar as revisões, garantindo, assim, maior tranqüilidade ao usuário e durabilidade ao produto.

Fonte:
Linkpress Assessoria e Comunicação
Jornalista Responsável: Ricardo Ghigonetto (Mtb 14.150)
(11) 5594-7577
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