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| Aproveite
as férias com saúde |
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| Gripe,
febre, desarranjo intestinal e mal-estar podem estragar uma viagem
de férias. Por isso, antes de fechar as malas, o turista precisa
se prevenir para aproveitar bem o tempo livre. Durante o passeio,
também deve tomar alguns cuidados para não levar de
lembrança de lugares paradisíacos doenças como
hepatite A, febre amarela, febre tifóide, malária, meningite
meningogócita A + C, raiva. Para evitar essas e outras doenças
existe a Medicina de Viajantes, cujo trabalho tem basicamente caráter
preventivo.
"Embora
novo no Brasil, este ramo da Medicina já existe há
muito tempo em alguns países como Austrália, França,
Inglaterra e Estados Unidos", explica Jessé Alves, do
Núcleo de Medicina do Viajante do Instituto de Infectologia
Emílio Ribas e representante brasileiro da Sociedade Latino-Americana
de Medicina do Viajantes, lançada em dezembro com apoio dos
laboratórios Aventis Pasteur e GlaxoSmithKline.
As
doenças cardiovasculares são as que mais atingem os
viajantes, seguidas das doenças infecciosas e tropicais.
Segundo a Enciclopédia Médica Cirúrgica, as
diarréias representam 50 a 68% dos problemas de saúde
deste grupo, seguido das infecções respiratórias
(14 a 31%) e de febre (12 a 15%).
Para
evitar esse quadro, o especialista em Medicina de Viagem avalia
as condições físicas do paciente antes da partida,
quando prescreve um programa de vacinação e informa
as precauções a serem tomadas. O trabalho se desenvolve
a partir do local da visita, tempo de permanência, época
do ano, meio de transporte, hábitos locais, tipo de turismo
desenvolvido (de lazer, negócios, ecoturismo), características
do viajante (origem, idade, doenças pré-existentes).
DOENÇAS
EVITADAS COM VACINAS
O calendário oficial de vacinas no Brasil inclui a maioria
das vacinas indicadas para os viajantes, principalmente para crianças
(sarampo, caxumba, rubéola, difteria, tétano, coqueluche,
tuberculose, poliomielite, hepatite B, Haemophilus influenzae tipo
b - Hib). Entretanto certas particularidades
devem ser observadas:
-
Sarampo, caxumba e rubéola
- Muitas pessoas chegaram à fase adulta sem terem sido
imunizadas porque, há 20 anos não existiam vacinas
contra essas doenças. Por isso se recomenda a vacinação
de jovens e adultos. Os pais devem antecipar a vacina para crianças
que vão para áreas com altas taxas de sarampo (alguns
países da África e da Europa Ocidental), que podem
receber a vacina monovalente a partir dos 6 meses de idade, e
a tríplice viral a partir dos 12 meses de idade.
- Difteria-tétano
- As crianças já são imunizadas no calendário
oficial de vacinas. Mas, os adultos e os idosos devem ficar atentos
e em dia com a dose de reforço dupla Adulto (DT), tomada
a cada 10 anos.
- Febre-amarela
- Existente na África e na América do Sul, esta
doença prevalece nos estados brasileiros do Acre, Amapá,
Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima,
Amazonas, Goiás, Pará e Distrito Federal. Disponível
nos postos de saúde, a vacina deve ser tomada 10 dias antes
da viagem.
- Meningite
meningocócica A + C
- Os peregrinos a Meca e Medina precisam tomar a vacina, conforme
as leis da Arábia Saudita. A imunização é
indicada para aqueles que se dirigem ainda para a região
sub-saárica da África, conhecida como "cinturão
da meningite"
-
Varicela (catapora)
- A vacina pode ser administrada a partir de 12 meses de idade.
É recomendada a pessoas que nunca contraíram a doença
em qualquer viagem e localidade.
-
Gripe (influenza)
- Quando a viagem acontecer durante a temporada de gripe (em geral
do final do outono ao início da primavera do país
de destino), o turista deve se imunizar contra o vírus,
junto com a vacina contra
pneumococo, principalmente os idosos. Surtos de influenza têm
sido registrados em navios de cruzeiros, muitos deles de luxo.
- Raiva
- A vacinação profilática pré e pós-exposição
contra raiva é indicada para países da África
e do sul e sudeste da Ásia onde a raiva canina é
comum e a profilaxia pós-contato muitas vezes é
de difícil obtenção e má qualidade.
Exploradores, guias e praticantes de ecoturismo devem ser vacinados,
porque o vírus é disseminado por animais selvagens.
O morcego é o principal portador do vírus da raiva
e pode transmiti-lo por mordidas ou pelas fezes.
- Hepatite
A
-Por se tratar de uma doença transmitida via alimentos
e água contaminada, recomenda-se a vacinação,
principalmente para locais sem saneamento básico - praias
desertas, matas, vilarejos. Quanto maior a idade em que essa doença
é adquirida, maior é a gravidade do quadro.
-
Febre Tifóide - A vacina
é indicada para quem viaja a países em desenvolvimento
da Ásia, África e América do Sul. No Brasil,
as áreas mais afetadas estão nos estados do Norte
e Nordeste, onde existe maior problema de saneamento básico.
DOENÇAS
TRANSMITIDAS POR INSETOS, ALIMENTOS E ÁGUA
Não
existem vacinas contra várias doenças transmitidas
por insetos - como dengue, malária, etc. No caso da malária,
a prevenção é feita com base em medicamentos
derivados de quinino. Para as demais doenças, o viajante
deve usar sempre um bom repelente (com no mínimo 30% de DEET),
sobre o protetor solar, e reaplicar o produto a cada 4 horas.
Outra
proteção é o uso de roupas leves e frescas
de, preferência, impregnadas com um inseticida, a permetrina.
O produto pode ser utilizado sobre o mosquiteiro do quarto de dormir.
As
doenças transmitidas por alimentos e água são
as mais comuns entre os viajantes, com destaque para a diarréia.
Para
evitar essas doenças, o viajante deve beber apenas líquidos
engarrafados industrialmente, nunca tomar nada com gelo, usar copos
e canudos, evitar alimentos codimentados, crus ou mal cozidos, comer
frutas e legumes bem lavados.
O
viajante deve procurar um médico quando a diarréia
for provocada por uma infecção. Isto acontece quando
ela durar mais do que uma semana, for acompanhada de febre alta,
muco (catarro), pus ou sangue nas fezes. Outros sintomas são
cólicas constantes e forte, além de vômitos
que impeçam a pessoa de tomar líquidos.
|
Fonte:
Aventis
Pasteur - Nora Ferreira (Lu Fernandes Escritório de Comunicação)
- 3814-4600 - noraferreira@lufernandes.com.br
GlaxoSmithKline
- Mariana Oliveira (FSB) - (21) 2141-6172 - mariana.oliveira@fsb.com.br |
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| Viagens
e passeios em portadores de Diabetes |
| |
| Viajar
é sempre bom, seja a passeio, estudo ou trabalho. |
| Muitas
pessoas acreditam que, por serem diabéticas, têm dificuldade
de empreender viagens por receio, insegurança e mesmo apreensão
de poder apresentar variações da glicemia em virtude
de enfrentar novos hábitos alimentares, variar os exercícios
habituais, etc. No entanto, com adequado planejamento pode-se durante
a viagem cuidar do controle do diabetes da mesma maneira que se faz
rotineiramente. |
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| Algumas
recomendações deverão ser observadas: |
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Planejar
a sua viagem com antecedência.
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| |
Consultar
seu médico antes de viajar para que lhe forneça relatório
de seu estado de saúde, esquema, variações
e quantidade de medicamentos que serão utilizados acrescidos
dos nomes genéricos: por exemplo, Diabinese (clorpropamida),
Biohulin (Insulina humana) NPH ou N. Além disso, poderá
fornecer endereços e telefones de médicos e hospitais
das regiões de destino, se necessário.
|
| |
Se
for com companhia, procure, além de certificar-se, orientá-la
quanto ao reconhecimento, condutas e medicamentos básicos
utilizados em hipoglicemia e comas. Forneça o telefone de
seus familiares e médico.
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| |
Procure
levar consigo os materiais necessários (enumerados abaixo)
para eventuais ocorrências, e não deixar para adquirí-los
no local de destino. É preferível viajar com certa
garantia.
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1. |
Cartão
de identificação, placas ou pulseiras com nome, telefone
de contato, medicamentos em uso, etc.
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2. |
Quantidade
de comprimidos necessária para o tempo de viagem (acrescer
30%).
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| |
3. |
Insulina
(acrescer 1 frasco de reserva), seringas/agulhas e/ou canetas (muito
práticas nessas ocasiões). Leve 1 frasco de Insulina
regular (R) ou Lispro para emergência mesmo que habitualmente
não as utilize.
|
| |
4. |
Quantidade
suficiente de fitas para glicose na urina e/ou no sangue e cetona
na urina (se for o caso). Caso utilize aparelhos de leitura de glicemia
(glicosímetros), levar bateria sobressalente principalmente
em viagens prolongadas.
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| |
5. |
Álcool
e algodão (atualmente em embalagens individuais muito práticas
- Alcohol swabs). Lancetas para colher sangue do dedo.
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| |
6. |
Tabletes
de glicose, açúcar comum (100g) e/ou alimentos de
fácil transporte (chocolate, biscoitos, frutas secas, queijos)
para que possam ser ingeridos no caso de atraso de refeições
e em exercícios não habituais (por exemplo, em longas
caminhadas ingerir esses alimentos proporcionalmente e/ou reduzir
a Insulina).
|
| |
7. |
1
ou 2 frascos de Glucogen que poderão ser injetados à
semelhança da insulina quando a glicose ou outros alimentos
não forem suficientes para corrigir a hipoglicemia. É
bom lembrar que este medicamento é raramente encontrado.
|
| |
8. |
Bloqueador
solar potente, para evitar queimaduras solares (elevam a glicemia).
|
| |
9. |
Levar
calçados ou tênis confortáveis e já em
uso. Evite levar calçados novos pois estes poderão
causar danos aos seus pés, principalmente em longas caminhadas.
|
| |
|
| |
Transporte
do material |
| |
Procure
sempre levar a mão os materiais acima descritos em uma pequena
bolsa (se for térmica é melhor), pasta, frasqueira ou
mesmo recipiente de isopor, para que possa estar sempre à disposição,
quando necessário. |
| |
Não
transportar e nem despachar esse material dentro de malas pelo fato
de ficar indisponível principalmente em viagens longas, pela
possibilidade de extravio de bagagens e pela grande variação
de temperatura em porta-malas de carros, em carros fechados sob o
sol e em compartimentos de carga de aviões (fatores quepodem
alterar a potência da insulina principalmente). |
| |
Fazer
adaptações e modificações alimentares
quando praticar exercícios não habituais.
|
| |
|
| |
Viagens
para locais em que existe diferença de fuso horário |
| |
Os
pacientes que utilizam insulina devem saber a diferença de
horas, para mais ou para menos, do local de destino para que possam
ajustar a dose de insulina no novo horário. Este ajuste se
faz somente no 1º dia e na 1ª insulina da manhã. |
| |
Essa
nova dose de insulina é aproximada, razão pela qual
o controle da ingestão alimentar, a cada 3 horas, e a determinação
(em maior número de vezes no 1º dia da chegada) da glicose
no sangue e/ou na urina é recomendável. Para os que
utilizam comprimidos não há necessidade de qualquer
adaptação. |
| |
Seu
médico poderá orientar-lhe nessa modificação.
No entanto, vamos exemplificar. |
| |
Viagens
para o oeste (por ex.: EUA, México, Caribe) |
| |
Ganha-se
tempo. Atrasa-se o relógio. Ao chegar, aumenta-se a insulina
aplicando na hora habitual. |
| |
Calcula-se
a nova dose adaptada de insulina, somente para a 1ª aplicação,
com a seguinte fórmula: |
| Dose
adaptada = |
Dose
habitual X (24 + nº de fusos) |
| |
24 |
|
| Assim,
se estiver utilizando 20 unidades de Insulina NPH, N ou L, ao chegar
no local de destino com 3 horas a menos, a sua 1a. dose será: |
|
|
|
Viagens para o leste (por ex.: Europa) |
| Perde-se
tempo. Adianta-se o relógio. Ao chegar, reduz-se a insulina
aplicando na hora habitual. |
| Calcula-se
a nova dose adaptada de insulina, somente para a 1ª aplicação,
com a seguinte fórmula: |
| Dose
adaptada = |
Dose
habitual X (24
- nº de fusos) |
| |
24 |
|
| Assim,
se estiver utilizando 20 unidades de Insulina NPH, N ou L, ao chegar
no local de destino com 4 horas a menos, a sua 1ª dose será: |
|
|
| Do
segundo dia em diante, deverá voltar a aplicar 20 unidades
de Insulina NPH, N ou L, e continuar fazendo os ajustes necessários
de acordo com alimentação e exercício, sempre
monitorados com exames de sangue e/ou urina. Reforçamos que
as unidades de insulina utilizadas em outros horários não
devem ser modificadas por causa do fuso horário. Dessa forma,
terá uma boa viagem. Aproveite! |
| |
| LEITURA
RECOMENDADA |
| MANUAL
DE DIABETES, 3º ED., 1998, ED. SARVIER SP Costa, A.A.,
e Almeida Neto J.S. |
| |
DR.
ARUAL AUGUSTO COSTA
Especialista titulado em Endocrinologia e Metabologia pela AMB
Autor do livro "MANUAL DE DIABETES"
Pertence ao corpo diretivo da ADIABC, ANAD E FENAD |
| |
|
Endereços úteis: |
ANAD
- Associação Nacional de Assistência ao Diabético
R: Eça de Queiroz, 198 São Paulo
Fone: (11) 5572-6559 |
Editora
Sarvier
R: Dr. Amâncio de Carvalho, 459 São Paulo
Fone: (11) 5571-3439 |
|
ADIABC
R: Almeida Garret, 51 - Vila Guiomar - Santo André - SP
Fone: (11) 4992-5303 / 6702-4827 / 9862-9199
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| RECOMENDAÇÕES
PARA PRATICAR O ECOTURISMO |
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Para
visitar e conhecer as belezas das inúmeras regiões
brasileiras é preciso ter resistência física,
amar e respeitar a natureza deixando apenas rastros em suas incontáveis
trilhas e caminhos. Conviver com a natureza sem agredi-la, é
a melhor forma de praticar o ecoturismo.
Qual
a diferença entre ecoturismo, turismo de aventura e turismo
rural?
Apesar de estarem ligadas a atividades na natureza, cada uma dessas
formas de turismo tem suas características próprias.
A utilização de maneira sustentável do patrimônio
natural e cultural, com benefícios econômicos para
o meio ambiente e para a comunidade local fazem parte da essência
do ecoturismo. Já o turismo de aventura envolve a prática
de esportes ao ar livre, como mergulho, montanhismo, rafting, mountain
biking, com equipamentos específicos. No turismo rural, fazendas
são adaptadas para receber hóspedes, que participam
de atividades típicas (ordenha de vaca) e de lazer (pesca
em represa, cavalgada). O termo ecoturismo, porém, acaba
sendo usado para designar os três casos. A Embratur calcula
que meio milhão de brasileiros é adepto das viagens
ecológicas.
Que
roupa usar para andar nas trilhas?
Da cabeça aos pés, você deve estar vestido de
maneira adequada para um passeio que pode levar o dia inteiro. Um
boné protege o rosto do sol. Camisetas de algodão
ou blusas de tecido que absorve o suor, como o supplex, são
uma boa escolha. Nas trilhas abertas, prefira as bermudas, mas se
o trekking for em mata fechada, opte por calças para evitar
arranhões. Ao andar nas montanhas, vista-se em camadas, com
um casaco impermeável por cima de tudo. Vai fazer rafting
ou mergulhar em cachoeiras? Então inclua uma muda de roupa
extra, embalada em saco plástico e guardada na mochila. Se
pretende caminhar bastante, escolha botas confortáveis, isto
é, amaciadas e folgadas. Use duas meias, uma fina e outra
mais espessa por cima, para evitar bolhas. Muitas agências
de ecoturismo enviam aos clientes uma lista das roupas apropriadas
para cada tipo de roteiro.
Preciso
freqüentar um curso ou basta um treinamento para fazer canyoning
e rapel?
Depende do grau de dificuldade do programa. Grande parte dos passeios
oferecidos pelas agências de ecoturismo pode ser feita por
iniciantes e, nesse caso, as instruções são
dadas pouco antes da descida. Um rapel de 10 a 20 metros de altura,
por exemplo, como no Poço do Diabo, não exige experiência
prévia. Já um canyoning na Cachoeira da Fumaça,
com queda de 300 metros e paredão de rocha sem vegetação,
é indicado para esportistas com prática. A Associação
Brasileira de Canionismo (www.abcanion.com.br)
indica boas escolas em diversos Estados do país. Mas, lembre-se:
mesmo com um curso, nunca se deve descuidar dos equipamentos e procedimentos
de segurança.
Não
estou em grande forma física. Posso participar de uma caminhada
ainda assim?
A caminhada (ou trekking) é uma atividade que pode ser praticada
por qualquer pessoa, de crianças a idosos. Isso porque há
variações no grau de dificuldade e no tempo de duração
- escolha o tipo mais adequado a seu preparo físico. O trekking
leve, por exemplo, é feito em trilhas já demarcadas
e em trechos curtos. Boas opções para os iniciantes
estão no Parque Nacional da Chapada Diamantina. O trekking
médio pode durar um dia inteiro, com paradas para refeições
e banhos de cachoeira. No trekking pesado andam-se horas ou até
dias, e o caminho inclui trilhas fechadas e obstáculos naturais,
nos quais muitas vezes é preciso recorrer a técnicas
de escalada. Mas antes de pôr o tênis na trilha, prepare
o corpo: exercícios de alongamento são necessários
mesmo para os mais experientes. Todos os músculos devem ser
aquecidos, principalmente dos pés e das pernas. Durante a
caminhada, mantenha um ritmo regular. Não tenha pressa e
prefira passadas longas às curtas, que consomem mais energia.
Que
cuidados tenho de tomar para evitar acidentes em cachoeiras?
Até as menores quedas d'água precisam ser encaradas
com atenção. Nunca mergulhe de cabeça sem verificar
qual é a exata profundidade do poço. Cuidado com as
pedras escorregadias - as de cor preta são as piores. Molhadas,
viram o atalho mais rápido para um tombo. Se não quiser
andar descalço, prefira as botas com velcro em vez do tênis.
Ao sentir que lhe falta apoio, não hesite em andar de quatro.
Assim, o estrago será menor em caso de queda. Para atravessar
rios e corredeiras, use uma corda. E desista de freqüentar
cachoeiras em dias de chuva.
O
que devo comer antes e durante uma caminhada?
Um café da manhã reforçado garante energia
para o dia todo. Risque do seu cardápio alimentos gordurosos,
condimentados, enlatados, doces e refrigerantes. Para um trekking
leve, prefira frutas naturais (mexerica, banana, maçã)
ou cristalizadas (ameixa, figo). Os sanduíches devem ser
preparados no dia da viagem, sem maionese ou requeijão, que
podem ser substituídos por margarina ou algum tipo de geléia.
Bolachas, barra de cereais e um chocolate completam o menu. É
melhor comer em intervalos menores e em pouca quantidade do que
se empanturrar no almoço. Ao fim da caminhada, abasteça
o corpo com uma refeição quente e completa. Mantenha
o organismo hidratado - beba um copo de água a cada meia
hora, num total de pelo menos 2 litros por dia. Não vale
completar a medida com álcool.
E
se eu encontrar um bicho perigoso no meio da trilha?
Um dos últimos animais que os ecoturistas querem ver pelo
caminho são cobras - e as chances de vê-las são
mesmo poucas. Esses répteis evitam cruzar trilhas movimentadas,
mas se acontecer, o melhor é fingir-se de samambaia e deixá-los
seguir em frente. Ande sempre calçado e observe bem onde
pisa e põe a mão. Aranhas gostam de se esconder dentro
dos tênis. Sacuda o calçado antes de colocá-lo
nos pés. Guias sabem como reagir diante da presença
da fauna selvagem. Por isso, é bom estar acompanhado de um
profissional experiente. As chances de encontrar jaguatiricas e
onças são mínimas. Em todo caso, saiba que
costumam usar cavernas como abrigo. Restos de carcaças ou
pegadas na entrada das cavernas são sinais de ocupação.
Mesmo que você encontre animais aparentemente mansos na trilha,
mantenha distância. Não ofereça comida e muito
menos tente acariciá-los. Os macacos, por exemplo, são
imprevisíveis.
Vou
ser devorado por insetos durante as caminhadas?
Pernilongos, abelhas, formigas, borrachudos, vespas e marimbondos
podem, com uma simples picada, estragar as férias - quem
tem pele sensível ou é alérgico sabe disso.
Repelentes, mangas longas e calças compridas mantêm
os temíveis ferrões afastados. Algumas pessoas conseguem
bons resultados ao tomar vitaminas do complexo B todos os dias,
uma semana antes e durante a viagem. O cheiro exalado pelo corpo
espantaria os insetos, mas há controvérsias sobre
a eficácia do método. Marimbondos tornam-se especialmente
agressivos nos dias mais quentes. Por isso, desvie assim que vir
uma casa de marimbondo. Elas são construídas em árvores
e lembram um formigueiro. Se ainda assim você for atacado
por algum inseto, lave bem o local com sabão. Tire o ferrão
com uma pinça ou agulha e besunte-se de pomada própria
para picadas. Na falta do medicamento, use álcool ou aguardente
para massagear o local atingido.
Posso
levar meu filho para me acompanhar numa viagem ecológica?
O contato com a natureza é sempre saudável. Muitas
crianças têm até mais disposição
e coragem do que adultos para fazer as atividades típicas
de um roteiro de ecoturismo. No entanto, é preciso analisar
o perfil do pequeno viajante e o grau de exigência do passeio
escolhido. Seu filho vai agüentar o ritmo da caminhada ou pedirá
colo depois de dez minutos? Leve em conta, também, a infra-estrutura
do local visitado - há serviço médico por perto?
Lembre-se, ainda, de que a mochila tem de estar equipada com o que
uma criança pode necessitar. Apesar de haver casos de guris
de 7 anos que já fazem rapel, os especialistas recomendam
16 anos como a idade mínima para a prática desse esporte,
bem como de canyoning e caving. A partir dos 12 anos, eles podem
fazer bóia-cross, rafting e mergulho.
Quais
são as regras de conduta numa viagem de ecoturismo?
"Não tire nada além de fotos, não deixe
nada além de pegadas, não mate nada além do
tempo." Guias e praticantes do ecoturismo repetem essa frase
como um mantra da natureza. E com razão. Ninguém gosta
de encontrar embalagem de comida jogada na trilha ou latinhas de
refrigerante boiando num rio. Por isso, é sempre bom seguir
estas dicas de conduta ecoturística:
- Todo
e qualquer lixo deve ser embrulhado e trazido de volta para ser
despejado em local adequado
- Nada
de queimar ou enterrar a sujeira produzida
- Nas
caminhadas, siga pelas trilhas principais ou pelas já abertas.
Os atalhos favorecem a erosão e a destruição
de raízes e plantas
- Evite
fazer fogueiras, mas, se não tiver alternativa, use os
galhos já caídos e ao fim apague bem as cinzas
- Cuidado
com as bitucas de cigarro, que podem provocar um estrago em regiões
muito secas
- Ao
visitar cavernas, não toque - e muito menos leve de suvenir
- em estalactites ou estalagmites. Essas belas esculturas naturais
precisaram de milhares de anos para se formar
- Deixe
o cãozinho ou o gato em casa
- Não
grite na mata, para não assustar a fauna.
Estou
perdido na mata. O que fazer?
Se você estava com um grupo e se afastou, procure não
se movimentar muito, para facilitar o resgate. Os locais por onde
você passar devem ser sinalizados, usando galhos e gravetos
para criar setas indicando a direção seguida. Com
um apito, emita sons repetidos. Faça uma fogueira e alimente-a
com folhas verdes, que produzem mais fumaça. Acha que ninguém
vai procurá-lo tão cedo? Então siga o curso
de um rio, onde pode encontrar uma cabana ou um povoado. Mas para
evitar uma situação tão extrema, tome alguns
cuidados:
- Contrate
sempre o serviço de um guia local experiente através
das agências de turismo
- Nunca
se aventure sozinho e deixe os parentes avisados sobre seu roteiro.
O planejamento da viagem é essencial. Pesquise na internet,
converse com quem já fez o passeio antes e consiga um mapa
detalhado do local
- Calcule
bem o tempo, para não ser pego de surpresa pela noite no
meio da mata
- Numa
caminhada em grupo por uma trilha fechada, siga em fila indiana,
com o mais experiente na frente e o segundo mais preparado por
último. Ninguém deve se distanciar sem avisar ao
guia ou ao líder.
O
que preciso saber para explorar cavernas?
Antes de se aprofundar em grutas e abismos, é indispensável
estar bem preparado para a empreitada. A prática do caving
- como também é chamada a exploração
de cavernas - exige boa forma física, para passar por fendas
estreitas e nadar em lagos submersos, como os da Fazenda Pratinha.
Siga estas dicas:
- Nunca
entre numa caverna sozinho
- A
companhia de um guia é imprescindível para driblar
situações de risco e impedir que os turistas se
percam entre salões e corredores
- Verifique
as condições climáticas para não ser
surpreendido pelo repentino aumento do nível dos rios subterrâneos
causado pelas chuvas
- Se
você nunca entrou numa caverna, comece com as abertas ao
público, que têm estrutura para visitação.
A região Chapada Diamantina, em Lençóis e
no município de Iraquara concentra cavernas de vários
níveis de dificuldade. Como a Caverna Lapa Doce e a Torrinha.
Que
itens não posso deixar de levar na minha mochila?
Antes de fazer a mochila, avalie a real necessidade de cada coisa.
Do contrário, com excesso de peso nas costas você vai
ter ímpetos de atirar metade da bagagem no primeiro cânion
que encontrar. Os itens indispensáveis são: lanterna,
estojo de primeiros-socorros, cantil, canivete, apito para emergência,
isqueiro (ou fósforos), bússola, uma muda de roupa
seca, lanche, protetor solar, repelente de insetos e celular com
uma bateria extra. Distribua o peso de maneira equilibrada e procure
guardar tudo dentro da mochila, sem prender nada do lado de fora,
para não se enroscar em galhos. As mãos devem ficar
livres - para manejar a máquina fotográfica, claro.
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Fonte
http://www.lencois.ba.gov.br |
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Bagagem
Permitida |
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Nas
viagens aéreas, o passageiro adulto e menor a partir de 02 (dois)
anos, tem direito a 20 (vinte) quilos, de bagagem na classe econômica
e a 30 (trinta) quilos, nas classes primeira e executiva, exceto nos
vôos para os Estados Unidos que permitem o transporte de até 64 (sessenta
e quatro) quilos por passageiro, conforme descrito abaixo: |
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- Duas
(2) malas de tamanho usual com no máximo 32 (trinta e dois) quilos
cada. |
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- Objetos,
malas ou volumes que excedam a quantidade de 2 (dois) volumes ou malas
por passageiro, serão cobrados como excesso de bagagem, mesmo que
a soma dos volumes não atinja 64 (sessenta e quatro) quilos. |
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O passageiro
pode transportar uma pequena mala de mão, de dimensões e peso reduzidos,
até 5 (cinco) quilos, contendo objetos de uso pessoal. Em caso de
dano ou extravio da bagagem etiquetada por culpa da empresa prestadora
de serviço, seu valor será ressarcido nos termos do Artigo 260 do
Código Brasileiro de Aeronáutica. |
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Nas
viagens rodoviárias, o passageiro terá direito a transportar bagagem
cujo peso não exceda a 20 (vinte) quilos, mais uma pequena mala de
mão ou sacola de dimensões e peso reduzidos, até 5 (cinco) quilos,
contendo objetos de uso pessoal. Em caso de dano ou extravio da bagagem
etiquetada, por culpa da empresa prestadora do serviço, seu valor
será ressarcido nos termos do Decreto 68.961, que regulamenta o transporte
rodoviário. |
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Quando
da hospedagem em hotéis, em caso de dano ou extravio da bagagem
mantida no apartamento , o ressarcimento será de responsabilidade
do hotel, mediante constatação dos fatos. Valores, equipamentos valiosos,
etc., devem ser mantidos no cofre do hotel, ou depósito (Almoxarifado)
, que o mesmo indicar. |
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Nas
viagens marítimas, não é rigoroso o limite de peso para bagagens,
como nas viagens aéreas. Preocupe-se se houver trechos aéreos no
programa de viagem. Em caso de dano ou extravio da bagagem etiquetada,
por culpa da empresa prestadora do serviço, seu valor será ressarcido
nos termos do Artigo 5º, 7º e 8º da Convenção de Athenas. Os navios
possuem cofres de segurança, normalmente na recepção, que podem ser
alugados para a guarda de dinheiro e objetos de valor. Recomendamos
não deixar objetos de valor nas cabines. |
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O
transporte de objetos, equipamentos valiosos, jóias e papel moeda,
em nenhuma hipótese devem ser mantidos nas bagagens, devendo permanecer
de posse do passageiro, não havendo nenhuma responsabilidade da Agência/Operadora
por quaisquer danos, furtos ou extravio. |
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Mais
Informações (11) |
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3123-8003
ou e-mail: viagens@banstur.com.br |
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Conheça
os direitos do viajante
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O
órgão oficial que atende queixas, reclamações
e sugestões de passageiros é o Departamento de Aviação
Civil (DAC), por meio das Seções de Aviação
Civil (SACs), instaladas em cada aeroporto.
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Telefone
DAC: (21) 3814-6900 (horário de atendimento: de segunda à
sexta das 12:00 h às 18:30 h).
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Site
Oficial: www.dac.gov.br
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Telefone
Seção de Aviação Civil em Congonhas:
(11) 240-0666 e Guarulhos: (11) 6445-2585
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Quando
o vôo atrasa ou há interrupção:
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Por
mais de quatro horas em aeroporto de escala dão ao passageiro
o direito de endosso do bilhete - que permite viajar em outra companhia
ou devolução imediata do valor pago. Todas as despesas
decorrentes do atraso ou da interrupção do vôo
devem correr por conta da empresa aérea. O prazo para fazer
as reclamações é de dois anos. É necessário
apenas provar o atraso, o que é possível com a própria
passagem e informações sobre o horário em que
o vôo atrasado de fato ocorreu.
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Overbooking:
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Ocorre
quando é vendido um número de passagens maior que
o de lugares disponíveis no avião. A prática
acontece porque às vezes passageiros confirmados em um vôo
simplesmente não comparecem. Assim, essa venda adicional
de passagens compensaria as ausências.
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Em
setembro de 2000, o governo e as companhias aéreas firmaram
um acordo para regulamentar as compensações em caso
de overbooking. A partir de dezembro, os passageiros que ficarem
de fora de um vôo com overbooking optam por uma série
de benefícios oferecidos pelas companhias.
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Eles
podem escolher entre uma quantia em dinheiro ou serviços
da própria empresa, como uma passagem adicional, upgrade
para classe superior e pagamento de excesso de bagagem.
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Em
todos os casos, além da compensação, ele continua
tendo o direito de embarcar em outro vôo com o mesmo bilhete.
O consumidor também terá a garantia de hospedagem,
alimentação e transporte pagos pela companhia aérea
enquanto não embarca em outro vôo.
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As
empresas, por sua vez, ganham o direito de recomprar lugares nos
vôos - acomodando passageiros que precisam embarcar imediatamente
e recompensando quem aceita deixar o avião.
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O
acordo tem duração de um ano. No fim deste período,
será realizada uma versão definitiva do texto.
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Quanto à sua bagagem:
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O
passageiro tem direito a levar 20 kg de bagagem na classe econômica
e 30 kg ou 40 kg na primeira classe e na executiva. Nas linhas internacionais,
a franquia segue normas dos países de destino. Nas linhas
regionais, a franquia é de 10 kg em aviões com até
20 assentos e de 20 kg em aviões com mais de 20 assentos.
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As
tarifas para excesso de bagagem variam de acordo com o valor do
bilhete aéreo, mas geralmente correspondem a 1% do valor
do bilhete. As franquias de bagagem não incluem o transporte
de animais de estimação, o que obriga o pagamento
de novas taxas por excesso de peso.
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Em
caso de dano ou sinais de violação da bagagem, o passageiro
deve entrar em contato com a empresa aérea. Se a bagagem
for extraviada, a empresa aérea indeniza o passageiro com
um valor máximo de US$ 400 em vôos internacionais.
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Em
vôos nacionais, a indenização será feita
com base no Código Brasileiro de Bagagem. Se a localização
da bagagem demorar mais de três dias ou se houver extravio
definitivo, o passageiro pode processar a empresa e fazê-la
pagar uma multa.
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Todo
passageiro tem a opção de declarar os valores atribuídos
a sua bagagem antes do embarque, e pagar uma taxa suplementar estipulada
pela empresa, uma espécie de seguro. Neste caso, o passageiro
deverá receber o valor declarado e aceito pela empresa. Sempre
que houver um valor declarado, a empresa tem o direito de verificar
o conteúdo da bagagem. Se o passageiro não fizer a
declaração especial de interesse na entrega e não
pagar taxa suplementar, não terá direito à
indenização integral.
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Atendimento especial:
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Os
portadores de deficiências físicas têm direito,
durante a viagem, à assistência plena da empresa aérea,
do administrador aeroportuário e das empresas de serviços
auxiliares. O deficiente deve informar antecipadamente à
empresa aérea suas necessidades durante a viagem.
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Portadores
de deficiência devem ser embarcados com uma antecedência
mínima de 20 minutos em relação aos demais
passageiros. Cadeiras de rodas e aparelhos necessários a
deficientes serão transportados gratuitamente na cabine de
passageiros do avião e caso não haja espaço
disponível serão considerados bagagem prioritária.
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O
atestado de sanidade animal é obrigatório para o transporte
de cão treinado para auxiliar portador de deficiência
visual. O animal pode viajar na cabine de passageiros, no chão
da aeronave, preso a uma coleira e com protetor no focinho.
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A
Banstur deseja à você sempre uma Boa Viagem!
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Reservas
para passagens aéreas, ligue: (11)
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| Dicas
de Férias |
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Férias, verão e carro quebrado |
| O
Instituto de Humanização do Trânsito e Transporte
(IHTT) pediu ao seu consultor técnico, Clóvis Morote,
que listasse os principais problemas que comprometem desemprenho dos
veículos nas estradas e como resolve-los. Clóvis Morote
trabalhou como supervisor de atendimento a clientes da Ford por 20
anos. |
| "Os
problemas são sempre os mesmos, geralmente muito simples, e
exigem pequenas ações para serem resolvidos", diz
o engenheiro Ricardo Teixeira, presidente do IHTT. |
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1.
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Luz
vermelha no painel - não ande com o veículo se
acender alguma luz vermelha no painel. Andar alguns quilômetros
pode sair muito caro.
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2.
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Bomba
de gasolina - alguns veículos possuem sistema de desativação
da bomba de gasolina por segurança. A bomba pode ser desativada
em pequenas colisões ou quando o carro cai em algum buraco.
Basta seguir o manual do veículo que você mesmo poderá
localizar a válvula e reativá-la.
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3.
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Fusível
queimado - Se o carro parar de repente, verifique se é
o fusível da bomba de gasolina que queimou. Se for o caso,
troque-o e continue viagem.
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4.
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Estepes
- Verifique, antes de viajar, se o estepe está no local.
Tem motorista que só descobre que o estepe foi roubado na
hora que precisa dele, numa emergência. Se o estepe estiver
no local, aproveite e mande-o ser calibrado, um pouco acima do que
você adota nos seus pneus.
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5.
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Chave
reserva - Faça uma chave reserva e a leve com você
ou com seu marido (ou mulher). Uma chave perdida poderá comprometer
radicalmente sua viagem. Ainda mais as chaves modernas, que têm
um chip de segurança.
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6.
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Faça você mesmo - Cheque se os pára-brisas
estão funcionando. Não espere começar a chover
na estrada. Verifique a validade do Extintor de incêndio,
para evitar multa. Confira se o triângulo está onde
se espera. Faça o mesmo com o macaco. Peça ao frentista,
na hora de abastecer, para verificar água.
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7.
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Não
saia para a estrada se ... estiver com vazamento de óleo
nas rodas. Pode ser problemas com freios.
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Dicas
para viagens ao exterior |
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Alfândega
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O
turista procedente do exterior, que ingressar no país via aérea,
está isento de impostos referentes a roupas e objetos de uso
pessoal em quantidades compatíveis com a duração
e finalidade da viagem; livros e objetos até o limite de US$
500 (quinhentos dólares americanos) por pessoa, ou equivalente
em outra moeda. |
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Carros |
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Verifique
marca e modelo antes de reservar, pois quanto mais simples o modelo,
menos você vai gastar. Faça sempre um seguro, mas verifique
se se cartão de crédito já não oferece
o produto. O cartão Visa Gold cobre o seguro de seus clientes
nos Estados Unidos e Canadá. Deixe para abastecer fora da locadora,
a gasolina é mais barata. Respeite as leis de trânsito
e os limites de velocidade no exterior pois as multas são caras.
Em alguns países o leasing (arrendamento) de um carro zero
quilômetro é mais barato do que o aluguel, mas isso só
vale para períodos de quinze dias ou mais. |
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Dinheiro
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Evite
carregar notas de valores altos, leve um ou mais cartões de
crédito internacionais. Traveller's cheques são seguros
e bem aceitos, mas para trocar é necessária a apresentação
do passaporte ou xerox. Nunca transporte todo o dinheiro num só
lugar. Troque pequenas quantias no aeroporto para despesas de táxi
e gorjetas, só depois procure taxas de câmbio melhores.
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Hotéis
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Lembre-se
que o horário de entrada (check in) é 14:00hs e de saída
(check out) é 12:00hs. Se fizer ligação do quarto
será cobrada uma taxa. O serviço de lavanderia costuma
ser caríssimo. Hotéis americanos deixam ferro de passar
no quarto para hóspedes. As taxas do canal de televisão
pago (pay channel) são caras. Guarde dinheiro e objetos de
valor no cofre do hotel. |
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Passeios
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Verifique
se o lugar que quer conhecer é seguro ou não. Confira
os horários e costumes locais (shoppings, restaurantes etc).
Qualquer problema ou dúvida peça ajuda a um policial.
Guarde os recibos das compras e não se esqueça que as
taxas (impostos) não estão no valor da etiqueta. Quando
sair, leve o telefone e endereço do hotel. Nas grandes cidades
prefira o transporte coletivo. O trem é uma grande vantagem,
viajando à noite é possível dormir a bordo e
economizar hotel. A noite e o dia seguinte contam apenas como uma
diária do passe. |
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Saúde |
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Leve
os próprios medicamentos, já que é dificil comprar
remédios sem receita médica no exterior. Faça
um seguro saúde, sua garantia em casos de emergência |
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Transporte
de animais |
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O
transporte de animais é possível desde que sejam atendidas
as seguintes exigências; fornecimento de atestado de sanidade
animal obtido junto à Secretaria Estadual de Agricultura ou
em um posto do departamento de defesa animal, embalagem de transporte
adequada ao tipo e tamanho do animal, solicitação de
reserva de 48 horas e receita do veterinário indicando a quantidade
de tranquilizante ministrada ao animal quando o transporte for na
cabine dos passageiros. |
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Hotéis
para pets |
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As
férias já começaram e você não vê
a hora de colocar o pé na estrada. O destino está escolhido,
e as malas, quase prontas. Só falta mesmo decidir quem fica
em casa cuidando do animal de estimação da família.
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Mas
e se todos forem viajar? Você já sabe o que vai fazer
com o seu pet durante as férias? |
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Nem
sempre é possível levar seu pet junto com você
nas viagens. Nos campings, por exemplo, costuma-se não aceitar
animais de estimação. E ainda são poucos os hotéis
que aceitam pets nos quartos dos hóspedes. Por isso,
a solução muitas vezes é deixar seu querido amigo
em hotéis especializados em receber hóspedes de quatro
patas. |
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Primeiro,
procure
saber se os canis de hospedagem da sua cidade oferecem boas instalações.
Confira se os estabelecimentos possuem médico veterinário
responsável, equipe de plantão, área livre
para exercícios e boas referências.
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Se
possível, visite pessoalmente os estabelecimentos para se conhecer
a infra-estrutura do lugar. Você deve verificar os seguintes
itens: |
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Limpeza
(asseio é fundamental)
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Odor
(não pode haver mau cheiro)
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Ventilação
e temperatura (boxes que permitam boa circulação do
ar e que não sejam muito quentes nem muito frios)
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Observe
ainda a área externa do hotel, checando se é bem cercada
e segura. Alguns cães, desesperados, podem tentar escapar.
Se você achar que seu animal pode ser capaz de fazer isso, não
deixe de falar com o responsável pela hospedagem. |
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Tire
previamente todas as suas dúvidas sobre a hospedagem. Há
diferentes serviços e opções, como quanto à
alimentação, por exemplo. Há hotéis que
incluem em seus pacotes a ração para o animal e há
outros que solicitam ao próprio dono que a entreguem junto
com o pet. |
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Definido
o hotel, você só precisa fazer "a mala" de
seu pet. Deixe com ele sua cama e brinquedos favoritos. Também
entregue ao proprietário do hotel uma lista com os hábitos
mais comuns do seu animal de estimação e o telefone
do veterinário do seu pet. |
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O proprietário
do hotel deverá solicitar um comprovante de vacinação
de seu animal. Se ele não cobrar este documento, desconfie.
Esta é uma obrigação dele. E, finalmente, nunca
hospede seu animal em uma clínica veterinária, pois
o risco de contrair doenças é muito alto. Pelas dependências
da clínica circulam diariamente cães doentes, com
as mais variadas patologias.
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O
que fazer com os animais de estimação durante as férias?
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Chega
a temporada de férias e todos começam a planejar suas
viagens, para a praia, para a montanha, para o sítio da família
ou para o exterior. A empolgação é enorme,
até que alguém se lembra do que fazer com seu animal
de estimação.
Porém,
muitas são as opções existentes: levar os pets
para as férias; deixá-los com dogsitter/catsitter,
vizinhos, amigos e parentes ou utilizar serviços de hospedagem.
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A
seguir, uma lista de opções que podem se encaixar à
sua situação: |
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Levar os amigos para as férias |
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Esta
é a opção preferencial de um crescente número
de pessoas que já começam a surgir no Brasil os estabelecimentos
hoteleiros que aceitam animais.
Quando
vamos para um sítio, para a casa de praia ou outro local
de propriedade da família, fica um pouco mais fácil.
Mas devemos lembrar que alguns cuidados devem ser tomados, como
manter porteiras e portões fechados e verificar se há
outros animais presentes. Em várias situações
podem acontecer incidentes desagradáveis, como briga por
território, um coice inesperado, algumas galinhas mortas.
E, até mesmo, uma inesperada gravidez!
Procure
levar alimentação e alguns brinquedos do seu animal,
para que ele não estranhe muito o novo local.
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Hospedagens |
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Procure
saber se em sua cidade ou região existem canis de hospedagem
com boas instalações. Confira se os estabelecimentos
possuem médico veterinário responsável, equipe
de plantão, área livre para exercícios e boas
referências.
Nunca
hospede seu animal em uma clínica veterinária, pois
o risco de contrair doenças é muito alto. Pelas dependências
da clínica circulam diariamente cães doentes, com
as mais variadas patologias.
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Dogsitter e catsitter |
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Estes
são profissionais ainda raros aqui no Brasil. Nas principais
capitais já existem algumas pessoas se dedicando a este trabalho.
São
pessoas que vão às residências de proprietários
de pets no período de viagens, cuidam dos animais e saem
para passeios enquanto seu donos estão em férias.
Nos
Estados Unidos já existem até associações
de classe destes profissionais que tanto facilitam a vida dos proprietários
de animais de estimação.
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Vizinhos, amigos e parentes |
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É
a opção mais econômica, mas é preciso ter
a sorte de possuir um vizinho, parente ou amigo tão prestativo
e que seja aceito pelo seu animal de estimação, principalmente
se ele for um cão. Passe instruções detalhadas
sobre os hábitos e costumes de seu pet. |
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Overbooking |
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O
"overbooking", palavra de origem inglesa indica idéia
de número acima do que foi relacionado. A palavra é
utilizada mundialmente para indicar situação onde um
passageiro é impedido de viajar por conta do excesso de lotação
no vôo, ou seja, quando a venda de passagens aéreas e
a apresentação dos passageiros para embarque ocorrem
em número superior ao dos lugares da aeronave. |
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Na
ocorrência de fato dessa natureza, os consumidores que sofrem
prejuízos têm seus direitos resguardados pela legislação,
em especial pelo Código de Defesa do Consumidor, Lei nº.
8078/90. |
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| |
No
intuito de desestimular essa prática e minimizar, prevenir
e até evitar problemas e prejuízos aos consumidores,
diversas entidades, órgãos e empresas firmaram compromisso
para os casos de "overbooking". |
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No
compromisso procurou-se resguardar os interesses dos consumidores
por meio de mecanismos para a solução, de plano, de
eventuais problemas verificados na prática, que muitas vezes
necessitavam inclusive de discussão na esfera judicial. |
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A
compensação, dentre outros interesses resguardados no
compromisso, prevê a possibilidade de oferecimento de valor
crescente para troca por outro vôo, crédito compensatório
sem limite máximo: em dinheiro, na aquisição
de outro bilhete, em "up grade" (substituição
por outro bilhete em classe superior de conforto), para o pagamento
de excesso de bagagem etc. |
|
| |
O
compromisso só é aplicável aos passageiros que
optarem pelas propostas apresentadas pela transportadora e durante
sua vigência, até 30 de novembro de 2001, oportunidade
na qual poderá ser renegociado. |
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Para
maiores detalhes fica disponibilizado abaixo o inteiro teor do compromisso
e a relação dos seus subscritores.. |
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TERMO
DE COMPROMISSO |
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| |
Aos
onze dias do mês de setembro do ano de dois mil, na Secretaria
da Justiça do Estado de São Paulo, com sede no Páteo
do Colégio, nº 148 1º andar - Centro, na Cidade
de São Paulo, Estado de São Paulo, de um lado o Departamento
de Proteção e Defesa do Consumidor DPDC (Secretaria
de Direito Econômico SDE, Ministério da Justiça);
o Departamento de Aviação Civil - DAC,(Comando da Aeronáutica,
Ministério da Defesa); o Instituto Brasileiro de Defesa do
Consumidor - IDEC; a Fundação de Proteção
e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo - PROCON; o Instituto
Brasileiro de Política e Direito do Consumidor - BRASILCON,
e de outro o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias
SNEA e as transportadoras aéreas filiadas, e a Junta de Representantes
das Companhias Aéreas Internacionais do Brasil - JURCAIB, todos
devidamente representados, e considerando |
|
| |
|
que
o "overbooking" reclama a atuação conjunta
dos órgãos públicos, dos transportadores aéreos
e entidades de defesa do consumidor no sentido de evitá-lo;
e ainda
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|
a
necessidade de estabelecer regras para a compensação
em situações de "overbooking";
|
|
| |
|
a
necessidade de oferecer alternativas ao passageiro preterido para
embarque;
|
|
| |
|
a
necessidade de uniformizar, entre as transportadoras aéreas,
o modo de composição com os passageiros optantes;
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decidem
CELEBRAR o presente TERMO DE COMPROMISSO, mediante as Cláusulas
e condições abaixo: |
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| |
CLÁUSULA
PRIMEIRA |
|
| |
O
presente TERMO estabelece as regras comuns aplicáveis aos casos
de "overbooking" , com a finalidade de atender ao usuário
portador de bilhete válido com reserva confirmada , que tenha
comparecido para "check-in" no prazo e condições
requeridas, e que deixou de embarcar no vôo a que tinha direito
ou ainda àquele usuário sujeito ao risco de não
embarcar, em razão do excesso de passageiros. |
|
| |
Subcláusula
Primeira |
|
| |
Este
TERMO aplica-se indistintamente ao transporte aéreo doméstico
e internacional, explorado por empresas nacionais e estrangeiras,
ressalvada a legislação internacional aplicável
no local de embarque. |
|
| |
Subcláusula
Segunda |
|
| |
Este
Termo vigorará pelo prazo de 1 (um) ano, a contar de 1 de dezembro
de 2000, e obrigará as partes signatárias ao seu cumprimento
a partir daquela data, ficando o Termo aberto a aditamentos e adesões
por outras associações, facultado às empresas
signatárias a aplicação de suas disposições
em período anterior a sua vigência. |
|
| |
Subcláusula
Terceira |
|
| |
Este
Termo se aplica, no que couber, aos vôos "charter"
das empresas regulares. |
|
| |
CLÁUSULA
SEGUNDA |
|
| |
Verificando-se
uma situação de "overbooking" em determinado
vôo, os transportadores se comprometem a oferecer aos passageiros
a alternativa da compensação na forma das Subcláusulas
a seguir. |
|
| |
Subcláusula
Primeira |
|
| |
A
compensação consiste na oferta de um valor crescente,
por parte do transportador, aos passageiros optantes, em troca da
aceitação destes em realizar em outro vôo a viagem
inicialmente reservada para o vôo em que se verificou o "overbooking". |
|
| |
Subcláusula
Segunda |
|
| |
Ao
iniciar a oferta da compensação, o transportador deverá
especificar os vôos alternativos, com a indicação
dos horários de partida e de chegada, eventuais escalas e conexões
e do nome do transportador que os realiza. |
|
| |
Subcláusula
Terceira |
|
| |
A
compensação será oferecida aos passageiros em
condições de embarcar no vôo ofertado - portadores
de bilhete válido com reserva confirmada, que tenham comparecido
para "check-in" no prazo e condições requeridas
- e que dela pretendam usufruir, não se restringindo unicamente
aos passageiros impedidos de embarcar em razão do "overbooking". |
|
| |
Subcláusula
Quarta |
|
| |
Os
passageiros optantes terão o seu embarque suspenso até
à sua reacomodação em outro vôo e até
que sejam finalizadas as providências da compensação. |
|
| |
CLÁUSULA
TERCEIRA |
|
| |
A
compensação poderá ser feita por uma das seguintes
formas: |
|
| |
I- |
Crédito
compensatório de, no mínimo e sem limite máximo,
105 DES (Direitos Especiais de Saque) para trechos até 1.100
Km e 175 DES para trechos superiores a 1.100 Km, sob a forma de
"Miscellaneous Charges Order" - MCO que poderá
ser convertido, a critério do passageiro:
- em
dinheiro;
- na
aquisição de outro bilhete de passagem aérea,
a ser utilizado pelo passageiro;
- em
"up grade" para classe superior àquela para a
qual o passageiro tiver bilhete de passagem, em outro vôo;
- no
pagamento de excesso de bagagem;
|
|
| |
II- |
Em
serviços; em "up grade"; em bilhete de passagem aérea;
mediante acordo entre o passageiro e o transportador. |
|
| |
Subcláusula
Primeira |
|
| |
O
valor estabelecido será revisado trimestralmente, tendo por
parâmetro o DES e expresso em reais. |
|
| |
Subcláusula
Segunda |
|
| |
Os
transportadores aéreos deverão, obrigatoriamente, informar
aos passageiros as modalidades de compensação, até
mesmo a opção de recebimento em numerário. |
|
| |
CLAÚSULA
QUARTA |
|
| |
O
crédito compensatório sob a forma de MCO terá
a validade de um ano, a contar da data de sua emissão, e será
utilizado a critério do passageiro, em uma das modalidades
previstas na Cláusula Terceira. |
|
| |
CLÁUSULA
QUINTA |
|
| |
O
valor do crédito compensatório sob a forma de MCO, no
caso de transporte internacional, será expresso em dólar
americano e, no caso de transporte doméstico será expresso
em real, sem correção. |
|
| |
CLÁUSULA
SEXTA |
|
| |
Além
do valor ofertado e aceito a título compensatório, o
passageiro não acomodado manterá o direito à
utilização do seu bilhete de passagem. |
|
| |
CLÁUSULA
SÉTIMA |
|
| |
Na
ocorrência do "overbooking", aceita a oferta de compensação
do transportador, este poderá exigir a respectiva quitação,
por instrumento que designará o valor pago, a data e o local
do pagamento, assinado pelo passageiro, importando para o transportador
a exoneração de qualquer outra responsabilidade perante
o passageiro, que nada mais poderá reclamar, relativamente
ao objeto deste Termo. |
|
| |
CLÁUSULA
OITAVA |
|
| |
Correrão
por conta do transportador as despesas com alimentação,
transporte de e para o aeroporto, hospedagem e telefonemas em número
razoável, não incluídas no valor da compensação,
vedado ao passageiro pleitear o seu recebimento em dinheiro ou o reembolso
daquelas que eventualmente realizar diretamente. |
|
| |
CLÁUSULA
NONA |
|
| |
No
caso de recusa da compensação, dentre outras hipóteses,
receberão a prioridade de embarque: os menores de 18 anos desacompanhados;
os maiores de 65 anos; as gestantes; os portadores de deficiência;
os membros da mesma família que viajarem juntos; o passageiro
em trânsito; e o passageiro deportado. |
|
| |
CLÁUSULA
DÉCIMA |
|
| |
Os
direitos e obrigações previstos neste Termo aplicam-se
exclusivamente aos passageiros optantes. |
|
| |
CLÁUSULA
DÉCIMA PRIMEIRA |
|
| |
Institui-se,
nesta data, a Comissão de Avaliação do presente
Termo, que será constituída por representantes das entidades
signatárias. |
|
| |
Subcláusula
Primeira |
|
| |
A
Comissão de Avaliação, de posse da documentação
enviada pelas empresas aéreas, realizará reuniões
trimestrais para analisar os casos de "overbooking" ocorridos,
bem como a aplicação das regras estipuladas pelo Termo
e demais aspectos pertinentes. |
|
| |
Subcláusula
Segunda |
|
| |
Ao
término do prazo previsto na Subcláusula Segunda da
Cláusula Primeira, e quando da renegociação do
presente Termo, as partes se comprometem a apreciar a inclusão
de disposição sobre eventual sanção pecuniária
a ser aplicada em caso de descumprimento dos procedimentos aqui previstos. |
|
| |
CLÁUSULA
DÉCIMA SEGUNDA |
|
| |
As
regras estabelecidas neste Termo serão amplamente divulgadas
por meio de material explicativo a ser distribuído ao público
usuário. |
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Brasília,
11 de Setembro de 2000.
Departamento
de Proteção e Defesa do Consumidor - DPDC
Departamento
de Aviação Civil - DAC
Instituto
Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC
Fundação
de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São
Paulo -PROCON
Instituto
Brasileiro de Política e Direito do Consumidor - BRASILCON
Junta
de Representantes das Companhias Aéreas Internacionais do
Brasil - JURCAIB
Sindicato
Nacional das Empresas Aeroviárias SNEA
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Fonte:
PROCON |
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Internacional |
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Doméstico |
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DE |
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Para o Rio |
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DE |
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Para o Rio |
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Bueno
Aires |
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2:50 |
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Belém |
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3:15 |
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Caracas |
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5:40 |
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Belo
Horizonte |
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0:45 |
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Frankfurt |
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12:20 |
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Brasília |
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1:25 |
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Lisbon |
|
9:40 |
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Fortaleza |
|
3:50 |
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London |
|
12:30 |
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Foz
do Iguaçu |
|
2:50 |
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Los
Angeles |
|
14:00 |
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Manaus |
|
3:50 |
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New
York |
|
9:30 |
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Porto
Alegre |
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1:45 |
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| |
Paris |
|
11:20 |
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Recife |
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2:30 |
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Rome |
|
11:50 |
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Salvador |
|
1:45 |
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Zurich |
|
11:00 |
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São
Paulo |
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0:50 |
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Dados
da Embratur |
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Acerte
na mosca
Uma tabela para você não errar na hora de comprar presentes
no exterior |
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Para
facilitar a vida e evitar erros na hora da compra, segue uma tabela
de conversão de tamanhos. |
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Faça a sua conversão |
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| TERNOS |
| Brasil |
EUA |
Inglaterra |
França |
Itália |
Argentina |
| 46 |
36 |
36 |
46 |
46 |
46 |
| 48 |
38 |
38 |
48 |
48 |
48 |
| 50 |
40 |
40 |
50 |
50 |
50 |
| 52 |
42 |
42 |
52 |
52 |
52 |
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| CAMISAS |
| Brasil |
EUA |
Inglaterra |
França |
Itália |
Argentina |
| 38 |
15 |
15 |
38 |
38 |
38 |
| 39 |
15,5 |
15,5 |
39 |
39 |
39 |
| 40 |
16 |
16 |
40 |
40 |
40 |
| 41 |
16 |
16 |
41 |
41 |
41 |
| 42 |
16,5 |
16,5 |
42 |
42 |
42 |
|
|
| |
|
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| |
| CALÇADOS
MASCULINOS |
| Brasil |
EUA |
Inglaterra |
França |
Itália |
Argentina |
| 38 |
7 |
7 |
4 |
38 |
4 |
| 39 |
7,5 |
7,5 |
5 |
39 |
5 |
| 40 |
8,5 |
8,5 |
6 |
40 |
6 |
| 41 |
9,5 |
9,5 |
7 |
41 |
7 |
| 42 |
10 |
10 |
8 |
42 |
8 |
| 43 |
11 |
11 |
9 |
43 |
9 |
|
|
| |
|
|
| |
| VESTIDOS |
| Brasil |
EUA |
Inglaterra |
França |
Itália |
Argentina |
| 36 |
6 |
8 |
36 |
38 |
38 |
| 38 |
8 |
10 |
38 |
40 |
40 |
| 40 |
10 |
12 |
40 |
42 |
42 |
| 42 |
12 |
14 |
42 |
44 |
44 |
| 44 |
14 |
16 |
44 |
46 |
46 |
|
|
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| BLUSAS
E CAMISETAS FEMININAS |
| Brasil |
EUA |
Inglaterra |
França |
Itália |
Argentina |
| 38 |
10 |
32 |
38 |
38 |
38 |
| 40 |
12 |
34 |
40 |
40 |
40 |
| 42 |
14 |
36 |
42 |
42 |
42 |
| 44 |
16 |
38 |
44 |
44 |
44 |
|
|
| |
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| |
| CALÇADOS
FEMININOS |
| Brasil |
EUA |
Inglaterra |
França |
Itália |
Argentina |
| 35 |
6,5 |
4,5 |
37,5 |
37/38 |
37 |
| 36 |
7,5 |
5,5 |
38,5 |
39/40 |
38,5 |
| 37 |
8,5 |
6,5 |
39,5 |
40/41 |
39 |
| 38 |
9 |
7 |
40,5 |
41/42 |
39,5 |
| 39 |
10 |
8 |
41,5 |
42/43 |
40 |
|
|
| |
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| CALÇADOS
INFANTIS |
| Brasil |
EUA |
Inglaterra |
França |
Itália |
Argentina |
| 24-25 |
7,5 |
7-8 |
24 |
25-26 |
24-25 |
| 26-27 |
8,5 |
8-9 |
26 |
27-28 |
26-27 |
| 28 |
9,5 |
10 |
27 |
29 |
28 |
| 29 |
10,5 |
11 |
28 |
30 |
29 |
| 30 |
11,5 |
12 |
29 |
31 |
30 |
| 31 |
12,5 |
12-13 |
30 |
32 |
31 |
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Cuidado
ao alugar um imóvel para temporada |
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Não
alugue um imóvel para as férias sem
fazer contrato, adverte advogado |
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Alugar
um imóvel para temporada de férias requer cuidados
e contrato bem específico, adverte Milton Zlotnik,
especialista em Defesa do Consumidor e Direito Imobiliário.
Segundo Zlotnik, a maioria dos aluguéis para temporada são
fechados por telefone ou por contratos de boca, causando
muita dor de cabeça ao consumidor.
Alguns
cuidados devem ser tomados, como informar-se da localização
do imóvel e conhecer, se possível, antes a casa/apartamento,
para realizar uma vistoria detalhada, de preferência com a
presença do proprietário. Zlotnik ressalta que o cuidado
com o contrato é essencial, porque se o período de
locação for superior a três meses não
é considerado contrato de temporada.
As
mesmas recomendações valem para a contratação
de serviços de acampamento, opção bastante
procurada pelos pais quando seus filhos saem em férias. "No
geral", prosssegue ele, "este tipo de entretenimento oferece
muito e cumpre pouco".
Zlotnik
recomenda também que, "além do cuidado com o
contrato, conhecer o acampamento e suas atividades é fundamental,
já que o Procon tem sido bastante procurado para solucionar
pendengas nesse tipo de contrato".
Para
suas férias com muita tranqüilidade, contate sempre
uma Agência de Viagens credenciada à ABAV.
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"Bagagem" |
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Objetos
que não podem ser transportados como 'BAGAGEM' |
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(Conforme
regulamentação da IATA Internacional Air Transport
Association) |
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Fósforos
e isqueiros (carregadores de isqueiros-fluído). Eles deverão
ser carregados nos bolsos (calças, casaco, paletó etc.),
junto ao passageiro. |
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Amostras
ou documento de negócios. |
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Materiais
magnéticos, oxidantes, radioativos e polimerizáveis. |
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Gases
comprimidos. |
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Produtos
venenosos ou corrosivos. |
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Instrumentos
musicais volumosos. |
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Lâmpadas
fotoflash. |
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Armas
de fogo (exceto as portadas por autoridades competentes ou as de esporte,
desmontadas, devidamente acondicionadas), as quais serão transportadas
no compartimento de bagagem. |
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Explosivos,
munições e fogos. |
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Líquidos
e sólidos inflamáveis. |
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Peróxidos
orgânicos. |
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Objetos
que só podem ser levados como "Bagagem de Mão. |
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Dinheiro,
papéis negociáveis, ações e outros valores. |
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Jóias |
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Notebook |
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Agenda
Eletrônica |
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Filmadora |
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Máquina
Fotográfica |
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Celular
desligado e seus acessórios |
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Franquia
de bagagem |
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Nos
vôos domésticos e do Mercosul, o passageiro tem direito
a levar uma bagagem de mão que não exceda o peso de
5(cinco) quilos. A soma do comprimento, da largura e da altura não
deve ultrapassar 115 centímetros.
Nos
vôos operados com equipamentos F100, o passageiro tem direito
a despachar 20 (vinte) quilos de bagagem.
Nos
vôos operados com equipamentos A319/A320, o passageiro poderá
despachar 30 (trinta quilos na Super Classe e 20 (vinte) quilos
na classe econômica.
Nos
vôos operados com equipamentos A330, o passageiro poderá
despachar 40 (quarenta) quilos na primeira classe, 30 (trinta) quilos
na classe executiva e 20 (vinte) quilos na classe econômica.
Nos
vôos para Paris e Miami, o passageiro tem direito a despachar
2 (duas) bagagens com 32 (trinta e dois) quilos cada uma. A soma
do comprimento, da largura e da altura não pode ultrapassar
158 centímetros. Como bagagem de mão, também
poderá levar
2 (dois) volumes com 5 (cinco) quilos cada um, não podendo
ultrapassar 115 centímetros lineares.
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OBSERVAÇÕES |
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ARTIGOS
FRÁGEIS OU PERECÍVEIS:
Somente
serão aceitos se devidamente embalados, podendo ser recusada
sua aceitação como bagagem.
ANIMAIS
VIVOS:
Deverá
ser feita consulta junto à central de reservas com 72 horas
de antecedência, ficando condicionada a aceitação
em função do tipo de aeronave, tamanho do animal e
tempo de vôo, sendo proibido o seu transporte na cabine de
passageiros.
ARTIGOS
ELETRÔNICOS:
Equipamentos
como máquina fotográficas, telefones celulares e seus
acessórios, walkman, filmadoras, agendas eletrônicas
e notebooks devem ser transportados obrigatoriamente como bagagem
de mão, uma vez que a companhias aéreas não
assume nenhuma responsabilidade por perdas ou danos de bagagem registrada
do pagamento que contenha tais artigos.
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Boa
Viagem !!! |
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Como
passar um dia ao sol sem estragar a sua pele |
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A
maioria das pessoas já sabe que para um bronzeamento saudável,
só deve tomar sol antes das 10 ou depois das 16 horas. Mas
na prática, são poucas as pessoas que durante seus
dias de férias ou num fim de semana ensolarado conseguem
respeitar esses limites.
Confira
a forma de se proteger:
1.
Passe o filtro solar pelo menos meia hora antes de se expor ao sol
e com o corpo nu, para que você não esqueça
partes sensíveis e para que as substâncias ativas do
filtro não diminuam seu poder de ação com o
suor. Não esqueça de regiões como pés,
orelhas, nuca e lábios. Espere secar antes de colocar o bíquini
e a canga. Para o rosto, use um filtro que garanta proteção
mais elevada do que para o corpo, já que aí a pele
é mais sensível.
2.
Use boné, camiseta e óculos escuros. O boné
protegerá o rosto, os óculos protegerão os
olhos, e as fibras da camiseta funcionarão como outro filtro
solar principalmente para os ombros, barriga e costas.
3.
Escolha um guarda sol de acordo com seu tecido: o de náilon
permite a passagem de até 60% dos raios solares. Prefira
os de algodão, de cores claras e tramas fechadas.
4.
Redobre a atenção quando estiver na água. Você
percebe menos a ação dos raios solares enquanto se
refresca no mar ou na piscina.
5.
Borrife água doce após o banho de água salgada,
pois esta última deixa seu corpo ressecado e mais receptivo
às radiações solares. Depois seque seu corpo,
para evitar que as gotas funcionem como lentes de aumento. Repasse
o filtro solar.
6.
Passe e repasse seu protetor. Para garantir maior proteção,
a maioria dos filtros solares deve ser reaplicada a cada duas horas,
depois de mergulhos longos ou de exercícios físicos
intensos.
Atenção:
1.
Use o produto certo para se proteger do sol na praia ou na piscina.
O hidratante com protetor solar que usamos diariamente não
será o suficiente para conter a força do mar, sol
e ventos.
2.
Você não vai ficar branquela com um FPS alto. Não
se esqueça de que, para ser saudável, o processo de
bronzeamento deve ser lento e gradual, o que se consegue com a ajuda
de fatores de proteção elevados. Para escolher o FPS
certo, observe a coloração e sensibilidade da sua
pele.
3.
Mesmo já bronzeado, não dispense o filtro solar.
4.
Pessoas que tomam certos medicamentos - como diuréticos,
antibióticos, antifúngicos e anticoncepcionais - ficam
com a pele mais suscetível aos raios ultravioleta A, o que
pode desencadear reações alérgicas. Portanto,
se você se encaixa em um desses casos, redobre seus cuidados.
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Dicas
para obter os menores preços das tarifas aéreas e
conseguir disponibilidade nos vôos (12
a 18/09/2003)
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I
- Destinos: Para viagens internacionais, prefira vôos
que partam de cidades que disponham de aeroportos internacionais,
e evite conexões domésticas.
II - Datas: Evite
alta estação, feriados e fins de semana, que sempre
apresentam menos opções de vôos, tarifas mais
caras e vôos sempre lotados.
III - Cia. Aérea: Selecione
as Companhias que atendam o destino pretendido, compare os preços,
o equipamento (avião) e o conforto.
Menores
tarifas para ESTADOS UNIDOS e CANADÁ
Baixa
estação: 24 Fev a 24 Jun e 26 Jul a 4 Dez;
Embarques: entre domingo e 5ª feira;
Permanência: entre 7 dias e 2 meses;
Crianças 2 a 11 anos: 75% da tarifa aérea do
adulto;
Bebês com até 2 anos: 10% da tarifa aérea
do adulto.
Menores
tarifas para AMÉRICA DO SUL
Baixa
estação: 24 Fev a 24 Jun e 01 Ago a 9 Dez;
Embarques: entre domingo e 5ª feira;
Permanência: entre 5 dias e 2 meses;
Crianças 2 a 11 anos: 67% da tarifa aérea do
adulto;
Bebês com até 2 anos: 10% da tarifa aérea
do adulto.
Menores tarifas para EUROPA
Baixa
estação: 1 Mar a 20 Jun e 1 Out a 11 Dez;
Média estação: 1 Fev a 29 Fev e 1 Ago
a 30 Set;
Embarques: entre domingo e 5a. feira;
Permanência: entre 7 dias e 3 meses;
Crianças 2 a 11 anos: 67% da tarifa aérea do
adulto;
Bebês com até 2 anos: 10% da tarifa aérea
do adulto.
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| Nas
viagens longas de férias, evite o inchaço nas pernas
e a TVP (21
a 27/11/2003) |
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Quem
já reservou a passagem de avião ou ônibus para
as férias deve ficar atento para os riscos de Trombose Venosa
Profunda (TVP), principalmente se a viagem for longa. Também
conhecida como a Síndrome da classe econômica,
a TVP consiste na formação de coágulos nas
veias profundas da perna, que provocam o entupimento das veias e
podem se deslocar ao pulmão (embolia pulmonar). Em pesquisa
recente, o Australian Department of Health and Aging, o ministério
da saúde australiano, apurou que as chances de trombose aumentam
durante viagens de longa duração ou nas duas semanas
seguintes. Calcula-se que, no mundo, num grupo de 100 mil pessoas,
160 delas desenvolverão a TVP.
Ainda
que a trombose e as embolias geralmente ocorram com pessoas geneticamente
predispostas, o risco existe para qualquer um obrigado a passar
muito tempo na mesma posição. O problema pode surgir
do aumento da coagulabilidade do sangue e/ou pela falta de movimentação
das pernas, explica o cirurgião vascular Kasuo Miyake,
de São Paulo.
Para
prevenir esses males e também outros incômodos
mais comuns, como as dores e o inchaço nas pernas, Miyake
tem algumas dicas:
- Hidratar-se
bem, evitando bebidas alcoólicas. Passar longos períodos
sem beber água pode acentuar os riscos da TVP;
- Evitar
deixar as pernas paradas e na mesma posição por
muito tempo. O ideal é movimentar a panturrilha (a barriga
da perna) com freqüência durante a viagem;
- Em
viagens de carro, o motorista deve fazer uma parada a cada duas
horas, para movimentar as pernas e relaxar um pouco;
- Para
quem tem predisposição à TVP (coagulopatia,
por exemplo, uma alteração genética da coagulação),
a prevenção deve ser feita com auxílio do
médico, que vai receitar um anticoagulante do tipo heparina.
|
Fonte
Ex-Libris Assessoria (11) 3266-6088 // 9125
Paula Idoeta (11) 9143-8082 // Flávia Arakaki |
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| Minha
bagagem não chegou: o que devo fazer? |
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Consultora
explica os direitos do turista e os procedimentos a serem tomados
Nada
é mais irritante do que viajar e, ao chegar ao aeroporto
de destino, ficar esperando na esteira pelas malas que não
aparecem. Vários podem ser os motivos do extravio: não
terem sido embarcadas, estarem misturadas com a bagagem que seguirá
viagem até o destino final do vôo e, o pior, terem
sido embarcadas em um avião errado. "Nessas horas, o
mais sensato é manter a calma, tomar as devidas providências
e não deixar que o contratempo estrague toda a viagem",
aconselha a consultora Yara Balestrero.
Ao
constatar o extravio, o passageiro deve comunicar o ocorrido imediatamente
ao funcionário da empresa que permanece próximo à
esteira ou antes da porta da sala de desembarque. "Ele preencherá
uma ficha formalizando a reclamação. Por isso, no
check in é bom que o passageiro declare o que há na
mala para facilitar o reembolso caso haja desaparecimento",
explica a consultora.
A companhia
aérea tem 24 horas para entregar a bagagem ao passageiro
onde este estiver hospedado. Não é obrigatório,
mas algumas empresas dão ao passageiro uma pequena quantia,
para que este possa comprar material de higiene e algumas peças
de roupas. Se a mala não for encontrada em até 30
dias, é considerada extraviada, e nesse caso será
feito um reembolso pela companhia aérea. Existem também
seguros complementares para perda de bagagem que, de certa forma,
podem ajudar na hora do sufoco. Usualmente os seguros reembolsam
o mesmo valor que a companhia aérea, respeitando-se os limites
estipulados nas apólices.
É
preciso que o passageiro fique atento e respeite todos os procedimentos.
"Dinheiro, jóias, papéis negociáveis,
entre outros objetos de valor, devem ser levados na bagagem de mão,
pois as empresas não se responsabilizam por eles e não
reembolsam o valor dos mesmos", alerta Yara.
O Brasil
é um dos países que mais respeita os direitos dos
passageiros, segundo a consultora. "Somos o segundo país
no mundo a adotar um plano de assistência aos familiares de
vítimas de acidentes aéreos", diz. Tanto as empresas
brasileiras quanto as que operam vôos para o país estão
sujeitas à legislação brasileira.
Os
passageiros também têm direitos no caso de atraso ou
cancelamento de vôos e de overbooking - desde acomodação
em outro avião até o reembolso das despesas de estadia
e traslado de ida e volta ao hotel. O próprio bilhete
é um seguro que garante o embarque em outro vôo,
diz Yara. As normas não valem para vôos fretados. Nesse
caso, os passageiros terão que buscar seus direitos junto
à agência de viagem.
|
Fonte
Paulo Flores: (11) 287-1997 / 9998-7043 - Denis Dana: (11) 9949-6535
Ex-Libris Assessoria e Edições:Av. Paulista, 509, conj.
602 - São Paulo - SP - CEP: 01311-000
Tels.: (11) 3283-4631 / 3284-2054 / 3284-7633 |
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| Honda
dá dicas para curtir com segurança as férias
sobre duas rodas |
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Durante
todo o ano, principalmente antes de pegar a estrada, a revisão
da motocicleta é essencial, incluindo itens que podem ser
checados pelo próprio motociclista
Realizar
as revisões periódicas em uma das concessionárias
da marca conforme o Manual do Proprietário, verificar sempre
que possível alguns itens essenciais, e atentar para os procedimentos
de segurança são a certeza de aproveitar ao máximo
a sensação de liberdade e o prazer de pilotar uma
motocicleta Honda também nas férias. Veja abaixo algumas
orientações dos técnicos da Moto Honda da Amazônia:
Vestuário
Primeiramente,
o motociclista deve estar atento às roupas e acessórios
que serão utilizados por ele e pelo garupa. O capacete tem
de estar dentro do prazo de validade e deve ser ajustado de forma
a não ficar nem apertado, nem folgado. A viseira também
exige cuidados: precisa estar sempre limpa e protegida de riscos.
No lado externo, pode ser aplicado um produto que impede o acúmulo
de água da chuva, enquanto no lado de dentro é aconselhável
utilizar um anti-embaçante.
Roupas
de cor clara, que facilitam a visualização por outros
motociclistas, principalmente no período noturno, calças
e jaquetas confeccionadas com tecido grosso, couro ou material similar,
são indispensáveis. Sapatos que protejam o calcanhar
ou botas, luvas e capas de chuva não devem ser esquecidas.
O usuário
precisa ainda ser racional com a bagagem, pois o excesso de peso
também compromete a segurança. Os pertences podem
ser acomodados em uma mochila, presa nas costas do piloto ou do
garupa, ou numa bolsa, devidamente fixada no bagageiro da motocicleta.
Uma boa dica é embalar o conteúdo da bagagem, bem
como documentos pessoais e da motocicleta, em sacos plásticos
para evitar que venham a molhar em caso de chuva.
Itens
de segurança
A
começar pela parte elétrica, é necessário
observar se todas as luzes (de freio, piscas, lanterna, farol e
painel) da motocicleta estão funcionando, lembrando que se
tratam de itens de segurança, podendo inclusive acarretar
multas caso haja inspeção policial e estejam irregulares.
A mesma
atenção deve ser dada à avaliação
dos pneus, cabos da embreagem, do acelerador e do sistema de freios,
que têm de estar devidamente regulados e lubrificados. Se
o freio for hidráulico, deve-se ainda analisar o nível
do fluido que, se estiver abaixo do mínimo estipulado, pode
sinalizar vazamento ou desgaste excessivo da pastilha.
Para
obter um bom aproveitamento da corrente de transmissão, é
necessário que sua folga e o lubrificante sejam conferidos
diariamente, uma vez que, se esses itens não estiverem de
acordo com o Manual do Proprietário, há sérios
riscos de danos e acidentes. Eventuais reparos devem ser realizados
na rede de concessionárias de acordo com as orientações
da montadora.
Deve-se
atentar também para a troca do filtro de óleo e limpeza
do filtro de ar. Para não comprometer a lubrificação
do motor, o primeiro deve ser trocado a cada 6.000 quilômetros.
Já o filtro de ar, por absorver muitas impurezas, tem que
ser limpo para evitar maior desgaste dos anéis e cilindros
do motor. Se o mesmo for de espuma, é necessário lavar
com querosene e reaplicar óleo de motor, espremendo para
tirar o excesso.
Por
fim, verifique o nível do óleo lubrificante do motor.
Realize o preenchimento até o nível recomendado ou
sua troca completa, conforme a necessidade, sempre seguindo os procedimentos
descritos no Manual do Proprietário. Lembre-se também
de verificar o nível do líquido de arrefecimento,
caso a motocicleta seja dotada de radiador.
Além
de tomar todos esses cuidados em relação a cada componente
da motocicleta, é importante que o usuário leve consigo
um kit extra, composto de jogo básico de ferramentas, câmara
de ar, lâmpada de farol e da lanterna traseira para o caso
de qualquer imprevisto.
Na
estrada
Ao
programar o roteiro, é importante conferir se existem postos
de combustível e restaurantes no caminho. A cada parada para
abastecer, recomenda-se checar o nível do óleo - para
evitar vazamentos, o limite máximo não deve ser ultrapassado
- e a calibragem dos pneus. No caso de viagem com garupa, o pneu
traseiro deve receber pressão maior, especificada no Manual
do Proprietário, para compensar o peso extra.
A manutenção
preventiva também deve estar aliada a uma atitude consciente
na hora da pilotagem. Viajar com o farol aceso em qualquer hora
do dia e observar se há óleo na pista em trechos com
tráfego intenso de caminhões são maneiras simples
de realizar uma jornada mais segura.
Parar
a cada 90 minutos para movimentar os músculos ajuda a evitar
os efeitos da fadiga e da ação do vento. Alongar-se
durante as paradas e fazer exercícios de relaxamento também
são formas de garantir maior comodidade ao piloto, além
de melhorar seu rendimento.
A fábrica
recomenda ainda que a cada 3.000 quilômetros ou seis meses,
o proprietário leve a motocicleta à rede de concessionárias
Honda. Treinadas continuamente e com um estoque de peças
genuínas para atender às necessidades dos clientes,
cada uma delas está apta a realizar as revisões, garantindo,
assim, maior tranqüilidade ao usuário e durabilidade
ao produto.
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Fonte:
Linkpress Assessoria e Comunicação
Jornalista Responsável: Ricardo Ghigonetto (Mtb 14.150)
(11) 5594-7577
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