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Aprenda a identificar vinhos do Porto
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Cachaça vira mania em São Paulo

 

 

 

  Aprenda a identificar vinhos do Porto  
  Texto: Ennio Federico  
     
 

Você sabe o que é Vinho do Porto? A maioria das pessoas responde que é uma bebida doce feita em Portugal e não muito mais que isso. Devem também não saber o significado de alguns nomes e siglas impressos nos rótulos e estranhar o motivo dos diferentes preços das garrafas expostas nos supermercados. Para comprar com segurança, sabendo o que vai levar, é preciso antes conhecer um pouco desse vinho e principalmente entender seus rótulos.

O Porto é um vinho da região do Douro, em Portugal, que sofreu adição de aguardente enquanto ainda fermentava. Com a elevação alcoólica, a fermentação pára e o vinho fica doce devido ao açúcar residual (existem também vinhos secos, menos comuns). Em seguida o vinho precisa envelhecer em madeira e na garrafa. O método de envelhecimento e a idade do vinho determinam categorias (também chamadas estilos ou tipos), todas identificadas nos rótulos através de nomes específicos. Conhecer o significado desses nomes é fundamental para esclarecer todas as dúvidas.

WHITE - é o único produzido com uvas brancas e envelhecido em madeira de 2 a 3 anos, podendo ser doce ou seco. No seco (dry), a adição de aguardente é feita no final da fermentação. Nenhum dos dois melhora depois de engarrafado.

RUBY - produzido com uvas tintas, é também engarrafado após 2 a 3 anos de idade e não melhora na garrafa. O nome é também uma referência à sua cor.

AWNY - mesmo não ostentando nenhuma data no rótulo, é um vinho mais velho e mais elegante que o Ruby. Possui uma tonalidade de topázio queimado.

TAWNY COM IDADE - com prolongado estágio em carvalho, o vinho apresenta uma cor de mogno ou "aloirada." A idade mencionada no rótulo - 10, 20, 30 ou 40 anos - é uma média das idades dos vinhos de vários anos que compõe o lote. O ano do engarrafamento também é indicado no rótulo.

TAWNY COLHEITA - vinho de uma só colheita e envelhecido em madeira no mínimo por 7 anos. Os anos da colheita e do engarrafamento são mencionados no rótulo. Pode ser consumido logo após a compra, pois à exemplo de todos os outros Tawnys, não envelhecem na garrafa.

CRUSTED - vinhos de várias colheitas, envelhecido 3 a 4 anos em madeira e depois engarrafado. Quando não filtrado, tende a formar depósito.

LBV (Late Bottled Vintage) - vinho de uma só colheita, normalmente de boa qualidade, indicada no rótulo junto com o ano do engarrafamento. Envelhecido em madeira durante 4 a 6 anos, é filtrado antes do engarrafamento para evitar a criação de depósito.

VINTAGE CHARACTER - engarrafado após o envelhecimento de 4 a 5 anos em madeira, tem a data da colheita indicada no rótulo. Não se beneficia com estágio prolongado em garrafa.

VINTAGE DE QUINTA (Single Quinta Vintage) - vinho de uma só colheita indicada no rótulo e proveniente de uma determinada quinta e produzido somente em anos excepcionais. Engarrafados com 2 anos de idade, normalmente permanecem no estoque do produtor por até 10 anos. Vendido quando pronto para consumir, podem envelhecer ainda mais tempo em garrafa.

VINTAGE - vinho de uma só colheita indicada no rótulo e de inigualável qualidade. É o vinho mais fino e raro, pois representa apenas 2% de toda a produção. Produzido com uma seleção dos melhores vinhos de um ano excepcional, representa apenas uma pequena parte da colheita. As suas opulentas características organolépticas correspondem a vinhos que não se conseguem em mais de 3 anos em cada década.

 
     
  Fonte: www.winexperts.com.br, pg. ABC do vinho  
   

 

  Dicas sobre o Vinho  
     
  O que o consumidor deve fazer?  
     
 

Quando a garrafa é mostrada
Checar no rótulo se é o vinho que foi pedido, não esquecendo de certificar-se da safra também.

Quando a rolha é colocada na mesa
Verificar o estado da rolha, principalmente se ela não está rachada, mas só vale se for em toda a extensão, ou seja, de cima a baixo, pois dessa maneira, teria entrado ar no vinho, oxidando-o.

Quando o vinho é servido, só um pouquinho na taça
Espera-se que verifiquemos se o vinho está bom ou não. Caso ele esteja ruim, será trocado. Mas atenção, só vale para quando não está bom e não por não ser de nosso agrado. Primeiro erguemos a taça contra a luz para verificar se há algum corpo estranho, sem ser borra (indica guarda), sem ser cristais e CO2 (resultantes de vinificação). Depois, sem agitar a taça, fazendo uso do olfato, procuramos um cheiro ruim, que pode ser mofado, avinagrado ou oxidado ( sem ser o Jerez, pois é uma de suas características).

É importante não dar aquele giro do vinho na taça, pois os aromas poderiam se confundir com os ruins, dificultando a percepção. O vinho com aroma ruim tende a aumentar.

Caso tenha dúvida, espere alguns minutos e veja se ficou mais nítido, mas sempre podemos nos certificar colocando-o na boca e provando-o. se estiver bom, faça o sinal ou fale...pode servir.

O correto é encher 1/3 da taça para vinhos e 2/3 para espumantes.

Segure a taça sempre pela haste ou base. Nunca pelo corpo, pois estaria alterando a temperatura do vinho.

Como degustar
Relaxe. Descubra o seu gosto pessoal nesse universo complexo de aromas, sabores e sensações. Aproveite!!

 
  Fonte:WORLD WINE LOVERS · WORLD WINE NEWS  
     
   

 

  Os vinhos sedutores de Catena Zapata  
  Texto: José Maria Santana  
     
 

Na década de 70, o vinhateiro argentino Nicolás Catena Zapata, dono da Bodegas Esmeralda, fazia vinhos comuns em quantidade, mas tinha um sonho. Ele queria produzir na Argentina pelo menos dois vinhos de altíssima qualidade, um branco para competir com os franceses da Bourgogne e um tinto que não se intimidasse diante dos grandes Bordeaux. Criou dentro do grupo uma pequena vinícola com seu nome, contratou um time de craques, melhorou os vinhedos e, em menos de duas décadas conseguiu seu objetivo. Hoje, Catena é um nome respeitado na vinicultura mundial. Ele moldou mais que os dois grandes vinhos que pretendia e chega ao topo com o tinto Nicolás Catena Zapata 1999, um sedutor Cabernet Sauvignon cortado com um pouco de Malbec.

A convite do importador Ciro Lilla, dono da Mistral, que representa a casa no Brasil, Nicolás esteve em São Paulo. Ele participou do evento Boa Mesa, lançou uma promoção de seus vinhos nos restaurantes de carne Rubaiyat e apresentou à imprensa especializada a segunda edição deste seu tinto magnífico, da safra de 99. A primeira versão, da colheita de 97, havia impressionado críticos em todo o mundo. A mais recente não fica atrás. É um tinto rico em aromas, concentrado, fino e elegante, com um final de boca bastante prolongado. Amadureceu por 22 meses em barricas novas de carvalho francês, mas a madeira está bem harmonizada com a fruta.

No lote do Nicolás Catena Zapata, a Cabernet Sauvignon comparece com 95% e a Malbec entra com os restantes 5%. As uvas procedem do vinhedo Tulum, distrito de Agrelo, 940 metros acima do nível do mar, no município de Lujan de Cuyo, ao sul de Mendoza. O clima é muito seco e no solo predominam os terrenos aluvionais areno-calcáreos. O subsolo rochoso tem boa drenagem. As uvas são colhidas quando bastante maduras e oferecem elevado teor de açúcar natural - transformado em álcool, chega a 13,8% por volume na safra de 99. A maceração, período em que o mosto permanece em contato com as cascas e sólidos, é prolongada, com duração de 35 dias. Depois do estágio por quase dois anos na madeira, é engarrafado sem clarificação nem filtração.

 
     
  Mondavi como modelo  
 

Com seu tinto soberbo, o obstinado Nicolás atingiu o propósito de concorrer com os lendários Bordeaux. Ele perseguiu este sonho por quase 20 anos. A tradição vinhateira da família começou com seu avô. Em 1902, o imigrante italiano Nicola Catena plantou seu primeiro vinhedo em Mendoza. Seu filho Domingo, apostando em vinhos comuns para o consumidor argentino, expandiu a Bodegas Esmeralda, a empresa da família. A terceira geração, com Nicolas e seu irmão Jorge à frente, ganhou muito dinheiro vendendo vinhos correntes. Aí entrou o sonho de Nicolás. Ele achava que a Argentina também tinha condições de produzir grandes vinhos, como a Califórnia.

Em 1976, Nicolas visitou os Estados Unidos e viu de perto o trabalho de Robert Mondavi, o vinhateiro do Napa Valley que ele admirava particularmente e cujos passos pretendia seguir. Mondavi soube, como ninguém, aliar as boas condições do clima e solo californianos com os avanços da tecnologia de vinificação, pesquisados na Universidade da Califórnia em Davis. Ao voltar à Argentina, Nicolas deu prosseguimento ao projeto, com uma equipe promissora, em que se destacavam Pedro Marchevsky, que cuidava dos vinhedos, e o enólogo José Galante, responsável pela vinificação.

Uma fase importante aconteceu em 1989, quando ele incorporou ao time o jovem e talentoso norte-americano Paul Hobbs, que fora enólogo-chefe de Robert Mondavi. A primeira tarefa de Hobbs foi moldar um Chardonnay como nunca se vira na Argentina. Nicolás e Hobbs acreditaram ter conseguido isso quando seu Chardonnay fez sucesso nos Estados Unidos!

Na década de 1990 a equipe começou a trabalhar os tintos, inicialmente com Cabernet Sauvignon. Nicolas admite que naquela época não acreditava muito na Malbec - que depois se revelou a uva argentina mais emblemática. "Só passei a levar a Malbec a sério, porque meu pai me pediu para fazer um grande vinho com ela", conta ele.

 
     
  Efeitos da altitude  
 

Hoje em dia, já consagrado internacionalmente, Nicolás Catena Zapata não hesita quando perguntam qual o segredo do sucesso de seus vinhos. "O mais importante foi explorar corretamente o efeito da altitude sobre as diferentes uvas e saber dosar a irrigação nos vinhedos", diz o vinhateiro. A irrigação é essencial em Mendoza, pois nesta região desértica chove muito pouco durante o ano e as plantas se desenvolvem com a água do degelo dos Andes que abastece o rio Mendoza e os canais de irrigação.

Quanto à altitude, Nicolás Catena observa que a posição do vinhedo no terreno montanhoso tem influência sobre a uva. "A cada cem metros que se sobe, a temperatura abaixa um grau", ressalta ele. Nos vinhedos mais altos e frios, a maturação acontece mais lentamente, mas esse comportamento favorece a concentração dos componentes que agregam aroma e sabor à uva. A equipe de Catena até estabeleceu uma espécie de "tabela de altitude", ou seja, a ordem em que as diferentes uvas se desenvolvem melhor, dependendo da altura em que se localiza o vinhedo. "De baixo para cima, podemos classificar a Cabernet Sauvignon, Malbec, Merlot, Pinot Noir e, nos terraços mais altos, a Chardonnay", afirma Nicolás.

Essa descoberta é levada em conta na preparação dos melhores vinhos da casa. A Bodegas Esmeralda tem quatro cantinas. Os super tintos e brancos são produzidos, em pequena quantidade, em uma delas, a adega Catena Zapata. As uvas procedem de seis vinhedos, com 425 hectares, situados em diferentes zonas de Mendoza, nas mais variadas altitudes. Quase todos levam o nome de uma pessoa da família Catena Zapata.

O vinhedo Angelica, nome da mãe de Nicolás, Angelica Zapata, localiza-se no distrito de Lunlunta, região de Maipú, a 860 metros de altitude. É ocupado basicamente por Malbec e Cabernet Sauvignon, com parreiras antigas, algumas plantadas na década de 1930. Em 1983 foi formado o vinhedo Uxmal, no distrito de Agrelo, a 940 metros de altitude, onde se distribuem muitas variedades - Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Malbec, Merlot, Sauvignon Blanc, Syrah e Sangiovese.

Nesta mesma década foi implantado o vinhedo Nicasia, em homenagem à avó materna de Nicolás, no distrito de La Consulta, 900 metros acima do nível do mar. Tem principalmente Malbec, Chardonnay, Cabernet Franc, Tannat e Tokai.

Nos anos 1990 surgiram as outras três vinhas da família e, não por coincidência, situam-se na zona de Tupungato, uma das regiões vinícolas mais recentes de Mendoza. É também a área com os platôs mais elevados. O vinhedo Domingo (nome do pai de Nicolás) fica em Villa Bastias, a 1.130 metros de altitude, plantado com Chardonnay, Pinot Noir e Cabernet Sauvignon.

O vinhedo Virginia (filha mais velha de Jorge Catena) está um pouco mais baixo, a 950 metros, no distrito de Cordon del Plata, e oferece Chardonnay, Merlot e Malbec. E a propriedade mais jovem é o vinhedo Adrianna, nome da filha mais nova de Nicolás. Localiza-se no distrito de Gualtallary, a 1.500 metros de altitude, e é ocupado pelas castas Chardonnay, Malbec, Cabernet Sauvignon, Pinot Noir e Sauvignon Blanc.

 
     
  Linha Angelica Zapata  
 

Na visita a São Paulo, além de lançar a versão 1999 do tinto Nicolás Catena Zapata, o presidente da Catena apresentou três vinhos da linha top Angelica Zapata, sendo um branco e dois tintos. O branco é o magnífico Angelica Zapata Chardonnay 1999, cujas uvas foram colhidas no vinhedo Adrianna, em Tupungato. É um Chardonnay barricado, pois as uvas foram inteiramente fermentadas em barricas novas de carvalho francês e, findo o processo, o vinho ali permaneceu em contato com as borras por 14 meses. A madeira está presente, sem esconder a fruta. Um vinho untuoso, com toque amanteigado e longo final de boca. Tem edição limitada e será vinificado apenas em colheitas especiais. Já bateu muitos grandes da Bourgogne em provas às cegas e pode ser encontrado no catálogo da Mistral.

Na ala tinta, há o Angelica Zapata Cabernet Sauvignon 1997, nascido de uvas de Uxmal. Uma pequena parte do lote não estagia na madeira. O restante (63%) amadurece por 12 meses em barricas novas de carvalho francês (65%) e americano (35%). Tem fineza e complexidade. O outro super-premium da linha, o Angelica Zapata Malbec 1997, impressiona mais, pelo menos neste momento. Nos aromas, madeira na medida certa, com um toque animal e já alguns traços de evolução. Na boca é macio, sedoso, mas com estrutura para uma longa vida. Esta preciosa seleção mostra por que Catena Zapata é considerado hoje o maior nome na vinicultura argentina.

 
  Fonte: www.winexperts.com.br . pg. do ABC do vinho  
     
   

 

  Apreciadores de vinho ganham cartão de crédito exclusivo  
     
  O Bradesco é o pioneiro no lançamento do exclusivo Cartão In Visa Veritas Platinum Bradesco, criado sob medida para os apreciadores de vinho. Destinado a um público diferenciado e de gosto requintado, o novo Cartão de Crédito traz os benefícios já consagrados do Cartão Platinum além de um inédito Programa de Fidelidade desenvolvido pela Visa, o In Visa Veritas, que disponibiliza produtos, promoções e serviços relacionados ao mundo do vinho e outras vantagens.

O Programa de Fidelidade foi desenvolvido pela Visa especialmente para aquelas pessoas que desejam usufruir do mundo do vinho.

Além de todas as despesas pagas com o Cartão no Brasil ou no Exterior transformarem-se em pontos no Programa de Fidelidade, os Cartões In Visa Veritas acumulam pontos em dobro quando utilizados em estabelecimentos participantes do programa como Expand, Terroir e Mistral. Os pontos acumulados dão direito ao resgate de prêmios – entre os quais descontos na compra de produtos e exclusividade para adquirir vinhos de safras e marcas especiais – além de vantagens como a participação em eventos gastronômicos, degustações, cursos e viagens. Para isso, o programa conta também com outros parceiros como TAM Viagens e Agaxtur, incluindo ainda lojas especializadas e restaurantes entre outras.

Prêmios e vantagens no mundo do vinho
Para acumular e resgatar os prêmios desse programa inédito, o cartão utiliza a tecnologia do chip, que oferece maior segurança aos usuários. Um espaço exclusivo foi criado no site da Visa www.visa.com.br , onde o usuário poderá consultar saldo, extrato de pontos, escolher os prêmios oferecidos, bem como ter acesso à entrevistas e reportagens especiais sobre o tema, - incluindo também informações sobre a história do vinho, as melhores regiões vinícolas e o preparo do produto. Um glossário completo sobre vinhos de todo o mundo, as melhores safras e combinações, temperatura ideal da bebida etc. Por intermédio do site, o associado também conhecerá a seção Parcerias In Visa Veritas, que relaciona todas as empresas selecionadas para participar desse programa e que oferecem vantagens exclusivas aos portadores do Cartão In Visa Veritas Platinum Bradesco
 
  Texto: Fábio Camargo
Fonte: ML & A
 
     
   

 

  Prosecco Maximilian I  
     
  Maximilian I, um espumante para momentos especiais  
     
 

Chega ao Brasil através da importadora Castelsoave, especializada em vinhos italianos, o espumante procecco Maximilian I Brut, da produtora veronense Cantina de Soave.

O Maximilian I Brut é um fascinante vinho, perfeito para acompanhar entradas ou refinados e leves cardápios, é ideal também para encontros com amigos ou românticos. Para uma melhor degustação o espumante deve ser servido em temperatura de 7 / 8º C.

Outra opção são as festas de final de ano como o Natal ou Reveillon, o Maximilian I Brut é um espumante refrescante com sabor arredondado, que proporciona uma seleção de sensações indiscutíveis.

Produzido naturalmente através da fermentação do prosecco, uva proveniente das colinas que circundam a região de Verona, no norte da Itália, este vinho tem um frescor e uma delicadeza no sabor. Ligeiramente aromatizado com um fino e persistente perlage, e Maximilian I Brut tem Johnschere e uma característica importante, resultado da alta qualidade das castas, originárias destas áreas tradicionais italianas.

VERONA CONTOS E CASTELOS

Soave é um lugarejo nas colinas de Verona, segunda maior cidade da região do Vêneto, cujo castelo, onde abriga a produtora de vinhos Cantina di Soave, até hoje domina a região com sua história e tradição

O lugarejo possui aglomerados de casas construídos após o Império Romano pelos suevi (iugoslavos), daí deriva o nome Soave. Durante séculos a cidade reunia o cultivo à arte e à uva.

Em 1898 foi criada a Cantina di Soave, a primeira produtora de vinhos em cooperativa de Vêneto com 51 sócios.

Hoje, a produtora possui 1200 sócios em uma extensão de 3.500 hectares de vinhedos, com uma capacidade de produção de engarrafamento de 27 mil garrafas ao dia, uma realidade de números e resultados que coloca a Cantina di Soave entre as primeiras produtoras no âmbito nacional e que representa a mais antiga tradição de cooperativa mantendo-se viva através da tenacidade dos pequenos produtores, unidos pelo amor ao vinho, pela sua terra, pelas suas vinhas e para salvar a tradição e a paixão pelo vinho.

ESTRATÉGIAS DE QUALIDADE

Para melhor atender a demanda mundial a Cantina di Soave colocou em prática uma estratégia integrada de crescimento com investimentos no setor produtivo, pretendendo potencializar os vinhedos; adotar medidas de internacionalização dos próprios mercados com uvas aptas; melhorias na produção da vinhas através do monitoramento e diversificação de uvas e controle das matrizes.

A produtora está inaugurando um importante investimento em Borgo Covergnino, uma estrutura polifuncional onde se construíram 1000 metros de galerias sobterrâneas, nas quais ficarão maturando em barris os vinhos importantes de outras marcas da produtora como também serão armazenados os espumantes como o Maximilian I Brut.

Onde comprar o Maximilian I Brut (prosecco): Empório São Paulo, Varanda Frutas, Net Drinks (Pinheiros) além dos distribuidores Mercantil Zero, Meta Punto, Borges e Futurama.

Ficha Técnica: Maximilian I Brut, uva prosecco, espumante, conteúdo alcóolico 11,5% vol, capacidade 750 ml.

Outras marcas de vinhos importadas e representadas pela Castelsoave: Linha Cadis (Valpolicella, Bardolino e Soave clássicos), Rocca Sveva (Pinot Grigio Garda, Bardolino, Valpolicella, Cabernet Sauvignon, Amarone della Valpolicella, Recioto di Soave Classico, e Grappa) , todos produzidos pela Cantina di Soave. Corte Alle Mine (Chianti/Frascati), do produtor Castelani em Toscana e (Lambrusco), do produtor Chiarli em Emilia Romana.

 
     
  Importadora CastelSoave:
Av. Conselheiro Moreira de Barros, 1241
Tel: (11) 69724900
www.cantinasoave.it
www.castelsoave.com.br

 
  Texto: Malu Abib
Fonte: A&G Assessoria de Imprensa
 
   

 

  Vinho: a linha "Q", família Zuccardi  
     
 

Mendoza, a principal região vinícola da Argentina, tem muitas propriedades admiráveis pela integração entre a natureza e o trabalho do homem. Nesta lista seleta, um dos destaques é a Santa Julia, da família Zuccardi, que possui 600 hectares de vinhedos e uma filosofia empresarial que alia respeito pela terra, inovação tecnológica e, ao mesmo tempo, uma busca permanente de novos caminhos para o vinho argentino. Para mostrar a evolução do trabalho realizado nos últimos anos, o dono da empresa, o talentoso José Alberto Zuccardi, comandou em São Paulo dias atrás uma degustação vertical do tinto top Tempranillo, da linha "Q" da Santa Julia.

Sobre a origem do nome, Zuccardi diz, sem falsa modéstia: "Q" de "Quality". A prova foi organizada pela importadora Expand, que representa no Brasil os produtos da casa argentina. Foram analisados vinhos das safras de 1997, 1998, 1999, 2000 e 2001. Na mesma ocasião, Zuccardi apresentou outros vinhos da linha "Q", as versões Chardonnay, Merlot e Cabernet Sauvignon. Foi uma oportunidade rara de conhecer os tintos e brancos deste caprichoso produtor, preparada por José Luiz G Pagliari. Eles custam US$ 39,50 no catálogo da Expand - (11) 4613-3333.

Origens na irrigação

A Santa Julia é uma das maiores empresas vinícolas familiares na Argentina, administrada por José Alberto Zuccardi, o sempre simpático Zito. A família Zuccardi vive em Mendoza desde finais do século 19, mas a dedicação ao vinho aconteceu há quatro décadas. A casa foi fundada por Don Alberto Zuccardi, pai de Zito. Don Alberto é engenheiro e tinha uma empresa especializada em sistemas de irrigação para vinhedos e plantações de frutas - um serviço essencial região, pois em Mendoza o clima é quase desértico e nada cresce sem ajuda dos canais que conduzem a água proveniente do degelo dos Andes ou de lençóis profundos.

Em 1963, para mostrar na prática a outros produtores que suas técnicas de irrigação funcionavam efetivamente, Don Alberto comprou uma gleba de terra em Beltran, departamento de Maipú, a 30 minutos de Mendoza. Ali colocou em prática seus conhecimentos, plantando 16 hectares com vinhedos. Assim nasceu a vinícola La Agricola, origem da atual Santa Julia. Atualmente, a empresa tem 170 hectares ocupados com a uva em Maipú e outros 430 hectares em Santa Rosa, 85 km a leste da cidade de Mendoza. Santa Rosa é rodeada pelo deserto, com chuvas escassas, que não passam de 170 a 200 mm por ano.

Aos poucos, o negócio do vinho tornou-se a grande atividade da família Zuccardi. A adega principal fica no meio dos vinhedos de Maipú. José Alberto Zuccardi, engenheiro químico e enólogo, cuida de tudo, com uma equipe de sete enólogos, chefiada pelo experiente Rodolfo Montenegro. A vinha recebe atenção especial, pois sem boa uva não há tecnologia que garanta um grande vinho. Algumas coisas chamam a atenção por lá. Uma delas é o sistema de condução, ou seja, a maneira como se orienta o crescimento da parte aérea da parreira, aquela onde nascem os cachos.

Na vinicultura tradicional usava-se muito o sistema de latada, uma espécie de pérgula ou caramanchão - criticado porque as folhas formam um chapéu que esconde os cachos e dificulta a exposição da uva ao sol, além de segurar a umidade. Na Argentina, é chamado de parral. O sistema mais moderno é o de espaldeira, em que a parte aérea é conduzida por arames formando fileiras abertas, de modo que os cachos ficam expostos ao sol, o que favorece o melhor amadurecimento dos grãos. Pois nos vinhedos da Santa Julia predomina um sistema misto. Parte da vinha é plantada em espaldeira. Para a outra parte, Zuccardi preferiu uma adaptação do parral.

"O sol forte de Mendoza pode queimar os grãos de uva", explica ele. "Por isso nós fizemos um sistema de parral alto, em que a camada de folhas protege a uva quando há excessiva incidência de sol. Ao mesmo tempo, colocamos os fios de arame mais afastados uns dos outros do que o normal, para permitir melhor ventilação dos cachos e evitar problemas com a umidade".Cerca de 50% do parreiral também é coberto por uma tela, para prevenir contra outro fenômeno natural - as chuvas de granizo que costumam atingir Mendoza entre os meses de outubro e janeiro.

Natureza privilegiada

Outro cuidado ocorre no período da floração dos brotos. Em setembro especialmente, quando as temperaturas noturnas podem ser 20 graus mais baixas do que as registradas durante o dia, há o risco de acontecerem geadas, que os argentinos chama de "heladas". Nesta época, o pessoal da Santa Julia fica alerta e, a qualquer ameaça o sistema de alarme é ativado e a equipe utiliza queimadores, para neutralizar a onda fria e não prejudicar os vinhedos.

Tudo isso, na verdade, demonstra que, apesar de exigir cuidados e constante atenção dos produtores, a natureza mendocina é realmente privilegiada para o cultivo de uvas viníferas. O clima quente e seco, que requer irrigação, favorece o pleno amadurecimento dos cachos - as uvas ficam com grande concentração de açúcar natural. A diferença de temperatura entre o dia e a noite é benéfica para o desenvolvimento dos componentes indispensáveis aos bons vinhos, especialmente os aromáticos.

Nos vinhedos de Maipú e de Santa Rosa a vinícola mantém plantações das castas tintas Malbec, Cabernet Sauvignon, Tempranillo, Merlot, Pinot Noir, Syrah, Bonarda, Sangiovese e Zinfandel; e das brancas Torrontés, Chenin Blanc, Chardonnay, Sauvignon Blanc e Viognier.O conceito de empresa familiar é arraigado. Além de diversos membros da família Zuccardi trabalharem na Santa Julia (nome de uma filha de José Alberto Zuccardi), a vinícola dá preferência à mão-de-obra local, em vez colocar máquinas e tratores para fazer todos os serviços. Em muitos casos, famílias inteiras trabalham nos vinhedos desde que eles foram implantados. Essa receita, que mistura tecnologia, valorização da terra e do homem que nela trabalha, é um dos segredos do sucesso do empreendimento dos Zuccardi.
Fonte: José Maria Santana - Winexperts

 
   

 

 

  Vinhos Espanhóis - Região País Vasco  
     
  Vinho e boa mesa  
     
 

O País Vasco é considerado um santuário europeu da gastronomia. Poucos lugares, os prazeres de uma boa mesa - um bom vinho - tem tanto apego popular, e contam com tantos adeptos em toda a região desta Espanha.

Os Vasco presumem que uma parte significativa dos vinhos espanhois que são encaminhados para o mercado estão amparados pela etiqueta "Rioja" e são fabricados dentro dos limites de sua comunidade autônoma.

O efeito da Rioja Alavesa (Alava é uma das três províncias Vasco) recebe uma grande quantidade do vinho - Marqués de Riscal, Contino, Remelluri, Faustino Martínez, Palacio o Campillo, entre outros -- que têm elevado o bom nome de Rioja.

Ao lado das grandes etiquetas, a província de Alava produz os chamados vinhos de "cosechero", tintos jovens, com aromas de frutas, de paladar fresco e ligeiramente leve, muito parecido com a linha do "beaujolais nouveau" do outro lado dos Pirineos.

Não acaba aqui a relação dos vinhos Vasco. Getariako Txakolina (Chacolí de Guetaria) e Bizkaiako Txacolina (Chacolí de Vizcaya) são as denominações de uns vinhos ligeiros, generalmente brancos, de paladar suavemente acídos e com grande personalidade. Perfeitos para acompanhar os magníficos pescados e mariscos a "la parrilla" que se cozinham na costa Vasco.

 
  Fonte: Casa de Espanha.  
   

 

  Aprenda a avaliar os vinhos  
     
 

Dicas de Eduardo Granja Russo (vice-presidente da Confraria dos Sommeliers)

Dica 1
Avaliação Visual:
Avalie o vinho contra a luz ou contra um guardanapo branco e observe a sua limpidez, seu brilho, sua transparência, sua cor.

Dica 2
Avaliação Aromática:
Cheire profundamente o vinho ainda em repouso no copo. Procure descobrir os diferentes aromas. Esses são os aromas primários, ou seja; derivados do tipo da uva. Depois vêm os aromas secundários e terciários, aqueles que se formam durante e após a fermentação. Você poderá sentí-los se agitar o copo com movimentos giratórios rápidos e cheirá-lo novamente.

Dica 3
Avaliação Gustativa e Tátil:
Ponha um bom gole de vinho na boca por uns 10 ou 12 segundos e perceba as diversas sensações de paladar que podem surgir e avalie seu "corpo". Nosso paladar, bastante inferior ao nosso olfato, está na língua. Sentimos quatro classes de gostos: doces (ponta da língua), acidez (laterais da língua), o salgado (meio da língua) e o amargo (fundo da língua). E conseqüentemente as misturas deles.

Dica 4
Retrogosto e Retro-olfato:
Ao engolir o vinho, preste atenção à sensação que permanece na boca, mais duradora ou mais curta, mais agradável ou com qualquer traço desagradável. Procure sentir junto ao gosto, um pouco do cheiro (retro-olfato) quando você saboreia arejando um pouco a boca ainda com o vinho por engolir.

Dica 5
O que não é bom com o vinho, além do mau humor.
Assim como o melhor vinho é aquele que você mais gosta, a melhor combinação também. Por tanto experimente sempre. Porém, sempre é bom observar algumas regras: Limão e vinagre são muito ácidos e agridem as papilas gustativas, anulando assim a avaliação que teríamos do vinho. Portanto, vinho acompanhando uma salada, não é uma combinação perfeita. Vegetais crus também não são receptivos ao vinho. Alho e cebolinha dificultam o paladar em função dos ácidos e doces simultâneos, direção oposta à dos vinhos. Alho, frito demais, também interfere no paladar, principalmente dos tintos.

 
  Fonte: e-Writing Redação  
     
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  O Cognac - Dois goles de História  
  Texto: Aguinaldo Záckia Albert  
     
 

Na Antigüidade as aguardentes (eaux-de-vie) e os licores não eram conhecidos no Ocidente. Os primeiros a praticarem a destilação foram os povos do Extremo-Oriente. Quanto aos árabes, começaram a destilar o álcool nos primórdios da Idade Média, passando esse conhecimento aos europeus. Álcool, alambique, alquimia são todos termos de origem árabe, sendo o al o artigo em árabe.

Se o desejo de beber está na origem do vinho, o desejo de agradar está na origem do álcool. Os árabes diluíam um certo tipo de pó negro em água, faziam-no ferver, condensavam seu vapor e depois solidificavam o líquido final. Obtinham assim o khol, com o qual suas mulheres embelezavam os olhos, dando-lhes mais brilho.

Quando começaram a destilar os álcoois, deram ao líquido conseguido o mesmo nome do cosmético "al khol", pois era fabricado pelo mesmo processo.

A técnica da destilação ganhou a Europa pela Espanha, onde foi introduzida pelos árabes durante a longa dominação. No século XIII, Arnaud de Villeneuve, alquimista do rei de Aragão, escrevia no seu Tratado sobre a Conservação da Juventude: "alguns chamam esse líquido de aguardente (eau-de-vie), e este nome lhe convém, pois ele faz com que vivamos por mais tempo".

Para ele, o álcool era a panacéia buscada há tantos anos, o elixir da vida, velho sonho dos alquimistas. Por causa dessa origem obscura, a aguardente nos seus primórdios passava por ter propriedades mágicas e fins terapêuticos. As frutas e as plantas que eram misturadas ao álcool melhoravam seu gosto e, diziam, aumentavam seu poder medicamentoso.

Assim, no silêncio de seus monastérios e laboratórios, enquanto buscavam o elixir da longa vida, os religiosos e alquimistas do início do século XIV descobriram os segredos de fabricação dos primeiros licores.

O século XVIII marcará uma nova etapa na fabricação de licores com a chegada à Europa do açúcar de cana das Antilhas e as especiarias que lhes davam sabor.

No início do século XIX, M. Adam inventou um aparelho de destilação tão perfeito que retirava do álcool todo gosto indesejável e permitia obter, por misturas bem dosadas de grãos e plantas, os esprits que são, ainda hoje, a base dos licores.

 
     
  O COGNAC  
 

O Cognac, juntamente com o Armagnac, é a mais renomada aguardente de vinho e é obtido através da destilação de vinhos brancos de cepas selecionadas (Folle Blanche, Colombard, Ugni Blanc). Como a matéria-prima do Cognac deve ser uma uva fraca e ácida, usava-se, inicialmente, a Folle Blanche, bem ácida e aromática. Depois da dizimação dos vinhedos pela phylloxera, na segunda metade do século XIX, como a Folle Blanche mostrou-se inadaptada à enxertia, foi substituída pela Ugni Blanc, também conhecida por St.-Émilion (em Cognac) e Trebbiano (na Itália).

Os vinhos produzidos com essas uvas são destilados segundo o método charentês (de Charente) num alambique de repasse, através de 2 destilações sucessivas. A première chauffe dá o broullis de 27 a 30°, que retorna ao alambique e é fervido de forma regular por 12 horas. Isola-se então o álcool do início (tête) e o do fim da destilação (queue), guardando-se apenas a parte do meio (coeur). Apenas esta eau-de-vie, que se chama bonne chauffe, que alcançou de 69 a 72°, envelhecerá na madeira.

A extração de cor (até então é um líquido incolor), taninos e sabores é conseguida durante o estágio em barricas de carvalho. Com a evaporação, que ocorre através dos poros da madeira, o oxigênio vai oxidar, maturar e afinar o Cognac.

A extração de cor (até então é um líquido incolor), taninos e sabores é conseguida durante o estágio em barricas de carvalho. Com a evaporação, que ocorre através dos poros da madeira, o oxigênio vai oxidar, maturar e afinar o Cognac.

A evaporação é chamada de "parte dos anjos" e causa a perda de 3% do volume e redução de 1% do teor alcoólico por ano. Isso representa uma enorme perda de volume por ano, cerca de 20 milhões de garrafas.

Utiliza-se o carvalho da floresta de Limousin, próxima a Cognac, para a fabricação das barricas. O Maître de Chai faz a seleção dos Cognacs de várias regiões e os mescla. O caráter de cada Cognac obtido será resultado das proporções dessa mistura e do seu envelhecimento.

Antes de chegar ao mercado, o Cognac tem seu teor alcoólico reduzido para 40-45% , com a adição de destilados mais fracos da região ou água destilada. É permitida a adição de açúcar e caramelo à bebida.

 
     
  LEGISLAÇÃO E REGIÕES  
 

A legislação que regula a produção do Cognac é bastante severa, existindo uma série de leis para normatizar a origem, o envelhecimento e as diferentes apelações. A região se limita aos departamentos de Charente-Maritime e Charente, dentro da qual existem 6 zonas de produção ou crus, cada qual limitada por diferenças de terroir. São as seguintes, por ordem decrescente de qualidade:

  • Grande Champagne
  • Petite Champagne
  • Borderies
  • Fins Bois
  • Bons Bois
  • Bois Ordinaires
 
     
  APELAÇÕES DE ORIGEM:  
 
  • Grand Fine Champagne Cognac - 100% Grande Champagne
  • Fine Champagne Cognac - mínimo de 50% Grande Champagne
  • máximo de 50% Petite Champagne
  • Petite Fine Champagne Cognac - 100% Petite Champagne
 
     
  DENOMINAÇÕES QUANTO AO ENVELHECIMENTO:  
 
  • Três Estrelas - Quando seu componente mais novo tem, no mínimo, 30 meses.
  • V. O. e V.S.O.P. - Very Old e Very Superior Old Pale - quando contiverem aguardentes cuja idade mínima seja de 4,5 anos.
  • Extra, X.O. (Extra Old), Napoléon, Grande Réserve - feitos com aguardentes de, no mínimo, 6,5 anos, até 60 anos.
 
  Lembramos que a idade se refere apenas ao componente mais novo do blended, sendo a média de idade bastante superior ao que se lê no rótulo. Além disso, só se computa o envelhecimento em carvalho, pois não existe evolução do Cognac após o engarrafamento.  
  Fonte: winexperts  
     
   

 

O Drinque mais famoso do mundo e sua história
 

O centenário Bacardi&Cola (conhecido como Cuba Libre) tornou-se o drinque mais consumido em todo mundo e uma combinação que embala festas e baladas há gerações

A Bacardi, líder brasileira no mercado de Runs, lança em Abril sua nova garrafa e coloca à sua disposição a história dos principais drinques feitos com a bebida e imortalizados em diversos filmes e por várias personalidades.

A bebida mais popular do mundo nasceu de um episódio durante a Guerra Hispano-Americana pela libertação de Cuba, em 1900. Em uma tarde quente, um grupo de soldados de folga do Exército norte-americano se juntou em um bar em Havana Velha. Um capitão entrou e pediu rum Bacardi e Cola, com gelo e uma rodela de limão. O capitão bebeu a mistura com tal prazer, que chamou a atenção dos soldados ao redor dele. Eles pediram ao garçom que preparasse para eles uma rodada da bebida do capitão.

Rum Bacardi e Cola foi um hit imediato. Como faz até hoje, a bebida uniu as pessoas em um espírito de diversão e companheirismo. Quando eles pediram outra rodada, um soldado sugeriu que eles brindassem à Cuba, em celebração à Cuba recentemente livre. O capitão elevou o copo e gritou o grito de guerra que tinha inspirado os soldados vitoriosos na Guerra de Independência.

Cuba Libre!, ele proclamou. Cuba Libre! - a resposta da multidão era unânime. E conseqüentemente o grito de guerra ficou conhecido mundialmente como a combinação Bacardi&Cola, e virou sinônimo de felicidade e camaradagem.

Notícias da combinação de rum Bacardi&Cola espalharam-se depressa. Rum Bacardi&Cola seguiu caminho de um país para outro ao redor do mundo e a combinação dos dois se tornou o coquetel mais popular da terra. Ainda é! Até hoje, Bacardi&Cola reina sem adversário como o coquetel favorito do mundo, sendo o mais clássico e autêntico.

BACARDI&COLA
Ingredientes: 60 ml de Rum Bacardi Carta Blanca + Refrigerante tipo Cola + Gelo em cubos + Rodelas de limão para decorar
Modo de Preparo: Num copo alto, coloque gelo e as rodelas de limão. Adicionar o Rum Bacardi Carta Blanca e completar com refrigerante tipo Cola.
Dica: as rodelas de limão dão um toque de refrescância ao drinque. Também pode ser utilizado o Rum Bacardi Carta Oro.

BRASILEIRA E COM SABOR

A caipirinha é uma das bebidas mais tradicionais do Brasil e se tornou um ícone da nossa gastronomia, festejada e adorada em todo o mundo.

Pouco se sabe sobre como a caipirinha surgiu e acredita-se que o coquetel tenha nascido no interior de São Paulo, o que explicaria o nome do aperitivo. O mais provável é que a bebida tenha nascido como um remédio caseiro para gripe e sua atual composição tenha sido gerada da combinação do limão, alho e mel, que são tradicionais nas beberagens indicadas para o mal.

A partir da popularização e globalização (por que não dizer?) do drinque, muitas opções surgiram, sendo a substituição da cachaça pelo rum uma das mais sofisticadas, pois torna a receita mais suave, leve e, principalmente, mais saborosa.

A Caipiríssima, como é chamado o coquetel feito com o Rum Carta Blanca, é uma marca registrada da Bacardi, que foi disseminada em todo o mundo, tornando-se um expressão da alma brasileira.

CAIPIRÍSSIMA
Ingredientes: 1 limão (cortado em pedaços com a casca) + 60 ml de Rum Bacardi Carta Blanca + Gelo em cubos
1 e ¼ colher de sopa de açúcar
Modo de Preparo: Em um copo baixo, coloque 1 limão cortado em 4 partes. Adicione o açúcar, e com um socador, amassar os dois juntos. A seguir, acrescente o Rum Bacardi Carta Blanca e complete o copo com gelo.
Dica: pode ser usado também o Rum Bacardi Carta Oro.

O PERFEITO REMÉDIO DA PRAIA DE DAIQUIRÍ

O Daiquirí é um drinque antigo e sua história possui ao menos duas versões. A mais provável e aceita é a que conta que, entre 1898 e 1900, nas minas de ferro de Daiquirí, em Cuba, o engenheiro americano Jennings Stockton Cox teria criado a bebida para distribuir aos mineiros sob o pretexto de ser aquele um perfeito remédio para combater a febre amarela.

Certo ou não, também há rumores de que os cubanos já carregavam, em pequenos odres de couro, a mistura de rum e suco de limão durante os combates contra os colonizadores espanhóis e que os americanos apenas teriam adicionado o gelo picado para aliviar o calor escaldante da região.

De uma forma ou de outra, a verdade é que o drinque conhecido universalmente nasceu mesmo na Praia de Daiquirí e foi popularizado pelo lendário barman Constantino Ribalagua, do La Floridita - famoso bar de Havana Velha.

Hoje, é comum encontrar dezenas de variações para o Daiquirí, com frutas e também com gotas de groselha, sempre buscando apresentações diferenciadas, coloridas e alegres.

DAIQUIRÍ CLASSICO
Ingredientes: 50 ml de Rum Bacardi Carta Blanca + 30 ml de suco de limão (pode ser usado o suco de sua fruta preferida, como no caso do Daiquirí de morango, abacaxi ou de lima-da-pérsia) + ½ colher de chá de açúcar ou 10 ml de xarope de açúcar
Modo de Preparo: Bata no liquidificador o Rum Bacardi Carta Blanca com gelo, açúcar e seu suco de fruta favorito, até ficar parecendo sorvete. Servir em copo de coquetel e decorar com canudos cortados.
Dica: colocar groselha no fundo do copo e 1 morango sobre o drinque.

O PREFERIDO DE HEMINGWAY

Embora seu maior garoto-propaganda tenha sido o grande escritor norte-americano Ernest Hemingway, o Mojito foi criado no século 17, sendo, portanto, um dos drinques mais antigos de que se tem notícia.

Seu criador, o almirante inglês Francis Drake, acreditava que a mistura do rum com folhas de hortelã era ideal para proteger os marujos dos problemas respiratórios e estomacais, comuns em longas viagens de navio. Essa história era contada pelo bares de Havana por Hemingway, daí ser ele seu grande divulgador.

A receita atual de Mojito foi criada pelo bar La Bodeguita Del Médio, nos anos 40, em Cuba.

MOJITO
Ingredientes: 60 ml de Rum Bacardi Carta Blanca + 6 folhas de hortelã + 10 ml de suco de limão + 1 colher de sopa de açúcar
Água com gás + Gelo em cubos
Modo de Preparo: No fundo de um copo alto, amasse as folhas de hortelã junto com o açúcar. Depois coloque o gelo, o Rum Bacardi Carta Blanca, o suco de limão e complete com água com gás. Decore com ramos de hortelã.
Dica: Não exagere no limão, pois esta fruta encobre os outros ingredientes. A água com gás pode ser substituída por refrigerante tipo soda.

Para mais informações sobre a Bacardi e seus produtos visite: www.bacardi.com

Fonte: Adriana Toledo/Mirtes Bogéa pelo fone: (11) 5096.4334 – ramal 212
e-mails:adriana.toledo@estrategianet.com e mirtes.bogea@estrategianet.com
Mirtes Bogéa - 5096.4334 ramal 283 - Ketchum Estratégia - mirtes.bogea@estrategianet.com

 

 

  Drink: Baile de Máscara  
     
 

Ingredientes
meia xícara (chá) de Leite Condensado (125g)
meia xícara (chá) de Suco Concentrado Santàl de Maracujá (110ml)
meia xícara (chá) de vodca (110ml)
1 maçã média sem casca e picada (150g)
10 pedras de gelo
1 e meia xícara (chá) de água com gás (220ml)

Decoração
fatias de maçã
cerejas

Modo de Preparo
1. Em um liquidificador bata o LEITE CONDENSADO, o suco de maracujá, a maçã e o gelo;
2. Depois de bater, acrescente a água com gás;
3. Sirva em copos decorados com as fatias de maçã e cerejas.

Rendimento
3 a 4 porções

Tempo de Preparo
10 minutos

Dica
O restante da lata ou caixinha de LEITE CONDENSADO PARMALAT LIGHT ou TRADICIONAL deve ser retirado da embalagem, acondicionado em vidro ou pote limpo com tampa e mantido em geladeira por até 3 (três) dias.

Faça o gelo das receitas sempre com água de boa qualidade, filtrada ou mineral.

Água com gás dá efervescência ao drink.

 
     

 

  Enamorado Coffee  
     
 
Drink ganhador de concurso mistura a vodka à bebida mais consumida no Brasil: o café. Saiba como prepará-lo

Garçom há sete anos do InterContinental São Paulo, José Gilson de Souza ficou em terceiro lugar no Concurso de Melhor Barista, promovido este mês pela Universidade Anhembi Morumbi, de São Paulo. Para a competição, Gilson preparou o Enamorado Coffee, drink cujo diferencial é ter na sua composição a vodka e o café.

Quem quiser experimentar o Enamorado Coffe pronto, ele é servido no restaurante Tarsila do InterContinental São Paulo (endereço abaixo).

Enamorado Coffe

Ingredientes:
1/2 dose de café
1/2 dose de Baileys
1/2 dose de vodka
2 colheres de sobremesa de sorvete de cookies
Gotas de Licor Mozart
Bolacha cookie para decorar e chantilly

Modo de preparo: Misturar as doses de café, de Baileys, de vodka e o sorvete de cookies numa coqueteleira. Despejar o conteúdo em um copo de base alta e cobrir a bebida com chantilly. Despejar algumas gotas de licor no chantilly, finalizando com a bolacha cookie para decorar o drink.

Sobre o Restaurante Tarsila: Dividido em três ambientes, o Tarsila está localizado no lobby do Hotel InterContinental São Paulo. Sob o comando do chef francês David Jobert, o restaurante oferece uma cozinha contemporânea, baseada na clássica cozinha francesa, com sotaque mediterrâneo.

Para almoço, o restaurante oferece de segunda a sexta-feira, o Gourmet Express, das 12h30 às 15h00. Aos sábados, o serviço é a la carte. O jantar também é servido a la carte, das 19h00 às 23h30. Aos domingos, o Tarsila promove o Brunch do Hotel InterContinental, das 11h00 às 16h00. Com uma área de 300 metros quadrados, o restaurante Tarsila tem capacidade para 139 lugares. O Hotel InterContinental oferece serviço de manobrista e está localizado na Alameda Santos, 1.123 – Cerqueira César – São Paulo. Telefone: (11) 3179-2555.

 
 

Fonte
Fundamento Comunicação Empresarial: Glauci Soares – gsoares@fundamento.com.br
Claudia Emi – cizumi@fundamento.com.br

 
     

 

  Drink: Confete e Serpentina  
     
 

Ingredientes
1/2 xícara (chá) de Leite Condensado Light (caixinha) (120g)
1 xícara (chá) de frutas vermelhas congeladas (180g)
2 xícaras (chá) de água (440ml)
3 colheres (sopa) de suco de limão (39ml)
2 xícaras (chá) de soda limonada diet (440ml)

Decoração
rodelas de limão
frutas vermelhas

Modo de Preparo
1. Em um liquidificador bata o LEITE CONDENSADO LIGHT, as frutas congeladas, a água e o suco de limão;
2. Depois de bater, acrescente a soda limonada;
3. Sirva em copos decorados com as rodelas de limão e as frutas vermelhas.

Rendimento
3 a 4 porções

Tempo de Preparo
10 min

Dica
As frutas vermelhas são morango, amora, framboesa, groselha e blueberry. elas podem ser encontradas congeladas, todas juntas, em pacote. Se preferir, utilize apenas uma delas.

O restante da lata ou caixinha de LEITE CONDENSADO LIGHT ou TRADICIONAL deve ser retirado da embalagem, acondicionado em vidro ou pote limpo com tampa e mantido em geladeira por até 3 (três) dias.

Faça o gelo das receitas sempre com água de boa qualidade, filtrada ou mineral.

 
     

 

  Drink: Jardineira  
     
 

Ingredientes
meia xícara (chá) de Leite Condensado Light (caixinha) (120g)
1 xícara (chá) de melão picado (160g)
1 xícara (chá) de Suco Concentrado Santàl de Abacaxi (220g)
4 folhas de hortelã
10 pedras de gelo

Decoração
melão
hortelã

Modo de Preparo
1. Em um liquidificador bata o LEITE CONDENSADO LIGHT, o melão, o suco de abacaxi, a hortelã e o gelo;
2. Sirva em copos decorados com melão e hortelã.

Rendimento
3 a 4 porções

Tempo de Preparo
10 min

Dica
O restante da lata ou caixinha de LEITE CONDENSADO LIGHT ou TRADICIONAL deve ser retirado da embalagem, acondicionado em vidro ou pote limpo com tampa e mantido em geladeira por até 3 (três) dias.
Faça o gelo das receitas sempre com água de boa qualidade, filtrada ou mineral.
O LEITE CONDENSADO e o melão dão uma textura especial a este coquetel de frutas.

 
     

 

 

 

C h a m p a n h e !
 

Descubra os segredos da fabricação deste vinho borbulhante e maravilhoso

A palavra "champanhe" pronuncia-se da mesma forma em todos os idiomas. Sinónimo de bolhas, de festa e de prazer, o rei dos vinhos adquire suas nobres qualidades no decurso de uma longa elaboração, em locais frequentemente magníficos.

Este vinho incomparável com bolhas sedutoras, conhecido e apreciado em todo mundo, é produzido exclusivamente numa região situada 120 km a leste de Paris. As vinhas de champanhe apareceram entre o século I e o século IV depois de Cristo. Três bacelos, o chardonnay, o pinot meunier e o pinot noir compõem as variedades de Champanhe.

As casas de Champanhe, instaladas no centro das cidades ou das encostas, orgulham-se desta grande tradição de excelência. É com todo o prazer que lhe mostrarão suas caves, das quais algumas são suntuosos palácios dedicados ao vinho rei.

Sua rota tem início em Epernay, verdadeiro berço do Champanhe, onde poderá visitar as maiores casas. Na casa Mercier, será recebido por um tonel gigantesco. Este tonel com capacidade para 1.600 hectolitros (ou seja, 200.000 garrafas!) foi construído entre 1870 e 1881 pelo fundador desta casa, Eugène Mercier. Um elevador panorâmico leva-o em seguida a 30 metros de profundidade, até às caves. A visita é feita confortavelmente instalado num comboio elétrico, no qual percorre uma parte dos 18 quilómetros de galeria. Cavadas no século XIX no calcário típico da região, garantem a temperatura e a higrometria ideais para a elaboração do Champanhe. As garrafas repousam aí por vezes durante vários anos, desenvolvendo o buquê particular do vinho borbulhante. Quando regressar à superfície, os escanções dar-lhe-ão a degustar o produto de seu trabalho.

O gabinete de turismo de Epernay tem à sua disposição um panfleto que resume todas as Casas e as caves acessíveis e que o aconselhará em relação à visita de um dos museus das proximidades. Também propõe circuitos para grupos nas vinhas circundantes.

No seu périplo, não deixe de visitar a cidade de Reims. A capital dos reis da França é também a rainha do Champanhe. Nesta cidade magnífica, a história está presente ao virar de cada esquina. Também aqui, o essencial esconde-se sob seus pés, nas caves e calçadas de calcário galo-romanas, onde o Champanhe ganha a sua alma…

Toda a região vibra ao ritmo das bolhas. A Rota Turística do Champanhe desenvolvida pelos Comités Provinciais do Turismo da região apresenta as caves, cooperativas, museus, artesãos, castelos e locais insólitos das proximidades. Alguns circuitos permitem conhecer a majestade das caves, os métodos de elaboração, assim como as paisagens típicas da região, compostas de suaves encostas e de pequenos rios

Contatos:

Champanhe Mercier: +(33) 3 26 51 22 22
Gabinete de Turismo de Reims: +33 (0) 3 26 77 45 00
Gabinete de Turismo de Epernay e sua região: +33 (0) 3 26 53 33 00
Comité Regional do Turismo de Champanhe-Ardenne: +33 (0) 3 26 21 85 80
Comité Regional do Turismo da Picardie: +33 (0) 3 22 22 33 65
Comité Provincial do Turismo do Marne: +33 (0) 3 26 68 37 52
Comité Provincial do Turismo da Aube: + 33 (0) 3 25 42 50 00
Comité Provincial do Turismo da Aisne: + 33 (0) 3 23 27 76 76

Texto: Julien Allorent

Fonte:
Site: www.franceguide.com
 

 

Realli lança o espumante Terroir (28/11 a 4/12/2003)
 
Conheça um pouco do espumante Terroir, o mais novo lançamento da Realli e descubra todo o seu sabor

A Realli – importadora e indústria alimentícia brasileira – foi buscar o equilíbrio e aroma perfeitos para lançar seu espumante Terroir. Com tradição no mercado por comercializar produtos brasileiros e importados de qualidade comprovada, a Realli não abriu mão dessa marca ao integrar o espumante à sua linha. Criado a partir da expertise de um grupo de enólogos gaúchos, ligados a Embrapa Uva e Vinho, a vinícola coleciona prêmios como a medalha de ouro em 2002 na San Francisco International Competition, além da medalha de ouro no III Concurso de Espumantes Finos Brasileiros em 2003 e a medalha de ouro no 1º Concurso de Espumantes Finos no Rio Grande do Sul, promovido pela Associação Brasileira de Enologia em 2001.

Terroir por excelência

“É um verdadeiro ‘Terroir’ que nasce das uvas Malvasia e Moscatel, desenvolvidas da sinergia perfeita de clima, técnica, história, produtor e cultivador das castas”, explica Humberto Leite, gerente de suprimentos. De origem provável egípcia, a uva moscatel encontrou no clima tropical brasileiro, sua excelência. O plantio das uvas é em sistema de espaldeiras e a colheita, manual, o que confere a riqueza e leveza deste espumante.

Caracterizado por um sabor agradável ao paladar brasileiro: equilibrado, refrescante e leve, o espumante Terroir tem uma perlagem intensa e durável – bolhas retilíneas e constantes com excepcional duração no copo, o que caracteriza a qualidade da bebida com um crémant muito interessante. O processo de produção é o mesmo da “Asti” italiana. A bebida combina com todos os pratos, desde a entrada até a sobremesa. O teor alcoólico é de 7,7% e a Safra é de 2003.

Numa vinícola histórica do Vale do Rio Buratti, em Farroupilha (RS), que ganhou status e perfil familiar com a nova direção de um grupo de enólogos, a partir de 1998, nasceu o espumante da Realli. A qualidade da produção da Vinhos Finos Velha Cantina Ltda é garantida pelas características adequadas de solo e micro-clima da região de Bento Gonçalves – considerada Capital Brasileira do Vinho –, nas Serras Gaúchas, onde ficam os vinhedos (10 hectares).

Forma à altura do conteúdo

Para atingir todos os padrões de um produto de alta qualidade, a embalagem do espumante Terroir traz rolha natural portuguesa (considerada a melhor do mundo), gaiola niquelada, cápsula (na cor prata) metálica, garrafa verde e rótulo de coloração equilibrada. O espumante vem em garrafas de 750 ml.

Atualmente os produtos Realli são encontrados em supermercados, mercearias, lojas de conveniências e vendidos para restaurantes, rotisseries, buffets e churrascarias. A empresa também tem a loja que mantém para o varejo, localizada à Rua da Alfândega, 487, tel: (11) 3328-7600, Brás, São Paulo. O site é www.realli.com.br. O horário de funcionamento é, de segunda a sexta, das 9h00 às 12h00 e 13h30 às 17h00. SAC: 0800 77 21033.
Emporium Santa Madalena – Rua Fradique Coutinho, 914 / 916, Vila Madalena, fones: 3815-2323 / 3031-3973, horário de funcionamento: de segunda a sábado das 9h00 às 20 horas e domingo das 9h00 horas às 14h00.

Fonte: Cleusa Zacariotti - Link Comunicação & Eventos - Tel.: (11) 5093-8310 - E-mail: linkcompromocao@terra.com.br
 

 

Cachaça vira mania em São Paulo
 

A bebida que está atualmente na boca dos adeptos que adoram degustar um aperitivo é a cachaça.

Elevada a status de bebida nobre, a cachaça, aguardente de cana-de-açúcar, vem conquistando espaço nos bares da cidade de São Paulo.
A freqüência com que surge novos estabelecimentos especializados na cidade é cada vez maior.

Esse impulso vem acompanhado de um aumento de qualidade e a forma como esse destilado passou a ser tratado, principalmente para conquistar o mercado nos Estados Unidos e na Europa.

Selecionamos a seguir alguns locais onde pode-se degustar esse precioso líquido que passou de pinga para cachaça:

- Água Doce Cachaçaria - Av. Macuco,655 - Indianópolis;
- À Mineira - Al. Joaquim Eugênio de Lima,697 - Jardim Paulista;
- Barbolla - Rua dos Três Irmãos, 460 - Morumbi;
- Bar do Leonel - Rua Emília Marengo, 468 - Tatuapé;
- Cachaçaria Paulista - Rua Mourato Coelho, 593 - Pinheiros;
- Cachaçaria Pompéia - Av. Nicolas Boer, 120 - Barra Funda;
- Consulado Mineiro - Praça Benedito Calixto, 74 - Pinheiros;

Como apreciar
Degustar a bebida de forma suave, lentamente, em pequenos goles.

Intercale a cachaça com chope ou cerveja, para refrescar o paladar.

Ao ingerir a bebida é sempre recomendado que esta venha acompanhada de alguns petiscos como torresminho, bolinhos de bacalhau, bolinhos de carne seca, caldinho de feijão, escondidinho, para proteger o estomago.

Normalmente a cachaça é ingerida no início da refeição.

Cachaças Especiais
Apresentamos algumas das cachaças mais caras como a Rochinha Helios (25 anos) RJ, que custa uma pequena fortuna R$ 1.250,00 a garrafa; Dona Beja Sarau (32 anos) MG, a R$ 870,00; Germana (10 anos) MG, a R$ 550,00; Anísio Santiago/MG, a R$ 420,00; e a Matusalém/MG, a R$ 300,00.

Bom: agora que estão bem informados vamos a uma degustação, pois, ninguém é de ferro.